2024.08.02-04 - VAGOS METAL FEST 2024 - Quinta do Ega - Vagos
Enviado: segunda ago 05, 2024 2:04 pm
Para quem quiser partilhar as suas impressões.
As minhas 2 postas de pescada:
Top: Samael, Grog, Blind Guardian
Super: Saor, God Dethroned, Suffocation, Primordial
Bonzinho: Morphium, Overkill, Dynazty, Uada, Nervochaos, Injector
Música prá jola: Elvenking, Toxikull, Gwydion, Terror Empire, Ho Chi Minh
Meh: Mão Morta, Insomnium, Anzv, The Omnific
Fraquito: Thola, Raxar, Meggera
Desinteresse total: Epica
Houve uma polémica qualquer com a equipa de segurança que foi contratada nos anos anteriores mas este ano foi substituída, mas não estando por dentro, abstenho-me de comentar. Este pessoal novo foi impecável portanto nada a dizer. Exemplo, foi deixarem um gajo que se aleijou à séria no joelho assistir ao resto do gig de Suffocation sentado do lado de fora da grade em frente o palco.
De resto, pouco a apontar. Continua o Vagos de sempre (melgas incluídas), boa organização, intervalos rápidos entre as bandas, bom som no geral. Apenas me queixo do som embrulhado nas primeiras 3 malhas de Overkill. Continuo também sem perceber a razão de serem as bandas tugas as que fazem mais ruído na hora de preparar o som. Por exemplo, chegam uns God Dethroned à 1h da matina depois de Epica o que é já de si ingrato, preparam os instrumentos e arrancam uma actuação brutal. Os Suffocation chegam em 10 minutos montam tudo e ainda sobram 8 minutos para a hora do concerto (onde estava conseguia ver o relógio de palco). Depois vêm as bandas tugas (algumas claro), querem isto querem aquilo, queixam-se de tudo e o crl e perdem tempo de concerto.
Coisas a rever: preços da cerveja e comida... 4 euros uma média e 2 euros uma pequena. Bifanas a 5,50€ e ia até 8€... enfim o Pingo Doce ali perto deve ter feito bom dinheiro. 25 aéreos a t-shirt do festival é para rir. Uada a vender t-shirts a 30€ é para chorar.
Apesar da rápida troca de bandas, ter 2 palcos seria uma solução interessante porque convenhamos que começar às 14h não é benéfico para ninguém. As primeiras bandas tocaram para pouca gente, hora de muito calor, começar às 14 e acabar à 1h30/2h são muitas horas em pé e com poucas áreas de sombra (a tenda da Red Bull e a barraca do merch são os únicos spots de sombra no recinto). Há que dar mis tempo de descanso à malta.
De qualquer modo, já em Lisboa, a queimar o último dia de férias, foram uns dias muito bem passados entre Aveiro e Vagos. Com Mayhem confirmados, espero voltar em 2025... com um repelente de insectos mais forte.
As minhas 2 postas de pescada:
Top: Samael, Grog, Blind Guardian
Super: Saor, God Dethroned, Suffocation, Primordial
Bonzinho: Morphium, Overkill, Dynazty, Uada, Nervochaos, Injector
Música prá jola: Elvenking, Toxikull, Gwydion, Terror Empire, Ho Chi Minh
Meh: Mão Morta, Insomnium, Anzv, The Omnific
Fraquito: Thola, Raxar, Meggera
Desinteresse total: Epica
Houve uma polémica qualquer com a equipa de segurança que foi contratada nos anos anteriores mas este ano foi substituída, mas não estando por dentro, abstenho-me de comentar. Este pessoal novo foi impecável portanto nada a dizer. Exemplo, foi deixarem um gajo que se aleijou à séria no joelho assistir ao resto do gig de Suffocation sentado do lado de fora da grade em frente o palco.
De resto, pouco a apontar. Continua o Vagos de sempre (melgas incluídas), boa organização, intervalos rápidos entre as bandas, bom som no geral. Apenas me queixo do som embrulhado nas primeiras 3 malhas de Overkill. Continuo também sem perceber a razão de serem as bandas tugas as que fazem mais ruído na hora de preparar o som. Por exemplo, chegam uns God Dethroned à 1h da matina depois de Epica o que é já de si ingrato, preparam os instrumentos e arrancam uma actuação brutal. Os Suffocation chegam em 10 minutos montam tudo e ainda sobram 8 minutos para a hora do concerto (onde estava conseguia ver o relógio de palco). Depois vêm as bandas tugas (algumas claro), querem isto querem aquilo, queixam-se de tudo e o crl e perdem tempo de concerto.
Coisas a rever: preços da cerveja e comida... 4 euros uma média e 2 euros uma pequena. Bifanas a 5,50€ e ia até 8€... enfim o Pingo Doce ali perto deve ter feito bom dinheiro. 25 aéreos a t-shirt do festival é para rir. Uada a vender t-shirts a 30€ é para chorar.
Apesar da rápida troca de bandas, ter 2 palcos seria uma solução interessante porque convenhamos que começar às 14h não é benéfico para ninguém. As primeiras bandas tocaram para pouca gente, hora de muito calor, começar às 14 e acabar à 1h30/2h são muitas horas em pé e com poucas áreas de sombra (a tenda da Red Bull e a barraca do merch são os únicos spots de sombra no recinto). Há que dar mis tempo de descanso à malta.
De qualquer modo, já em Lisboa, a queimar o último dia de férias, foram uns dias muito bem passados entre Aveiro e Vagos. Com Mayhem confirmados, espero voltar em 2025... com um repelente de insectos mais forte.