Sepultura: tópico oficial (Reset à poll)

Secção para discussão sobre bandas.

Moderador: GoncaloBCunha

Album Favorito:

Bestial Devastation
0
Sem votos
Morbid Visions
2
6%
Schizophrenia
1
3%
Beneath The Remains
14
45%
Arise
6
19%
Chaos A.D.
5
16%
Roots
2
6%
Against
0
Sem votos
Nation
0
Sem votos
Roorback
0
Sem votos
Dante XXI
0
Sem votos
A-Lex
0
Sem votos
Kairos
0
Sem votos
The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart
1
3%
Machine Messiah
0
Sem votos
 
Total de votos: 31

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Nadasdy
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Sepultura: tópico oficial (Reset à poll)

Mensagempor Nadasdy » quinta set 18, 2008 7:23 am

Quando a maldição foi lançada, poucos imaginavam que aqueles despretensiosos garotos iriam voar tão longe. Como muitos sabem o SEPULTURA nasceu como uma brincadeira no começo dos anos 80 na cidade de Belo Horizonte. Mas o destino foi generoso, e não brincava, quando colocou no caminho do metal Paulo Jr. (bx), Jairo Guedez (g), Max (g) e Igor Cavalera (bt).

O Death Metal Brasileiro ainda engatinhava quando o SEPULTURA lançou sua primeira gravação, o famoso split álbum BESTIAL DEVASTATION/SÉCULO XX (85), dividido com os conterrâneos mineiros do OVERDOSE. Músicas extremas como'‘Bestial Devastation' e 'Antichrist' mostravam à que vinha a banda, e começava a crescer uma legião de fãs pelo Brasil. Após este primeiro passo, foi inevitável ao SEPULTURA realizar a grande experiência musical da banda de metal surgida do nada, um disco próprio.

E nasceu MORBID VISIONS (86), um álbum memorável, apesar da produção precária. Como na gravação anterior há bons riffs e músicas, um exemplo é o hino 'Troops of Doom'. O disco proporcionou o começo dos shows pelo Brasil, mas também a despedida de Jairo Guedez.

O SEPULTURA crescia com uma velocidade sem precedentes na cena brasileira. E conseguiram sem demora preencher a vaga deixada por Jairo, com o excelente músico Andreas Kisser, dotado de um estilo inovador e arrojado. Foi em seguida lançado SCHIZOPHRENIA(87), um álbum cheio de gás novo que logo tornou-se um marco do metal brasileiro devido á boa produção e músicas marcantes ( 'Escape to the void' e a instrumental 'Inquisition Symphony', entre outras). Em turnê, a banda foi escalada para tocar em lugares de difícil acesso, como Manaus no Amazonas.

A partir deste ponto o SEPULTURA passou a despertar interesse mundial. O furor provocado pelo SCHIZOPHRENIA fez com que houvesse um lançamento pirata do disco por uma gravadora européia, que chegou á inacreditável marca de 30.000 cópias vendidas (porém sem a banda poder usufruir dos direitos autorais).

Após a boa repercussão do disco de 1987, o SEPULTURA continuou a galgar os degraus da fama, assinando um contrato de longos anos com a gravadora Holandesa RoadRunner. Isso possibilitou à banda gravar aquele que veio a ser um dos discos mais respeitados da história do metal mundial. BENEATH THE REMAINS(89), é até hoje uma grande referência. Foi gravado no Brasil, e apesar do orçamento apertado trouxeram o produtor norte-americano Scott Burns. Ele foi uma peça fundamental devido á sua experiência. Proporcionou condições favoráveis de trabalho para a banda e os ensinou a trabalhar como profissionais, passando informações valiosas aos músicos iniciantes. O produtor mixou e masterizou o trabalho em sua terra natal, algo inédito para uma banda de metal brasileiro na época.

