2019.10.28 - Son Of Cain + Omega Sun - Sabotage (Lisboa)
Enviado: sexta nov 22, 2019 3:56 pm
Omega Sun - ao contrário do que esperava, foi a banda eslovena a primeira a atuar. Na verdade, foi uma agradável surpresa, pois Son of Cain foram a razão da minha presença nesta data. Banda constituída por um trio, com o baixista a desempenhar também a função de vocalista. E, já que o menciono, a sua voz, presença e boa disposição são de assinalar, pois tornaram o concerto (já de si intimista, tanto pela natureza do espaço como pela escassa afluência de público) ainda mais intimista. Inclusivamente, numa pausa entre temas deslocou-se ao bar para ir buscar um cerveja.XD Quanto ao desempenho da banda, apresentaram o seu stoner/doom metal com competência e com todos os predicados que caracterizam o estilo, tendo o set sido composto maioritariamente (talvez na integra, não tenho a certeza), pelos temas do seu álbum de estreia, Opium For The Masses. Foi um excelente arranque de noite, tendo Omega Sun deixado um bom cartão de visita.
Son Of Cain - finalmente pude revê-los, após tê-los visto no Hell of a Weekend que se realizou em Corroios, portanto já há uns anitos. Depois, por esta ou aquela razão, não tinha sido possível revê-los. Por isso, tendo álbum de estreia na bagagem e concerto em Lisboa, não podia desperdição esta data. Como referi, o facto de terem sido os headliners agradou-me bastante. Constituído por dois ilustres músicos do underground nacional, respetivamente Nocturnus na voz e bateria e Conim na guitarra, esta dupla funciona lindamente e, apesar das suas bandas principais serem de espectros bem diversos, falam claramente a mesma linguagem musical, e isso nota-se muito bem em palco. São também duas personalidades bastante distintas, complementando-se na perfeição. O Conim com uma postura mais instrospetiva (e com a competência do costume), embora até tenha ando pelo meio do público a desfilar riffs (pena a pouca presença de público mas, quem foi, fez bem a festa!), e o Nocturnus atrás da bateria, com a excelente voz limpa que descobriu (ou mostrou, pelo menos) no tema de Decayed (Ravenous Spectre), e que aqui apresenta com uma desenvoltura tremenda, mais ainda se levarmos em conta que a bateria será seguramente um dos instrumentos menos confortáveis para vocalistas (e o NH não dá festinhas na bateria, muito pelo contrário). Para ele não é novidade (Morte Incandescente), mas aqui fá-lo num registo vocal completamente distinto e, arrisco a dizer, mais exigente. O set focou-se mais no Closer to the Edge (Hit the Road, Like Stone, Old Man ainda me ecoam na cabeça, grandes temas!), tendo também passado pelo EP de estreia. Foram 40/45 minutos de puro rock n´roll!
Son Of Cain - finalmente pude revê-los, após tê-los visto no Hell of a Weekend que se realizou em Corroios, portanto já há uns anitos. Depois, por esta ou aquela razão, não tinha sido possível revê-los. Por isso, tendo álbum de estreia na bagagem e concerto em Lisboa, não podia desperdição esta data. Como referi, o facto de terem sido os headliners agradou-me bastante. Constituído por dois ilustres músicos do underground nacional, respetivamente Nocturnus na voz e bateria e Conim na guitarra, esta dupla funciona lindamente e, apesar das suas bandas principais serem de espectros bem diversos, falam claramente a mesma linguagem musical, e isso nota-se muito bem em palco. São também duas personalidades bastante distintas, complementando-se na perfeição. O Conim com uma postura mais instrospetiva (e com a competência do costume), embora até tenha ando pelo meio do público a desfilar riffs (pena a pouca presença de público mas, quem foi, fez bem a festa!), e o Nocturnus atrás da bateria, com a excelente voz limpa que descobriu (ou mostrou, pelo menos) no tema de Decayed (Ravenous Spectre), e que aqui apresenta com uma desenvoltura tremenda, mais ainda se levarmos em conta que a bateria será seguramente um dos instrumentos menos confortáveis para vocalistas (e o NH não dá festinhas na bateria, muito pelo contrário). Para ele não é novidade (Morte Incandescente), mas aqui fá-lo num registo vocal completamente distinto e, arrisco a dizer, mais exigente. O set focou-se mais no Closer to the Edge (Hit the Road, Like Stone, Old Man ainda me ecoam na cabeça, grandes temas!), tendo também passado pelo EP de estreia. Foram 40/45 minutos de puro rock n´roll!

