Decidi dar uso a este espaço para vos dar a conhecer alguns recortes de imprensa relativos aos Neurotic.
Podem ler as críticas na totalidade no nosso site e brevemente também as entrevistas
Irei actualizando este tópico quando surgirem novidades, entretanto, estão à vontade para comentar.
Aproveitem também para visitar os sites de onde provêm essas linhas...
Saúde,
Ângelo R.

Opüskulo - 15/03/2004 - http://www.opuskulo.cjb.net
"Oriundos do Algarve, os Neurotic foram, sem dúvida, uma das melhores surpresas que o Metal nacional me reservou o ano passado. «Rebirth of Sin», o álbum auto-editado, apresenta-se como uma das descargas mais competentes e originais de Death Metal agressivo e ultra-técnico colocando estes Neurotic na linha da frente do estilo no nosso país. (...)"
Caminhos Metálicos - 12/01/2004 - http://groups.msn.com/caminhosmetalicos
Neurotic «The Rebirth Of Sin» 8,8/10
"Com este registo vemos o salto para a maturidade que os Neurotic deram. Nota-se grandes mudanças, as musicas estão mais coesas, a produção esta mais cuidada, enfim eles estão mais técnicos e competentes.
Assim, brutalidade, blast beats infernais, devastação, vocalizações cavernosas, guitarras técnicas e destrutivas são o paradigma deste álbum. Mas não é só isto que os Neurotic sabem fazer. No meio destas descargas furiosas encontramos passagens harmoniosas e compassadas.
(...) ...este é um álbum que todo o fã de Death Metal deve ter na prateleira."
Metal Incandescente - 22/01/2004 - http://metalincandescente.blogspot.com
"São uma das maiores esperanças do Death Metal feito em Portugal e, atrevemo-nos a dizer, na Europa! Com o álbum de estreia, The Rebirth of Sin, os algarvios Neurotic surpreenderam os fãs e os media e coleccionaram rasgados elogios um pouco por todo o lado. Augurasse-lhes um futuro brilhante (...)"
Metal Incandescente - 11/01/2004 - http://metalincandescente.blogspot.com
Neurotic "The Rebirth Of Sin" 8,5/10
"(...) The Rebirth of Sin é um dos álbuns mais arrasadores e geniais que me foram dados a ouvir no período mais recente.
O Death Metal moderno, balançado e pesadão emitido pelas colunas resulta essencialmente de uma produção esmagadora e do som asfixiante da guitarra de sete cordas que Rodrigues não dispensa. (...) Senhores de uma técnica invejável, os músicos surpreendem-nos a cada tema. Grunhidor nato, João Guerreiro vocifera as letras directamente das entranhas, ao passo que Rodrigues se revela um guitarrista-ritmo como há poucos. Os solos de baixo em "Deformed" (...) e "Prayers of Sin" ilustram bem a mestria de Ino Detelic, acompanhado pela bateria avassaladora de Marco Reis. (...)"
MetalOpenMind - 07/11/2003 - http://www.MetalOpenMind.com
Neurotic "The Rebirth Of Sin" 7/10
"(...) Dos temas adicionais à demo é impossível não referir o tema de abertura "Prayers of Sin" que com seus mais de 8 minutos de duração resume bem o teor de devastação sonora semi-apocalíptica que este quarteto sulista debita sem dó nem piedade do primeiro ao último minuto deste cd. (...) Uma banda que promete e que merecia ver seu álbum relançado de forma alargada por alguma editora competente no meio underground. (...)"
Caminhos Metálicos - Outubro 2003
Neurotic "Neurotic" 8/10
"(...) Ainda tenho de procurar palavras para descrever esta Demo.
Na bateria somos fustigados por descargas ora ultra rápidas, ora harmoniosas.
O baixo e a guitarra estão lindamente trabalhados, e são brutalmente assinaladas.
(...) Em termos vocais, parece que somos atirados para a beira de um precipício, apenas com o poder de uma palavra proferida. Realmente uma voz cheia de poder.
(...) A audição desta Demo foi uma surpresa para os meus ouvidos.
Estamos perante um grupo que sabe compor e dar um toque pessoal às suas músicas."
MetalOpenMind - 01/05/2003 - http://www.MetalOpenMind.com
Neurotic "Neurotic" 7/10
"(...) Um ataque sonoro sem piedade, sem concessões, do tipo barreira sonora intransponível é o que mais se destaca neste trabalho. No tema "Deformed" temos um bem colocado solo de baixo como destaque, e no tema "Cannibalistic" temos alguns apontamentos interessantes no trampo da guitarra e mudanças rítmicas ao nível de bandas de primeiro escalão.
Temas longos e bem trampados, vocais agressivos e quase cavernosos e uma produção acima da média fazem desta proposta um bom indício do que ainda está por vir na carreira deste jovem quarteto português.(...)"
Saúde,
