The Ransack - "Azrael"
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_carlos_
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Shore Escreveu:Critica na Lusitania de Peso
http://lusitaniadepeso.wordpress.com/20 ... k-azarael/
6/10
Quando comecei a ouvir o novo trabalho dos The Ransack, sinceramente não ia com grandes expectativas, atendendo ao concerto de apresentação do mesmo realizado meses antes (!!!??) da saida do mesmo, que presenciei.
E como tal, as minhas expectativas foram correspondidas, pois estamos perante um trabalho de death metal um tanto ou quanto monótono.
Se é verdade que o tema de abertura “Aftermath”, consegue sobressair, todos os outros temas são muito iguais, e não fosse o instrumental “Memento Mori”, na minha opinião o melhor momento do trabalho, pensaria que estava a ouvir a mesma música ao longo de vários minutos.
É de salientar, que os pequenos solos do Loki, vieram melhorar um pouco a sonoriedade da banda, mas não ao ponto de fazer a diferença em relação ao “Necropolis”.
Apesar de repetitiva, a bateria é tecnicamente muito bem conseguida, pena foi a produção que na minha opinião estraga em demasia o trabalho do Zeus.
Pontos positivos, os solos do Loki .
Ponto negativos, temas quase todos iguais e trabalho liricamente muito básico.
Aconselhavel só a fans da banda.
Agosto 6th, 2007
Author: Bruno Lopes
fds!!! nao concordo!!!!
o album ta mt bom!!!!! dos melhores k ouvi d bandas nacionais e k a vivo e do caralho!!!
- Shore
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Critica no Heavy Metal PT
“Azrael” é a estreia em formato LP dos The Ransack, quinteto oriundo de Barcelos/Braga e que conta com um primeiro EP (Necropolis) e uma já certa rodagem de palco. Sendo assim, estava na hora de dar aquele passo, o álbum. E ele aqui está. São 40 minutos bastante intensos, ambiciosos e do melhor death-metal (moderno) que se faz por cá.
O início dá-se com “Aftermath”, um tema muito bem conseguido e melhor escolhido para “single” pois representa o que vai acontecer nos próximos minutos. Aquele refrão “No Humans, No Gods” gritado - a plenos pulmões - pelo vocalista Shore, até arrepia! Pura descarga de raiva, sem dúvida, um dos melhores temas que ouvi em 2007. O comboio nesta altura já partiu a alta velocidade e “Roar” é o barulho sujo que emite. “Styx” é mais uma descarga com um solo delicioso a terminar e ”Homo Superior” tem uma middle section muito interessante antecedida pelo harmónico de chamada. Em “Blood Stain”, alguma acalmia, num regime mid-tempo. “Memento Mori” é um instrumental muito bem conseguido e, a par de “Aftermath”, é uma das pérolas desta rodela. “Exorcist” e “Psycho” são mais duas malhas bem conseguidas e chegamos a “Predator”, mais um momento inspirado em que a bateria marca aqui o seu lugar com os bombos a assumirem um papel simples mas original. “The Harbinger” e “Ammit” são as faixas que terminam o disco da forma como começou, isto é, com muito power. Entretanto, acrescento que, ao vivo, este material é muito intenso e suado. Obrigatório!
Bom, agora vamos lá por partes. Como aspectos positivos e acima de tudo, há que destacar as composições que são muito boas, mostrando caminho percorrido e objectividade, sem palha a encher. Pura e simplesmente, “in your face!”. Há diversidade nas músicas, apesar de - por vezes - andarem muito num ritmo "corrido" de dois bombos. Boas composições mas os Ultrasound Studios poderiam ter elevado ainda mais a qualidade das músicas e como aspectos menos positivos deste trabalho, saliento a produção, mistura e masterização de Daniel Cardoso, que soa, por vezes, demasiado artificial, retirando alguma individualidade/personalidade aos temas. Acho que é o que falta aqui, algo de mais orgânico, no geral. As guitarras estão com acentuado chorus/reverb e com poucos graves, entenda-se corpo. A bateria foi muito puxada para a frente e também excessivamente trigada (bombos). O trabalho de mistura também poderia ter sido melhor não existindo elementos de destaque ao longo das músicas, estando tudo muito ao mesmo nível. Há solos, leads e outros pormenores que podiam “furar” mais. Por exemplo, no instrumental, “Memento Mori”, poderia ter havido mais diversidade sonora nas distorções e semi-acústicos, este que é um excelente tema para isso.