Lançado o disco o SEPULTURA partiu para sua primeira turnê internacional, viajando pela Europa junto com os alemães do Sodom, Estados Unidos, e México. A banda chamou atenção por onde passou e seu nome despontou na mídia mundial. Nesta turnê encontraram uma de suas fontes de inspiração, Lemmy Kilmister e seu Motörhead, cruzaram o muro de Berlim ainda na época da guerra fria, e até conheceram o Metallica (banda muito forte na época). Foi gravado nesta época o primeiro vídeo clipe do SEPULTURA, 'Inner Self ', que tal qual 'Mass Hypnosis' e ‘Beneath the Remains’, tornou-se um clássico da banda.

A história continua com o disco ARISE (91). Curiosamente ele foi lançado antes no Brasil devido ao festival Rock in Rio II, no qual o SEPULTURA foi um dos destaques. Esta versão antecipada leva o título ARISE ROUGH MIXES.

Logo a apresentação no Rio a banda promoveu um show gratuito em São Paulo na praça Charles Müller em frente ao estádio do Pacaembu. A audiência de aproximadamente quarenta mil pessoas mostra a força que o SEPULTURA já possuía. Infelizmente algumas pessoas confundiram o espírito de confraternização dos fãs, e um rapaz foi assassinado. Esta fatalidade criou um falso mito sobre o público da banda, que repercutiu por muitos anos negativamente fazendo com que muitos produtores de shows Brasileiros temessem marcar shows com o grupo.

No exterior, por sua vez, a turnê do ARISE foi longa e passou por lugares longínquos e inéditos como Grécia e Japão. Na Austrália foi lançado um dos primeiros singles oficiais da banda, o ‘Third World Posse’. Outros singles deste álbum são 'Under Siege' e 'Dead Embryonic Cells'.

Na Holanda tocaram estrearam em um festival internacional de grande repercussão, o ‘Dynamo Open Air’, para mais de trinta mil pessoas. E atraíram mais de 100.000 fãs, nas duas apresentações feitas em estádios, quando estiveram na Indonésia. Lá também foram premiados com fitas cassetes de ouro pelas excelentes vendas.

Gravaram os clipes de ‘Arise’ e ‘Dead Embryonic Cells’, e lançaram seu primeiro home-vídeo, ‘Under Siege’, que foi gravado em Barcelona, Espanha. Com todos estes acontecimentos ligados ao disco ARISE o SEPULTURA firmou seu nome mundo a fora.

CHAOS A.D. (93) foi um dos passos mais importantes da história da banda. O SEPULTURA optou por um lado musical nunca antes explorado, misturando seu som brutal com elementos de música popular e com isto definiram a linha musical de vanguarda que se tornou sua marca registrada.

O lançamento do CHAOS A.D. foi em grande estilo, em um castelo medieval na Inglaterra e com a presença de boa parte da imprensa mundial. O SEPULTURA foi capa de muitas revistas por todo o mundo. Nesta turnê a banda foi até Israel gravar o clipe da música ‘Territory’, também lançada como single. Este vídeo foi eleito o melhor Vídeo Clipe do ano pela MTV Brasil, que levou a banda á Los Angeles para receber o astronauta de prata.

Outros clipes/singles tirados deste álbum foram ‘Refuse/Resist’ e ‘Slave New World’, e o home-vídeo ‘Third World Chaos’.

Nesta turnê o SEPULTURA foi a primeira banda de Metal da América Latina a se apresentar no famoso e tradicional festival “Monsters of Rock”, no Donington Park, Inglaterra. E também a primeira banda do Brasil a tocar na Rússia.

De volta á terra natal a banda foi convidada a tocar no festival ‘Hollywood Rock’ só após um abaixo-assinado feito pelo fã clube oficial brasileiro. Isso devido ao boicote por parte dos organizadores do evento, amedrontados com triste incidente em SP anos atrás.

Outro momento que deve ser registrado é o projeto paralelo de Max e Alex Newport, NAILBOMB, que teve o suporte de Andreas, Igor e Dino Cazares. A dupla lançou um disco, POINT BLANK, e se apresentou no ‘Dynamo Open Air’. O que resultou no Disco ao Vivo PROUD TO COMMIT COMMERCIAL SUICIDE, virando algo culto entre os fãs da banda.

concepção do disco ROOTS (96) começou com a experiência musical e espiritual que o SEPULTURA teve com a tribo dos índios XAVANTES. A música 'Itsari' foi gravada na Aldeia Pimentel Barbosa no ano de 1995, ás margens do Rio das Mortes no Estado de Mato Grosso. Já o restante do álbum foram feitas em Malibu no estúdio Índigo Ranch, dotado de instrumentos de idade avançada, e fazendo da gravação a mais crua o possível.

