Sonata Arctica - "Stones Grow Her Name" (2012)
Enviado: sábado jun 02, 2012 12:15 am
"E eis que chega ao mercado o muito esperado sétimo álbum dos finlandeses Sonata Arctica, e desde já estão de parabéns. Não propriamente por terem conseguido fabricar um produto de excelência, mas sim por nos presenciarem com um dos discos mais desequilibrados que já tive a oportunidade de ouvir. É difícil, quando finalmente temos consciência de tudo o que se passa aqui, não pensar que algo correu incrivelmente mal desta vez.
Para trás ficam os arrojos sinfónicos e teatrais do excelente The Days of Grays, e em compensação temos em Stones Grow Her Name um híbrido entre uma continuação de Reckoning Night e um piscar de olho ao passado ainda mais distante da banda. O que dá a entender é que na consciência de Tony Kakko existe uma voz que lhe acena com os euros, e o regresso dos fãs que não acharam piada aos seus dois últimos discos, e uma outra que o instiga a continuar a libertar a sua mente criativa, e o seu lado mais complexo. Divaguemos portanto sobre estes 11 novos estados de Tony Kakko.
O início das hostilidades começa com Only The Broken Hearts (Make You Beautiful), um tema que não destoaria em Reckoning Night. Desde logo se nota que Elias Viljanen desta vez tem um papel bem maior no disco, com linhas de guitarra bem mais proeminentes do que no anterior e um solo bem conseguido. O refrão não sendo nada do outro mundo até se ouve bastante bem, ainda mais quando comparado com que vem a seguir. Shitload Of Money e Losing My Insanity é onde a coisa começa mesmo a descabar, com a primeira a ser uma espécie de tributo ao lado mais alegre de Gamma Ray, e a segunda chatinha e genérica, própria de uma banda de power metal de segunda categoria.
Quando finalmente começamos a perder a fé no disco, aparece Somewhere Close To You, uma faixa simplesmente brilhante, com os dramatismos típicos de The Days of Grays a conseguirem dar finalmente alguma cor ao disco, uma espécie de restaurar de fé para prosseguir com em frente, que mais uma vez sofre um rombo com I Have a Right, o seu tema de avanço, que tenta ser Paid in Full, mas que falha redondamente.(...)"
Ler a review completa em: http://www.metalimperium.com/2012/05/so ... -name.html
Para trás ficam os arrojos sinfónicos e teatrais do excelente The Days of Grays, e em compensação temos em Stones Grow Her Name um híbrido entre uma continuação de Reckoning Night e um piscar de olho ao passado ainda mais distante da banda. O que dá a entender é que na consciência de Tony Kakko existe uma voz que lhe acena com os euros, e o regresso dos fãs que não acharam piada aos seus dois últimos discos, e uma outra que o instiga a continuar a libertar a sua mente criativa, e o seu lado mais complexo. Divaguemos portanto sobre estes 11 novos estados de Tony Kakko.
O início das hostilidades começa com Only The Broken Hearts (Make You Beautiful), um tema que não destoaria em Reckoning Night. Desde logo se nota que Elias Viljanen desta vez tem um papel bem maior no disco, com linhas de guitarra bem mais proeminentes do que no anterior e um solo bem conseguido. O refrão não sendo nada do outro mundo até se ouve bastante bem, ainda mais quando comparado com que vem a seguir. Shitload Of Money e Losing My Insanity é onde a coisa começa mesmo a descabar, com a primeira a ser uma espécie de tributo ao lado mais alegre de Gamma Ray, e a segunda chatinha e genérica, própria de uma banda de power metal de segunda categoria.
Quando finalmente começamos a perder a fé no disco, aparece Somewhere Close To You, uma faixa simplesmente brilhante, com os dramatismos típicos de The Days of Grays a conseguirem dar finalmente alguma cor ao disco, uma espécie de restaurar de fé para prosseguir com em frente, que mais uma vez sofre um rombo com I Have a Right, o seu tema de avanço, que tenta ser Paid in Full, mas que falha redondamente.(...)"
Ler a review completa em: http://www.metalimperium.com/2012/05/so ... -name.html