Hordes Of Yore - novidades.
- Grimner
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já a li tambem.
A comparação a bal Sagoth é no minimo curiosa...
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Eu já vi o raxx num papo seco
Hordes of Yore webpage
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Rain [RIP]
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theHorde [RIP]
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Sim, a review é estarrecedoramente má e dá mesmo a sensação que olharam para o cd, carregaram no play, ouviram 3 faixas, e escreveram a crítica para despachar. No meio de tanta porra que podiam dizer até a produção foram criticar.
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
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Bronze [RIP]
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Borboleta cor de rosa [RIP]
Não costumo intervir nas críticas a txts da LOUD!, mas neste caso particular peço desculpa mas lá terá de ser, visto esta review ser, entre outras coisas, uma das razões da minha recente decisão de abandono da LOUD!. A review que seguiu para a redação levava com a pontuação de 9, visto eu considerar este um dos bons discos recentes (a comparação a Bal Sagoth poderá não agradar, mas posso dar os seus fundamentos). Infelizmente a direcção da redacção da revista optou por baixar para 7. Desde Dezembro que vinha pedindo para entrevistar Hordes Of Yore o que também vinha a ser sucessivamente adiado, enquanto outros projectos eram entrevistados, em alguns casos mesmo antes do promocional estar disponível. Como já não era a primeira vez que notas eram mudadas sem falarem comigo e como outro grupo associado à BLAST (Neurotic) já tinha sido alvo de boicote em termos de entrevista na LOUD!, penso que a alteração da minha nota esteve ligada mais ao selo do disco que à sua qualidade ou da review.
Como disse, este não foi o único motivo para o meu abandono e certamente que os senhores da LOUD! terão a oportunidade de fazer aqui o papel das virgens ofendidas; Da minha parte, posso só dizer que a lista de queixas era bem grande. Fica aqui o pedido de desculpas à banda pela nota (fosse 9 e se calhar nem se falava tão mal da review) e se isto ajudar a que alguém da redação ganhe vergonha e faça uma entrevista ao grupo, já fico contente.
Da minha parte vou dedicar-me a trabalhar com a música como já antes o fazia, antes de embarcar no projecto RIFF e mais tarde LOUD!
Borboleta Cor de Rosa aka Emanuel Ferreira
PS: E não ataquem a Recital pela censura e mudança de notas porque eles nada têm a ver com isto.
Como disse, este não foi o único motivo para o meu abandono e certamente que os senhores da LOUD! terão a oportunidade de fazer aqui o papel das virgens ofendidas; Da minha parte, posso só dizer que a lista de queixas era bem grande. Fica aqui o pedido de desculpas à banda pela nota (fosse 9 e se calhar nem se falava tão mal da review) e se isto ajudar a que alguém da redação ganhe vergonha e faça uma entrevista ao grupo, já fico contente.
Da minha parte vou dedicar-me a trabalhar com a música como já antes o fazia, antes de embarcar no projecto RIFF e mais tarde LOUD!
Borboleta Cor de Rosa aka Emanuel Ferreira
PS: E não ataquem a Recital pela censura e mudança de notas porque eles nada têm a ver com isto.
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Brujo [RIP 2009/08/10]
Amphion(José Ramos) Escreveu:Sim, a review é estarrecedoramente má e dá mesmo a sensação que olharam para o cd, carregaram no play, ouviram 3 faixas, e escreveram a crítica para despachar. No meio de tanta porra que podiam dizer até a produção foram criticar.
ultimamante fico confuso com os teus posts. . . ironia ou verdade? nunca sei
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Borboleta cor de rosa [RIP]
Já agora, fica aqui o texto inicialmente submetido, comparem com a revista e reparem na inclusão do «demasiado» antes da óbvia. Uma frase que apenas pretendia situar o grupo em termos sonoros, mas fazendo ver que não era uma cópia, torna-se uma frase que leva a subentender estarmos perante uma cópia...