Neste disco a banda mergulhou fundo nas experiências musicais. Os clipes/singles foram 'Roots Bloody Roots' gravado na cidade de Salvador; 'Attitude' que teve fotos de tatuagens de fanáticos por SEPULTURA como capa e contou com a participação especial da família Gracie no vídeo clipe. 'Ratamahatta' foi um clipe diferente de todos os anteriores do SEPULTURA, feito todo em animação gráfica computadorizada. Ainda foi lançado o disco duplo THE ROOTS OF SEPULTURA, no qual um dos discos conta boa parte da história musical da banda, e o segundo é o álbum ROOTS.

O SEPULTURA continuava fazendo suas incansáveis turnês pelo mundo, só que o ambiente interno era de desgaste. A banda foi convidada para se apresentar nos maiores festivais europeus, e novamente no 'Monsters of Rock' como uma das principais atrações. Porém o destino impediu Max de se apresentasse no festival, já que o grande amigo da banda, filho da empresária e afilhado do vocalista (Dana Wells) havia falecido. E em uma das mais importantes apresentações da carreira da banda o SEPULTURA estava como um trio. Neste dia contaram com a ajuda de diversos amigos para conseguir fazer o show, pois a notícia havia sido um grande choque para todos.

O público presente entendeu a situação e fez um minuto de silêncio a pedido da banda, uma cena que dificilmente se repetirá com tamanha multidão.

Após um breve luto, o SEPULTURA precisou voltar a estrada, pois haviam muitos compromissos agendados. A banda estava no topo da pirâmide e o respeito e admiração que desfrutavam era fora do comum. Infelizmente os constantes desentendimentos com sua empresária Glória, que é esposa do Max, fizeram a banda chegar numa encruzilhada, e a Sepultribo se separou. Andreas, Igor e Paulo tinham a convicção de que a empresária já não estava mais os representando do jeito que deveria e comunicaram sua decisão de não renovar seu contrato de trabalho. Havia a opção de que ela continuar a cuidar dos interesses de Max. Ele não aceitou a decisão dos companheiros e abandonou o SEPULTURA, achando estar sendo injustiçado. A partir de então as trevas caíram sobre o SEPULTURA e o futuro era incerto.

Com o tempo a banda acostumou-se á nova situação imposta. Sabia que não iria parar o trabalho de uma vida toda dessa forma e tampouco podiam deixar seus fãs órfãos. O SEPULTURA é mais que entretenimento, é uma ideologia. E assim que puderam começaram a escrever seu próximo álbum, como um trio. Max formou sua própria banda (SOULFLY).

Igor, Paulo e Andreas passaram a escrever de uma nova forma. Agora o baixo ganhou uma importância ainda maior, como base das músicas. Andreas assumiu os vocais, mas nunca havia cantado antes e não se sentiu á vontade no posto. Decidiram encontrar um novo vocalista para o SEPULTURA.

As fitas de demonstração chegaram em grande quantidade aos escritórios da RoadRunner, e o processo de seleção não foi fácil. Um pequeno grupo de finalistas foi selecionado, e os candidatos receberam uma fita com músicas nas quais deveriam trabalhar (inclusive escrevendo letras) antes de encontrarem a banda para os testes. Os testes finais aconteceram no Brasil, porque para fazer parte do SEPULTURA é imprescindível gostar do país e se identificar com a cultura local. Também foi levado em conta a integração e a afeição entre o grupo.

Desde o começo da procura, a voz e a aparência de Derrick Green impressionou. Quando ele esteve no Brasil para os testes sentiu-se em casa, virou Palmeirense, e se entendeu extremamente bem com a banda. Ele preenchia todos os requisitos necessários, e se tornou parte da família.