Como aspectos secundários, saliento o facto de as letras terem ficado um pouco “desaparecidas” no livreto. O efeito até tem a sua piada mas não conseguir ler alguns dos conteúdos estraga um pouco esse efeito. “Azrael” é um bom título mas também aqui, poderiam - talvez - ter ido um pouco mais longe, visto já existir um álbum nacional (passado recente) com este nome. Mas isto é um pormenor, um capricho meu. Até que ponto é discutível o título dum álbum?
Resumindo, estas músicas mereciam ainda mais e melhor trabalho de produção e afins por parte dos Ultrasound e de Daniel Cardoso. Ficamos com a sensação que pegou num template e o aplicou a todas as músicas tornando o resultado final - em termos sonoros - um pouco igual. De qualquer maneira, é um bom álbum e que esmaga grande parte da concorrência. Tomara muitas!
“Death lives in us!”
8/10
http://www.heavymetalpt.com/index.php?o ... &Itemid=48
“Azrael” é a estreia em formato LP dos The Ransack, quinteto oriundo de Barcelos/Braga e que conta com um primeiro EP (Necropolis) e uma já certa rodagem de palco. Sendo assim, estava na hora de dar aquele passo, o álbum. E ele aqui está. São 40 minutos bastante intensos, ambiciosos e do melhor death-metal (moderno) que se faz por cá.
O início dá-se com “Aftermath”, um tema muito bem conseguido e melhor escolhido para “single” pois representa o que vai acontecer nos próximos minutos. Aquele refrão “No Humans, No Gods” gritado - a plenos pulmões - pelo vocalista Shore, até arrepia! Pura descarga de raiva, sem dúvida, um dos melhores temas que ouvi em 2007. O comboio nesta altura já partiu a alta velocidade e “Roar” é o barulho sujo que emite. “Styx” é mais uma descarga com um solo delicioso a terminar e ”Homo Superior” tem uma middle section muito interessante antecedida pelo harmónico de chamada. Em “Blood Stain”, alguma acalmia, num regime mid-tempo. “Memento Mori” é um instrumental muito bem conseguido e, a par de “Aftermath”, é uma das pérolas desta rodela. “Exorcist” e “Psycho” são mais duas malhas bem conseguidas e chegamos a “Predator”, mais um momento inspirado em que a bateria marca aqui o seu lugar com os bombos a assumirem um papel simples mas original. “The Harbinger” e “Ammit” são as faixas que terminam o disco da forma como começou, isto é, com muito power. Entretanto, acrescento que, ao vivo, este material é muito intenso e suado. Obrigatório!
Bom, agora vamos lá por partes. Como aspectos positivos e acima de tudo, há que destacar as composições que são muito boas, mostrando caminho percorrido e objectividade, sem palha a encher. Pura e simplesmente, “in your face!”. Há diversidade nas músicas, apesar de - por vezes - andarem muito num ritmo "corrido" de dois bombos. Boas composições mas os Ultrasound Studios poderiam ter elevado ainda mais a qualidade das músicas e como aspectos menos positivos deste trabalho, saliento a produção, mistura e masterização de Daniel Cardoso, que soa, por vezes, demasiado artificial, retirando alguma individualidade/personalidade aos temas. Acho que é o que falta aqui, algo de mais orgânico, no geral. As guitarras estão com acentuado chorus/reverb e com poucos graves, entenda-se corpo. A bateria foi muito puxada para a frente e também excessivamente trigada (bombos). O trabalho de mistura também poderia ter sido melhor não existindo elementos de destaque ao longo das músicas, estando tudo muito ao mesmo nível. Há solos, leads e outros pormenores que podiam “furar” mais. Por exemplo, no instrumental, “Memento Mori”, poderia ter havido mais diversidade sonora nas distorções e semi-acústicos, este que é um excelente tema para isso.
