Parlamento Europeu rejeita proibição das touradas

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raxx7
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Mensagempor raxx7 » terça out 17, 2006 1:26 pm

How so?

insult Escreveu:E quando quiséssemos, por exemplo, fazer uma greve por alguma razão e a mesma fosse ilegal, nem protestar poderíamos porque a Constituição Europeia assim o prevê.


Esclarece-me lá isto.
A minha memória da constituição está um bocado fraca -- só me lembro que não gostei -- mas não me lembro de ter visto nada parecido com isto.
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Mensagempor Lux-A [RIP] » terça out 17, 2006 2:27 pm

Salvo erro, os produtores de leite foram "forçados" a esses contratos.Talvez não directamente mas o facto de tal como dizes "ou aceitam ou mudam de ramo", ser uma forma de pressão usada, não valida em nada as condições a que estão sujeitos.Sobretudo quando são dadas cotas maiores a outros países.E tal como as áreas de pesca (se bem que pesquemos em alguns pontos espanhóis, eles são capazes de pescar ainda mais aqui) a obrigatoriedade de importações é outra maneira de legislarem indirectamente sobre nós.

insult [RIP]

Mensagempor insult [RIP] » terça out 17, 2006 2:29 pm

raxx7 Escreveu:How so?

insult Escreveu:E quando quiséssemos, por exemplo, fazer uma greve por alguma razão e a mesma fosse ilegal, nem protestar poderíamos porque a Constituição Europeia assim o prevê.


Esclarece-me lá isto.
A minha memória da constituição está um bocado fraca -- só me lembro que não gostei -- mas não me lembro de ter visto nada parecido com isto.


Não me recordo agora dos pormenores, mas lembro-me que fixei os condicionamentos ao direito à greve. Condicionamentos que levavam, em termos práticos, à supressão desse direito.
Mas tenho de ver se encontro isso, para poder esclarecer melhor.

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raxx7
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Mensagempor raxx7 » terça out 17, 2006 3:15 pm

Lux-A Escreveu:Salvo erro, os produtores de leite foram "forçados" a esses contratos.Talvez não directamente mas o facto de tal como dizes "ou aceitam ou mudam de ramo", ser uma forma de pressão usada, não valida em nada as condições a que estão sujeitos.Sobretudo quando são dadas cotas maiores a outros países.E tal como as áreas de pesca (se bem que pesquemos em alguns pontos espanhóis, eles são capazes de pescar ainda mais aqui) a obrigatoriedade de importações é outra maneira de legislarem indirectamente sobre nós.


Eu não gosto da PAC, mas a PAC não é um atentado à soberania nacional. É um mecanismo de protecionismo que passou de prazo. Os agricultores são "forçados" não pela instituição que é a UE mas sim pela conjuntura económica do mundo.

Ponhamos a coisa em perspectiva:
Face à competição de paises menos desenvolvidos (em que, essencialmente, os agricultores se dão por felizes com niveis de vida muito mais baixos que o nosso), a agricultura não é uma actividade que, no geral, possa dar aos agricultores europeus um nivel de vida comparável ao dos seus concidadãos envolvidos em actividades mais rentáveis.
O que nos deixa a nós, europeus, com duas escolhas: ou protegemos a agricultura ou nos tornamos dependentes das importações de comida e ficamos com um problema social enorme devido às centenas de milhar de familias que ficariam sem modo de ganhar a vida.
A escolha foi, obviamente, a 1ª opção: proteger a agricultura, através da famosa Politica Agricula Comum, com subsidios substanciais.
A PAC foi iniciada nos anos 80 e foi, para todos os efeitos, bem sucedida: a UE é auto-suficiente.
Contudo, a PAC hoje em dia é vitima do seu sucesso: uma vez que a UE se tornou auto-suficiente, tornou-se necessário gerir os excedentes. Dai, as cotas de produção.
Um dos problemas da PAC é exactamente a necessidade de atribuir cotas de produção aos vários paises, uma questão politicamente sensivel e complexa.
Outro problema da PAC é que os vários paises não se entendem quanto ao tipo de agricultura que querem proteger.