A maior parte das músicas já estava pronta, esperando a gravação dos vocais, e a banda estava sob pressão para lançar o disco, mas trabalharam buscando a perfeição. Em 1998 foi lançado AGAINST, um álbum empolgante, de composições e letras fortes. Muitos sentimentos foram traduzidos neste disco, o resgate da autoconfiança, a vontade da volta à estrada.

AGAINST contou com a participação de amigos de longa data da banda. João Gordo em ‘Reza’ e Jason Newsted em ‘Hatred Aside’; e também o grupo de percussão japonês KODO hospedou a banda na ilha de Sado, onde vivem, e lá gravaram a faixa ‘Kamaitachi’.

Era chegada a hora de reencontrar fãs e deixar claro que as fofocas propagadas pela mídia (que anunciou o fim da banda) não passavam de grandes mentiras. O primeiro show do AGAINST foi um grande evento beneficente em São Paulo, o BARULHO CONTRA FOME.

Apesar de feito vários shows com suas antigas bandas, o Derrick nunca havia se apresentado para um público tão fiel, exigente e numeroso como os fãs brasileiros do SEPULTURA. Para tanto a banda ensaiou tocando em uma casa de shows pequena em Los Angeles (Brick by Brick), usando o nome ‘TROOPS OF DOOM’.

O BARULHO CONTRA FOME foi um grande sucesso, que os 30.000 fãs presentes lembrarão para sempre. Convidados muito especiais tocaram aquele dia. Mike Patton veio da Itália para o show. Jason Newsted veio dos Estado Unidos. E os índios Xavantes enfrentaram a selva de pedra da metrópole. Carlinhos Brown veio da Bahia. Jairo Guedez matou as saudades da ex - banda, e o lendário Zé do Caixão abençoou a banda. A crítica e a empolgada audiência receberam calorosamente o Derrick na Sepultribo.

Saíram do AGAINST os singles ‘TRIBUS’, ‘AGAINST’ e ‘CHOKE’ (este último ganhou um vídeo clipe gravado durante o BARULHO CONTRA FOME). A turnê rodou o mundo todo e foi bem sucedida. O SEPULTURA tocou pela primeira vez com os gigantes do metal SLAYER, pondo fim ao mito sem fundamentos de que as bandas não se davam bem. E para a alegria dos fãs brazucas de longa data fizeram uma turnê nacional, após anos de espera.

Finda a turnê os quatro músicos estavam ansiosos para começar a trabalhar o próximo disco. A época do AGAINST será sempre lembrada como o oxigênio da carreira do SEPULTURA, inspirado quando mais precisaram e que lhes deu força para construir toda uma Nação.

NATION (2001) é um álbum que já nasce vitorioso e brilhante, inclusive como disco de ouro. Andreas, Paulo, Derrick e Igor criaram um lugar utópico, para as pessoas que importam: fãs, amigos e famílias. A letra de ‘SEPULNATION’ é auto-explicativa, a música do SEPULTURA é sua arma, e eles a usam com destreza.

Graças á ajuda da vasta Sepultribo na Internet, a banda foi convidada para tocar na terceira edição do Rock in Rio. Lá o NATION foi apresentado á multidão de 150.000 pessoas, não havia um ser que não estivesse empolgado naquela memorável noite de janeiro (apesar de alguns veículos da imprensa nacional ainda não aprenderem a respeitar um dos maiores fenômenos da música brasileira, o mundo viu com certeza o poder de fogo que os espera). Entraram no palco ao som do hino ‘VALTIO’, feito com a colaboração dos músicos finlandeses do APOCALYPTICA.

Também colaboraram na Nação os músicos Jello Biafra e Dr. Israel, e quota pensamentos de gente brilhante (Madre Teresa de Calcutá, Albert Einstein, Gandhi e o 14o Dalai Lama).

