Udo Dirkschneider

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José Sousa
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Udo Dirkschneider

Mensagempor José Sousa » segunda ago 24, 2020 1:01 pm

No 'search' não encontrei topico para este senhor, por isso aqui vai.

Isto a propósito do ultimo álbum que achei muito bom.

Como não tenho paciência para fazer longos comentários, aproveito o de alguém que já tenha feito

«UDO, banda de metal alemã liderada pelo ex-líder do ACCEPT, Udo Dirkschneider, colaborou com o Das Musikkorps der Bundeswehr, a banda militar das forças armadas federais alemãs, em um álbum chamado “We Are One”, que será lançado em 17 de julho pela AFM Registros / Soulfood Music. O LP contém 15 novas músicas que foram desenvolvidas e organizadas pela banda U.D.O. juntamente com o tenente-coronel Christoph Scheibling. Dois outros ex-membros do ACCEPT, Stefan Kaufmann e Peter Baltes, também fizeram parte da composição, bem como os compositores das Forças Armadas Alemãs Guido Rennert e Alexander Reuber.
As músicas de “We Are One” são sobre os diferentes desafios que estamos enfrentando atualmente, as mudanças climáticas (“Future Is The Reason Why”), os movimentos mundiais de refugiados (“Children Of The World”) ou a poluição do meio ambiente (“Mother Earth”). Com a faixa “Pandemonium”, ambas as partes, U.D.O. assim como as Forças Armadas alemãs, também assumem uma posição clara contra a ala direita da sociedade. A música “Rebel Town” é um hino para os 30 anos de reunificação da Alemanha.

“Todos nós vivemos neste planeta. Não importa quem somos ou o que fazemos, todos nós temos apenas esse planeta”, explica Udo Dirkschneider sobre a mensagem por trás das músicas. “Não há planeta B. Quando vejo as fotos de todo o plástico em nossos oceanos e quando ouço sobre a próxima catástrofe climática nas notícias, começo realmente a me perguntar como às vezes somos desprezíveis e irresponsáveis. Não é apenas sobre nós, é também sobre todos os outros e, por último, mas não menos importante, sobre nossos filhos”.

Este é um projeto que fez todos os participantes pensarem profundamente sobre os desafios, não apenas para o mundo, mas também para seus próprios futuros. Para Udo Dirkschneider, “We Are One” é um sonho que ele tem há muito tempo. Desde o show com Das Musikkorps der Bundeswehr no Wacken Festival em 2015, bem como a “Navy Metal Night” em Tuttlingen (2014), ele desejava fervorosamente continuar e aumentar a colaboração.

Scheibling também concorda. “Todos os compositores fizeram um trabalho fantástico”, diz ele. “As músicas são excelentes e mostram realmente o melhor da orquestra e da banda. O álbum oferece uma variedade que vai do speed metal ao metal clássico, da balada ao estilo funk. Como orquestra, trouxemos tudo o que podíamos, um cantor solo, um cachimbo, uma linha de bateria e algumas percussões orientais incluídas”. Scheibling compartilhou anteriormente o palco com a U.D.O. em 2015 em Wacken. “O lema da época era metal, barro e música militar”, diz ele, “um evento que definitivamente despertou o desejo de trabalhar juntos de forma mais intensa. Agora, nosso projeto de crossover realmente ganha vida com ‘We Are One'”.

U.D.O. e as forças armadas alemãs também estão falando a mesma língua quando se trata da mensagem de “We Are One”. Para as Forças Armadas alemãs internacionais, os compromissos e a proteção do meio ambiente são dois pontos principais de foco. Antigas áreas militares estão se tornando reservas naturais integrais. Os soldados são recrutados para combater incêndios florestais e desastres ecológicos. As Forças Armadas Alemãs também estão apoiando a proteção das regiões costeiras da Alemanha, monitorando o espaço aéreo para protegê-lo das pessoas que poluem o oceano. “Várias músicas estão apontando os problemas que temos com a poluição do meio ambiente. Nós realmente temos algumas palavras pesadas sobre nossa responsabilidade global”, diz Scheibling. “Nunca antes palavras críticas contra o exagero mundial do consumo ou toda essa loucura cibernética foram tão altas. Nunca antes a voz contra o protecionismo, o nacionalismo e a direita foi tão intensa. Vamos unir forças para um planeta melhor, somos um”.»

https://www.metalrevolution.net/blog/20 ... er-baltes/

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José Sousa
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Re: Udo Dirkschneider

Mensagempor José Sousa » segunda ago 24, 2020 1:03 pm








CarlosR
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Re: Udo Dirkschneider

Mensagempor CarlosR » quarta mai 05, 2021 3:23 am

As músicas de “We Are One” são sobre os diferentes desafios que estamos enfrentando atualmente, as mudanças climáticas (“Future Is The Reason Why”), os movimentos mundiais de refugiados (“Children Of The World”) ou a poluição do meio ambiente (“Mother Earth”). Ver https://ssstwitter.com/pt

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Vooder
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Re: Udo Dirkschneider

Mensagempor Vooder » quarta mai 05, 2021 10:03 am

Enquanto projecto próprio só conheço o "Animal House" e gosto bastante.
ImagemImagemImagem
VENDE-SE Enslaved/Ephel Duath/Agalloch/Therion/HateSphere e mais cenas

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Re: Udo Dirkschneider

Mensagempor Keeper » sexta mai 14, 2021 9:37 pm

Se você gostou desse álbum pode ouvir os outros também, já que eles são daquele tipo de banda que praticamente nunca muda o som, hehe.
"There ain't no way to stop us
and you'll never kill our pride
'cause it's not only music
it's a chosen way of life!"

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Re: Udo Dirkschneider

Mensagempor INGVARR » quinta mai 20, 2021 1:52 pm

Aqui em minha cidade tinha um bar de metaleiro e motoqueiros. O nome era Mad Bar. Fechou depois da 400a briga entre punks e neonazistas. Era uma espelunca, com um banheiro unissex todo mijado e vomitado. Na frente sempre havia umas 200 Harleys, além de góticas e aqueles caras que se parecem com vikings. O dono tinha seu nome de batismo, mas todos o conheciam por "Mad". Era um velho com um anel em cada um dos dedos na mão, com tatuagem em todas as partes do corpo. Nunca vi aquele cara sóbrio na minha vida. E a primeira vez que eu ouvi o tal do Udo cantando eu pensei: "Cacete, parece o Mad bêbado cantando! Mas que bosta!". Porque o Mad cantava as músicas que tocavam no bar dele, atrás do balcão, todo entusiasmado. E era como o Udo - ou o Udo igual a ele. Aí eu concluí que o Udo soava como qualquer velho bêbado e podre. Uma desgraça.

OBS: Esta opinião reflete tão somente o pensamento de seu autor, não possuindo qualquer força de lei e tampouco pretensão de se impor como verdade universal.


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