Uma alternativa que me agrada é passar a proteger a agricultura na UE através de taxas de importação pesadas em vez de subsidios à produção. A meu ver, é menos intrusivo a vários niveis: acaba-se com a questão das cotas e acaba-se com dumping de produtos europeus em paises com economias frágeis.

Claro que passar de subsidios para taxas de importação tem os seus problemas. A meu ver, o maior deles é que no processo, o preço (ao consumidor) dos produtos agricolas vai aumentar na mesma medida em que hoje em dia são subsidiados (ou seja, o vosso litro de leite vai passar a ser cerca de 1,30 EUR mais caro).
É claro que não dando subsidios, fica muito dinheiro livre para outras coisas, mas ao aumentar tanto o preço ao consumidor de bens tão básicos, o mais provável é gerar ondas de choque inflacionistas através da economia europeia.
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Lux-A [RIP]

Mensagempor Lux-A [RIP] » terça out 17, 2006 3:55 pm

Será que vai aumentar assim tanto?Ao terminarem as cotas e a obrigatoriedade de importações, pode-se passar a uma política auto-suficiente nesse campo.Ou seja, produzindo para nós e para nosso consumo.

Se importarmos só o estrictamente necessário (que não deve ser assim tanta coisa como isso), vamos invariavelmente poupar na taxa e "forçar-nos" a produzir para nós mesmo.Cortanto o dumping, cortam-se os malefícios de obrigatoriedades e é sabido que até nem somos um exponente em conta nas exportações agrícolas.

É claro que isso vai sempre gerar oscilações de preço, mas aqui convém saber gerir toda essa panóplia de variáveis.Voltando aos subsídios, o leite, o arroz e açúcar são os produtos que maiores subsídios recebem, mas posso adiantar-te que em 2000 os preços eram bem inferiores ao 1,30¤ que referes.

Enfim, é um ciclo vicioso que começou mal aderimos à UE.Apesar de não legislarem directamente, somos forçados a acatar as leis do mercado e aquilo que a UE dita.É um pouco como a história da Microsoft e das software houses por aí espalhadas.

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Mensagempor Lux-A [RIP] » terça out 17, 2006 4:06 pm

Actualmente e segundo o Official Journal of the European Union, o leite é subsidiado por cada 100kg e o preço actual é 18,61¤, vindo a cair para 18,15¤ em 2007.

insult [RIP]

Mensagempor insult [RIP] » terça out 17, 2006 4:12 pm

raxx7 Escreveu:Uma alternativa que me agrada é passar a proteger a agricultura na UE através de taxas de importação pesadas em vez de subsidios à produção. A meu ver, é menos intrusivo a vários niveis: acaba-se com a questão das cotas e acaba-se com dumping de produtos europeus em paises com economias frágeis.

Claro que passar de subsidios para taxas de importação tem os seus problemas. A meu ver, o maior deles é que no processo, o preço (ao consumidor) dos produtos agricolas vai aumentar na mesma medida em que hoje em dia são subsidiados (ou seja, o vosso litro de leite vai passar a ser cerca de 1,30 EUR mais caro).
É claro que não dando subsidios, fica muito dinheiro livre para outras coisas, mas ao aumentar tanto o preço ao consumidor de bens tão básicos, o mais provável é gerar ondas de choque inflacionistas através da economia europeia.


Tem razão sim senhor.
Além disso, na Europa existem países, incluindo o nosso, que não são auto-suficientes em termos agrícolas.