O disco mostra um SEPULTURA maduro, cicatrizado e consciente. Resultado da estabilidade proporcionada por Derrick, que participou ativamente na composição do álbum. Seu crescimento na banda é explícito.

http://sepultura.uol.com.br/v6/pt/biography.php

A odisséia pelo Inferno, Purgatório e Paraíso narrada por Dante Alighieri no livro A Divina Comédia não poderia ganhar melhor trilha sonora. A viagem alucinante à qual se lançou o personagem Dante, guiado pelo poeta Virgílio e inspirado pelo amor de sua musa Beatriz, é refeita musicalmente pelo som pesado da banda Sepultura, em seu novo CD Dante XXI (SPV Records). Dentro da discografia da banda made in Brazil, mas com fama internacional, Dante XXI figura como seu terceiro álbum, digamos, temático. Eles já haviam feito algo do gênero em Roots (de 1996), inspirados pela cultura brasileira e africana, e depois em Nation (de 2001), em que flertavam com uma nação utópica. Para o guitarrista Andreas Kisser, a escolha de um caminho para o disco acaba sendo necessária. "Você chega a um ponto de escrever por escrever, fica sem sentido", diz.


A solução do tema partiu do vocalista Derrick Green, que puxou pela memória o estudo de A Divina Comédia nos tempos do colégio. Idéia acatada, todos se voltaram à obra, principalmente Kisser, que se aprofundou no assunto. Envolvidos em trilhas para cinema há tempos, tanto Kisser quanto o restante do Sepultura transferiram um pouco dessa experiência para o novo trabalho. "A idéia era fazer a trilha para o livro", conceitua o baixista Paulo Xisto. Chamaram um parceiro recorrente nessas trilhas, André Moraes, para se encarregar da orquestração do CD. Ele cuidou dos arranjos mais elaborados, que requereram instrumentos nada usuais na sonoridade crua da banda, como celo e piano, estes utilizados para dar diferenciação às passagens do Purgatório e do Paraíso. "A sonoridade da parte do Inferno foi mais familiar, usamos elementos da banda, como bateria, baixo, guitarra", explica Kisser. O ex-baterista Igor Cavalera aparece nos créditos, mas decidiu abandonar a banda antes do início da turnê. Em seu lugar, entrou Jean Dolabella. Segundo Kisser, a saída de Iggor não foi tão traumática quanto a de Max, porque ele já vinha dividindo com os demais seu desejo de sair do Sepultura. "A gente estava esperando isso acontecer. Ele não estava demonstrando interesse em se dedicar à turnê", completa Xisto. Situação delicada, já que banda fica a maior parte do tempo na estrada. A turnê do novo CD, por exemplo, tem previsão de durar cerca de um ano e meio.

Com esse álbum a banda fez uma turnê mundial por onde tocou pela primeira vez na Índia. Esta turnê da banda, feita para a divulgação do álbum Dante XXI, passou por diversos países na Europa, América do Norte e América Latina, totalizando mais de 100 shows. Em 2007 o grupo foi atração em alguns festivais no Brasil, como Abril Pro Rock, em Recife, e Porão do Rock, em Brasília. A banda está preparando seu mais novo álbum, Andreas Kisser falou em 2007 sobre o lançamento do novo álbum, para 2008. Kisser relatou que a banda voltou ao Brasil em agosto de 2007 para começar a escrever as músicas do próximo álbum, que deve ser lançado no final de 2008.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sepultura

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Re: Sepultura

Mensagempor ipecaco » quinta set 18, 2008 8:12 am

Descobri os Seps com o Beneath the Remains, segui a banda religiosamente até á saida do Max.
Não desgosto da nova "versão" de Sepultura (fdp de concerto em Corroios), mas a banda perdeu um pouco com a saida do Max.
No entanto são uma das minhas bandas favoritas e umas das bandas que me trouxeram para o Metauu.
Under a pale grey sky we shall arise!
If I speak at one constant volume, at one constant pitch, at one constant rhytim right into your ear, you still won't hear, you still won't hear.

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Re: Sepultura

Mensagempor Vooder [RIP 2011/01/03] » quinta set 18, 2008 8:26 am

Morbid Visions até Chaos A.D.
Não conheço mais nada, nem tenho curiosidade.

Votei Beneath the Remains.

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Re: Sepultura

Mensagempor Count Raven » quinta set 18, 2008 10:12 am

Votei beneath, mas o Arise também é um álbum fundamental.
When all else fails, "tás a amealhar pontos de metaleiro" will get you through the day.