HORDES OF YORE
«Of Splendour And Ruin»
(Cd – DMP)
São portugueses e nas suas fileiras incluem músicos que já passaram por grupos como Walpurgis Natch, Arcane Wisdom ou Sirius, além de usarem em estúdio o conhecido baterista Rolando Barros a que se reúne ainda os teclados de Tiago M. e Tânia Vaz – coros em temas como «Dementia Wears A Laurel Crown» – assim como o Undergrind Choir. Nesta sua estreia, o quarteto oferece-nos nove temas em que é descrita a fundação e principalmente a queda de Roma, cruzando história com mitologia, numa temática que raramente é abordada. Bem produzido, com temas poderosos que alternam com momentos mais calmos – o instrumental «Flight Of Turul» a anteceder «A Destiny Wrought In Infamy» - este disco insere-se numa linha que se poderia descrever como epic extreme metal em que nomes como Emperor ou Bal-Sagoth serão óbvias referências, sem que isso signifique estarmos perante a cópia óbvia. Não atingindo a maturidade ou experimentalismo de uns Firstborn – talvez o grupo lusitano sonoramente mas próximo de Hordes Of Yore e não apenas por possuir o mesmo baterista – o grupo faz uma abordagem mais simples deste som, apostando num disco conceptual recheado de momentos de interesse. Claro que se poderia pedir uma melhor produção, e outras condições, mas temos sempre de nos lembrar que esta é uma primeira obra de um grupo nacional e que esperar que sobreviva até ao segundo disco será já muito bom! Uma das surpresas de finais de 2005 e que neste 2006 ainda terá certamente muito para dar. Procurem-nos, num concerto qualquer por aí! (9) EF
HORDES OF YORE
«Of Splendour And Ruin»
(Cd – DMP)
São portugueses e nas suas fileiras incluem músicos que já passaram por grupos como Walpurgis Natch, Arcane Wisdom ou Sirius, além de usarem em estúdio o conhecido baterista Rolando Barros a que se reúne ainda os teclados de Tiago M. e Tânia Vaz – coros em temas como «Dementia Wears A Laurel Crown» – assim como o Undergrind Choir. Nesta sua estreia, o quarteto oferece-nos nove temas em que é descrita a fundação e principalmente a queda de Roma, cruzando história com mitologia, numa temática que raramente é abordada. Bem produzido, com temas poderosos que alternam com momentos mais calmos – o instrumental «Flight Of Turul» a anteceder «A Destiny Wrought In Infamy» - este disco insere-se numa linha que se poderia descrever como epic extreme metal em que nomes como Emperor ou Bal-Sagoth serão óbvias referências, sem que isso signifique estarmos perante a cópia óbvia. Não atingindo a maturidade ou experimentalismo de uns Firstborn – talvez o grupo lusitano sonoramente mas próximo de Hordes Of Yore e não apenas por possuir o mesmo baterista – o grupo faz uma abordagem mais simples deste som, apostando num disco conceptual recheado de momentos de interesse. Claro que se poderia pedir uma melhor produção, e outras condições, mas temos sempre de nos lembrar que esta é uma primeira obra de um grupo nacional e que esperar que sobreviva até ao segundo disco será já muito bom! Uma das surpresas de finais de 2005 e que neste 2006 ainda terá certamente muito para dar. Procurem-nos, num concerto qualquer por aí! (9) EF
- DimeSlime
- Metálico(a) Supremo(a)
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- Registado: sexta ago 05, 2005 12:01 pm
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Essa dica de Firstborn... desculpa lá mas ainda assim acho a review muito má, apesar de não ter lido essas pequenas coisas que foram "censuradas" por parte da Loud!
Na minha humilde opinião, este disco de HoY está muito bom. Muito acima da média do que se faz actualmente e, por isso, devia ser atribuido o valor e reconhecimento merecidos sem qualquer tipo de comparações nacionais e/ou estrangeiras.
Na minha humilde opinião, este disco de HoY está muito bom. Muito acima da média do que se faz actualmente e, por isso, devia ser atribuido o valor e reconhecimento merecidos sem qualquer tipo de comparações nacionais e/ou estrangeiras.
We believe, so we're misled
We assume, so we're played
We confide, so we're deceived
We trust, so we're betrayed.
We assume, so we're played
We confide, so we're deceived
We trust, so we're betrayed.
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Borboleta cor de rosa [RIP]
DimeSlime Escreveu:Essa dica de Firstborn... desculpa lá mas ainda assim acho a review muito má, apesar de não ter lido essas pequenas coisas que foram "censuradas" por parte da Loud!
Na minha humilde opinião, este disco de HoY está muito bom. Muito acima da média do que se faz actualmente e, por isso, devia ser atribuido o valor e reconhecimento merecidos sem qualquer tipo de comparações nacionais e/ou estrangeiras.
Nunca usei posts para justificar críticas, mas desta vez talvez desse jeito esclarecer a minha visão delas. Quando se faz uma crítica está-se limitado a um determinado número de caracteres (neste caso à volta de 1500). A crítica não se destina a quem já conhece o disco, mas a ilucidar quem ainda não o conhece e procura informação. Geralmente, tentei sempre abordar tópicos como grupos anteriores, algum historial, tipo de som e enquadrar o grupo com determinados nomes de referência. Aqui não se trata de comparar em termos de "eles copiam", mas de situar o grupo em termos musicais, trata-se de arranjar referências para o ouvinte que pdoe partir à descoberta do grupo. Tratando-se de uma primeira obra, convém situar musicalmente a banda. Muitos músicos não gostam de ver as comparações, outros não são capazes de se colocar de fora e ver o trabalho que fizeram. Acontece assim em todo o lado e em todas as revistas. Quando a crítica toca um grupo que conhecemos melhor, sentimos quase sempre que nem tudo foi dito. Seja como fôr sempre estive ciente de que muita gente não gostava das minhas críticas, nem os posts que agora fiz se destinam a justificar a crítica, apenas foi uma forma de pedir desculpa pública a um grupo que está a ser alvo de boicote. Apenas isso. Por mim não me importo que achem que faço críticas como «um bisonte» como já afirmaram neste fórum. São opiniões que respeito.
Borboleta cor de rosa Escreveu:faço críticas como «um bisonte»
De qualquer modo, até acho que essa review não está má de todo. Much ado about nothing, meus caros...
E Amphion, se nada tens a criticar na produção do álbum - e digo isto como amigo e fã do pessoal de HoY - isso leva-me a perguntar-me se o terás mesmo ouvido.
Há lá secções que perdem muito devido à produção, ou pelo menos ganhariam muito mais com uma produção melhor. Mas aí faço minhas as palavras da review:
Borboleta cor de rosa Escreveu:mas temos sempre de nos lembrar que esta é uma primeira obra de um grupo nacional e que esperar que sobreviva até ao segundo disco será já muito bom!
E dito isto, long live the Hordes!

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