Como aspectos secundários, saliento o facto de as letras terem ficado um pouco “desaparecidas” no livreto. O efeito até tem a sua piada mas não conseguir ler alguns dos conteúdos estraga um pouco esse efeito. “Azrael” é um bom título mas também aqui, poderiam - talvez - ter ido um pouco mais longe, visto já existir um álbum nacional (passado recente) com este nome. Mas isto é um pormenor, um capricho meu. Até que ponto é discutível o título dum álbum?
Resumindo, estas músicas mereciam ainda mais e melhor trabalho de produção e afins por parte dos Ultrasound e de Daniel Cardoso. Ficamos com a sensação que pegou num template e o aplicou a todas as músicas tornando o resultado final - em termos sonoros - um pouco igual. De qualquer maneira, é um bom álbum e que esmaga grande parte da concorrência. Tomara muitas!
“Death lives in us!”
8/10
- death in geres
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Após ouvir muitas vezes este disco, e de já ter visto os The Ransack por duas vezes, ambas posteriormente á edição de Azrael [para as fãs tenho a dizer que eles ao vivo são mais feios, parecem mais altos e magros nas fotos... mas não...] deixo finalmente aqui o meu comentário:
A capa, sinceramente, não faço ideia do que é aquilo, mas dá uma sensação imediata de movimento, de caos... mas olhando melhor dá uma sensação de tranquilidade... não sei explicar, mas a capa está mesmo excelente, a mim transporta-me para duas atmosferas diferentes...
Quanto ao álbum, vamos lá...
Aqueles primeiros 3 minutos e 29 segundos são arrasadores, Death Metal moderno como deve ser, sempre a abrir do principio ao fim, um refrão que fica facilmente na cabeça, tal é o poderio de AFTERMATH, o tema que abre o álbum. Na minha opinião é a grande malha deste excelente disco dos The Ransack.
Depois desses 3:29 chega ROAR, ritmo absolutamente frenético, com a guitarra e a bateria a 'dar-lhe' bem, penso que se a guitarra estivesse um bocado mais alta não se perdia nada, mas a voz do Shore aqui manda uma raiva assustadora, como em todos os outros temas, grande vozeirão que o homem tem, ao vivo ainda é mais impressionante...
Seguidamente vem STUN, a musica mais curta do álbum, talvez a mais agressiva, na linha das anteriores, sempre a rasgar.
HOMO SUPERIOR tem um ritmo bem agradável, mesmo naqueles momentos menos rápidos a guitarra tá que é uma maravilha e depois... Grande devastação!
BLOOD STAIN talvez levante um bocadinho o pé do acelerador, mas o poder vocal aqui aqui está bem patente, num tema mais lento, a agressividade está lá toda. "NO FUCKING IDOLS NO FUCKING GODS" [creio que este tema tem especial significado para alguém dos The Ransack
respect
]
O sexto tema é MEMENTO MORI, um instrumental de 4 minutos e 16 segundos, muito bem conseguido, em ritmo crescendo até ao fim!
Com isto passamos metade do album.
Chega EXORCIST um dos grandes temas do album, começa devagar, acelera a meio com muita raiva e assim continua!
PSYCHO segue a mesma linha do anterior, com mudanças de ritmo muito bem conseguidas, instumentalmente está soberbo este tema!
PREDATOR começa com uma sirene logo depois dá-nos um frenético ritmo de bateria acompanhado pela guitarra e a voz não destoa o baixo aqui também tem um excelente papel, mas penso que poderia estar com mais destaque.
THE HARBINGER é Death Metal sem merdas a partir tudo, bem directo!
Faixa 11 AMMIT, com aquela que talvez seja a musica mais pesada do disco chegamos ao fim, ritmo bem acelarado, a voz bem pesadona...
Excelente final para este AZRAEL!
Sintetizando este AZRAEL dos THE RANSACK está simplesmente brutal, é dos meus álbuns preferidos deste ano; em termos de lançamentos nacionais está no top do que melhor se faz por cá, sem duvida, apesar de serem novos e este ser apenas o seu primeiro Longa Duração é um excelente disco de Death Metal para quem gosta de Death Metal, directo, sem florzinhas e nem ambientes... é devastar da 1ª á ultima musica!
Em 10 dava 9. Gosto mesmo muito do álbum!