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Re: Sepultura

Mensagempor diabox » quinta set 18, 2008 10:24 am

gosto de sepultura ate ao chaos, mas este ja nao ouço com tanta regularidade...

dificil dificil...
"where would we be without black sabbath?" justin E.W. MAD FER IT! dowhatthouwiltshallbethewholeofthelaw

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Re: Sepultura

Mensagempor UnderØath » quinta set 18, 2008 11:17 am

Apesar da minha song favorita de sepultura ser o slaves of pain tenho de votar o Arise porque :

1. Arise
2. Dead Embryonic Cells
3. Desperate Cry


Qdo me arranjarem 1 album com uma sequencia inicial assim...
xS3x - We Never Forget, We Never Forgive!
When two opposite points of view are expressed with equal intensity, the truth does not necessarily lie exactly halfway between them. It is possible for one side to be simply wrong.
Bota Géu

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Re: Sepultura

Mensagempor Nadasdy » quinta set 18, 2008 11:25 am

Votei no Arise :metal:
Tambem gosto muito do Beneath The Remains e mesmo do Chaos A.D. :jam:
Aqui vai uma malha das que mais curto:

:jam:
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Re: Sepultura

Mensagempor beastchild » quinta set 18, 2008 11:27 am

Tuff one...votei no "Arise", mas tudo até à primeira música do "Roots" é fundamental....o que veio a seguir é complicado falar, mesmo até do próprio "Roots", álbum q pôs a minha querida avó a dormir.
...people are what they do...not what seems they can do...

Magic The Gathering - Trocas e Vendas : viewtopic.php?f=4&t=26182&p=941233#p941233

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Re: Sepultura

Mensagempor ipecaco » quinta set 18, 2008 12:21 pm

Tou a ver que existe muito pessoal que não aprova o Derrick... para mim os Seps não são os mesmos depois da saida do Max, mas isto não quer dizer que os trabalhos que fizeram com o Derrick sejam maus.
Ninguém os viu com Slayer, no Sudoeste (onde fiquei com uma costela sopreposta :angry: e mais recentemente em Corroios?
São uma banda diferente, mas com um grande som e atitude em palco.
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Re: Sepultura

Mensagempor Lapeno Enriquez » quinta set 18, 2008 12:31 pm

Só conheço até ao Roots. o BtR e o Schizo são perfeitos (aquele riff inicial da Slaves of Pain :metal:). A partir daí depende das músicas, mas consigo encontrar pelo menos uma que goste em todos :)
...natasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatasnatas...
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Re: Sepultura

Mensagempor death in geres » quinta set 18, 2008 1:03 pm

Beneath The Remains!

A poll está 'esquisita'... compilções...


SepulturA é provavelmente, uma das melhores bandas de sempre!
Tenho dito!
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Re: Sepultura

Mensagempor Necurat » quinta set 18, 2008 1:09 pm

1. Arise
2. Dead Embryonic Cells
3. Desperate Cry


Qdo me arranjarem 1 album com uma sequencia inicial assim...

Tudo dito.
Mas também gosto muito do Against :ninja:
रघुपित राघव राजाराम पतित पावन सीताराम सीताराम सीताराम भज प्यारे तू सीताराम ईश्वर अल्लाह तेरो नाम सब को सन्मित दे भगवान

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Re: Sepultura

Mensagempor diabox » quinta set 18, 2008 1:13 pm

http://www.youtube.com/watch?v=3ycG63hjrxE&feature=related

duas das minhas bandas favoritas na mesma musica 8)
"where would we be without black sabbath?" justin E.W. MAD FER IT! dowhatthouwiltshallbethewholeofthelaw

http://www.myspace.com/paranoyadesign http://www.paranoyadesign.deviantart.com

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Re: Sepultura

Mensagempor The Einherjar » quinta set 18, 2008 1:43 pm

Schizophrenia..

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Re: Sepultura

Mensagempor Nadasdy » quinta set 18, 2008 2:08 pm

diabox Escreveu:http://www.youtube.com/watch?v=3ycG63hjrxE&feature=related

duas das minhas bandas favoritas na mesma musica 8)


Tambem sinto o mesmo 8)

Gosto muito desta versão ao vivo:
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