Kamelot - "Silverthorn" (2012)
Enviado: sábado nov 03, 2012 9:08 pm
"Álbuns clássicos como "Karma", "Epica" e "The Black Halo", fizeram com que os Kamelot se tornassem uma das maiores forças, no que ao power metal diz respeito. A partir daqui a fasquia para o género e para a própria banda ficou bastante elevada. "Ghost Opera" não agradou a toda a gente. É um óptimo álbum que continuou a evolução dos Kamelot por caminhos um pouco mais góticos e negros, que foram iniciados no magnum opus da banda, "The Black Halo", mas o grande problema foram mesmo as expectativas elevadas dos fãs. "Poetry For The Poisoned" continuou a explorar a faceta mais dark da banda e é um álbum algo mal compreendido, mas, de facto, tem um alinhamento algo inconsistente, com alguns fillers pelo caminho mas não é de todo o pior trabalho da banda, é apenas diferente, quem acha isso não deve conhecer os primeiros três CDs dos Kamelot, esses sim fracos comparados com os posteriores trabalhos dos Kamelot. É verdade que a banda melhorou de álbum para álbum, até ao seu pico que é o "The Black Halo", mas também é verdade que os Kamelot tinham de continuar a sua evolução ao invés de fazerem um The Black Halo parte 2, porque (felizmente) não são uma banda de se repetir musicalmente.
A fantástica voz de Roy Khan foi decisiva para o sucesso dos Kamelot e as suas performances únicas e cheias de sentimento, sempre foram um dos factores que distinguiram a banda das outras do género. Sendo a voz do norueguês uma das marcas da sonoridade dos Kamelot, após a sua saída era importante encontrar alguém à sua altura, alguém que conseguisse cantar os temas da banda ao vivo e cuja performance em álbum não ficasse abaixo da de Roy Khan. Era importante sobertudo encontrar alguém com um timbre aproximado ao de Khan, que não desvirtuasse o som dos Kamelot. Esta era uma missão muito complicada e muitos fãs não acreditavam que fosse possível encontrar alguém à altura do carismático vocalista norueguês. O escolhido entre imensos candidatos foi o sueco Tommy Karevik, que também empresta a sua voz à música dos Seventh Wonder. Quem conhece os Seventh Wonder, sabe que o timbre natural de Tommy Karevik é diferente do de Roy Khan e isso ainda torna mais impressionante a sua performance no novo álbum dos Kamelot, porque o sueco conseguiu cantar durante a maior parte dos temas de um modo extremamente aproximado ao do norueguês, fazendo o ouvinte por diversos momentos esquecer-se completamente que está a escutar Kamelot sem Khan. Esse é o maior elogio que podemos fazer a Tommy Karevik, porque ao conseguir igualar a voz de Roy Khan, dá a certeza aos fãs que há futuro para a banda.
A banda de Tomas Youngblood e companhia, sabia de antemão que "Silverthorn" era um álbum decisivo para a sua carreira, por isso esmerou-se em termos de composição e performance e voltou um pouco atrás, à sonoridade mais power metal da fase intermédia da sua carreira, que lhe deu o reconhecimento como uma das melhores nesse género.(...)"
Ler a review completa em: http://www.metalimperium.com/2012/11/ka ... eview.html
A fantástica voz de Roy Khan foi decisiva para o sucesso dos Kamelot e as suas performances únicas e cheias de sentimento, sempre foram um dos factores que distinguiram a banda das outras do género. Sendo a voz do norueguês uma das marcas da sonoridade dos Kamelot, após a sua saída era importante encontrar alguém à sua altura, alguém que conseguisse cantar os temas da banda ao vivo e cuja performance em álbum não ficasse abaixo da de Roy Khan. Era importante sobertudo encontrar alguém com um timbre aproximado ao de Khan, que não desvirtuasse o som dos Kamelot. Esta era uma missão muito complicada e muitos fãs não acreditavam que fosse possível encontrar alguém à altura do carismático vocalista norueguês. O escolhido entre imensos candidatos foi o sueco Tommy Karevik, que também empresta a sua voz à música dos Seventh Wonder. Quem conhece os Seventh Wonder, sabe que o timbre natural de Tommy Karevik é diferente do de Roy Khan e isso ainda torna mais impressionante a sua performance no novo álbum dos Kamelot, porque o sueco conseguiu cantar durante a maior parte dos temas de um modo extremamente aproximado ao do norueguês, fazendo o ouvinte por diversos momentos esquecer-se completamente que está a escutar Kamelot sem Khan. Esse é o maior elogio que podemos fazer a Tommy Karevik, porque ao conseguir igualar a voz de Roy Khan, dá a certeza aos fãs que há futuro para a banda.
A banda de Tomas Youngblood e companhia, sabia de antemão que "Silverthorn" era um álbum decisivo para a sua carreira, por isso esmerou-se em termos de composição e performance e voltou um pouco atrás, à sonoridade mais power metal da fase intermédia da sua carreira, que lhe deu o reconhecimento como uma das melhores nesse género.(...)"
Ler a review completa em: http://www.metalimperium.com/2012/11/ka ... eview.html