Quem ainda não ouviu recomendo, nos concertos apanha-se a bom preço...
E ao vivo a loucura é ainda melhor, torna-se ainda mais agressivo e directo!
A gente ve-se por aí... haja cerveja!
A capa, sinceramente, não faço ideia do que é aquilo, mas dá uma sensação imediata de movimento, de caos... mas olhando melhor dá uma sensação de tranquilidade... não sei explicar, mas a capa está mesmo excelente, a mim transporta-me para duas atmosferas diferentes...
Quanto ao álbum, vamos lá...
Aqueles primeiros 3 minutos e 29 segundos são arrasadores, Death Metal moderno como deve ser, sempre a abrir do principio ao fim, um refrão que fica facilmente na cabeça, tal é o poderio de AFTERMATH, o tema que abre o álbum. Na minha opinião é a grande malha deste excelente disco dos The Ransack.
Depois desses 3:29 chega ROAR, ritmo absolutamente frenético, com a guitarra e a bateria a 'dar-lhe' bem, penso que se a guitarra estivesse um bocado mais alta não se perdia nada, mas a voz do Shore aqui manda uma raiva assustadora, como em todos os outros temas, grande vozeirão que o homem tem, ao vivo ainda é mais impressionante...
Seguidamente vem STUN, a musica mais curta do álbum, talvez a mais agressiva, na linha das anteriores, sempre a rasgar.
HOMO SUPERIOR tem um ritmo bem agradável, mesmo naqueles momentos menos rápidos a guitarra tá que é uma maravilha e depois... Grande devastação!
BLOOD STAIN talvez levante um bocadinho o pé do acelerador, mas o poder vocal aqui aqui está bem patente, num tema mais lento, a agressividade está lá toda. "NO FUCKING IDOLS NO FUCKING GODS" [creio que este tema tem especial significado para alguém dos The Ransack
respect
]
O sexto tema é MEMENTO MORI, um instrumental de 4 minutos e 16 segundos, muito bem conseguido, em ritmo crescendo até ao fim!
Com isto passamos metade do album.
Chega EXORCIST um dos grandes temas do album, começa devagar, acelera a meio com muita raiva e assim continua!
PSYCHO segue a mesma linha do anterior, com mudanças de ritmo muito bem conseguidas, instumentalmente está soberbo este tema!
PREDATOR começa com uma sirene logo depois dá-nos um frenético ritmo de bateria acompanhado pela guitarra e a voz não destoa o baixo aqui também tem um excelente papel, mas penso que poderia estar com mais destaque.
THE HARBINGER é Death Metal sem merdas a partir tudo, bem directo!
Faixa 11 AMMIT, com aquela que talvez seja a musica mais pesada do disco chegamos ao fim, ritmo bem acelarado, a voz bem pesadona...
Excelente final para este AZRAEL!
Sintetizando este AZRAEL dos THE RANSACK está simplesmente brutal, é dos meus álbuns preferidos deste ano; em termos de lançamentos nacionais está no top do que melhor se faz por cá, sem duvida, apesar de serem novos e este ser apenas o seu primeiro Longa Duração é um excelente disco de Death Metal para quem gosta de Death Metal, directo, sem florzinhas e nem ambientes... é devastar da 1ª á ultima musica!
Em 10 dava 9. Gosto mesmo muito do álbum!
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Aí está. Gerês com 10 Super Bocks na moina e fala, fala, fala...
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Pathologist Escreveu:Aí está. Gerês com 10 Super Bocks na moina e fala, fala, fala...
E mesmo assim não diz nada de jeito esse gajo!

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_sSnake_ Escreveu:death in geres Escreveu:Seguidamente vem STUN...
(...)
Chega EXORCIST...
Só uma pequena correcção .. é Styx e Exorcise
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Isto é assim,eu pego no cd ponho o a rolar e vem me logo aquela "aftermath"...que som caralho!!! Behold now....THE AFTERMATH!!!!!
"no humans,no gods,survive the time...no humans,no gods,survive the mind!!!" Tornou se na ultima semana o album mais rodado da minha playlist,quanto a mim dos melhores trabalhos este ano no metal nacional!

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NotTooPretty
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