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Nattassha
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Mensagempor Nattassha » terça out 17, 2006 4:35 pm

Nattassha Escreveu:
Svandis Escreveu:pq aos meus olhos são bestas, tal como aos olhos deles eu seriei uma grandessissima besta por n os tentar sequer compreender. So what? :?


e depois geram-se os mal entendidos e as vezes é dificil...assim,encontrar um espaço para a dignificação das questões e a forma corecta ou incorrecta como as pessoas actuam ou deixam de actuar.
Assim se geram as injustiças e as incapacidades de tolerar e as grandes hipocrisias.....

eu referi-me as "bestas" e por isso fiz um Quote
Não ao facto das pessoas pensarem e terem opinião sobre o que seja que for..

estranho é ver uma auto proclamada "besta" justificar-se da forma que se justificou.....se uma pessoas é capaz de discutir as coisas pelo razoavel, porque há-de ela tentar arranjar imperativos desnecessários para uma discussão.

é nesse sentido que foi o meu post..
nunca me viste, nem nunca me verás chamar seja o que for a alguem por defender aquilo que pensa.
Fazes da discussão o que quiseres e apresentas as coisas da forma que quiseres...eu hei-de insurgir-me quando achar que fui injustiçada..pelo que aqui defendi.

quando algo que uma pessoa defende eu não concordo, pura e simplesmente não oiço...
prefiro isso, a passar ao insulto..ou ao juizo de valor....

Bronze [RIP]

Mensagempor Bronze [RIP] » terça out 17, 2006 4:57 pm

mandem entrar as "chocas" :lol:

(e para não haver qq tipo de mal entendido, não estou a insultar ninguém)

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Nattassha
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Mensagempor Nattassha » terça out 17, 2006 5:01 pm

deixo aqui o relatorio aprovado no PE, que surge como Forma de recomendação a Comissão Europeia.

in http://www.europarl.europa.eu/news/expe ... 005_pt.htm

Sessão plenária

Agricultura


Protecção dos animais: PE prefere não referir assunto das touradas
12-10-2006 - 18:15


Ao votar o relatório da Comissão da Agricultura sobre a protecção e o bem-estar dos animais, o Parlamento Europeu retirou do texto a referência a que a Comunidade Europeia devia "pôr fim ao combate de touros". Em sessão plenária, 412 deputados votaram contra a inclusão da palavra "touros" no relatório, 178 a favor e 15 abstiveram-se. O relatório final insta apenas a UE a "pôr fim aos combates de cães e galos", deixando de fora qualquer referência às touradas.


O Parlamento Europeu salienta que "a protecção dos animais se relaciona com diversas áreas de política e com uma multiplicidade de questões éticas, sociais, políticas e económicas, e que não deve ser confinada à protecção e ao bem-estar de animais de laboratório ou de animais de criação, devendo antes abranger todos os animais" (alteração 4 do PPE/DE).

No relatório apresentado por Elisabeth JEGGLE (PPE/DE, DE), hoje aprovado por 565 votos a favor, 29 contra e 15 abstenções, os deputados fazem uma análise do "Plano de Acção Comunitário relativo à Protecção e ao Bem-Estar dos Animais 2006-2010", manifestando-se preocupados com o facto de a Comissão Europeia apenas declarar que "esforçar-se-á por garantir" que seja tomada em plena conta a protecção dos animais também em áreas políticas conexas (§ 2).

Manifestando a sua preocupação face ao sofrimento dos animais de combate, o relatório saído da Comissão da Agricultura instava a Comunidade Europeia "a pôr fim aos combates de cães, touros e galos através de legislação nacional ou comunitária, conforme for apropriado, e assegurando que as pessoas em causa não recebam qualquer subsídio estatal ou nacional relacionado com as suas actividades" (§ 71). A referência aos "touros" foi suprimida do texto do relatório na votação realizada em plenário. Tendo o grupo PPE/DE requerido uma votação do respectivo parágrafo em duas partes separadas, 412 deputados votaram contra a inclusão da palavra "touros", 178 a favor e 15 abstiveram-se. O relatório final insta agora a Comunidade Europeia a "pôr fim aos combates de cães e galos", deixando de fora qualquer referência aos combates de touros.

Conexão entre protecção e saúde dos animais e segurança dos produtos

A Eurocâmara sublinha que "há interacções estreitas entre protecção e saúde dos animais", e que, por isso, o Plano de Acção deve ser executado, tanto quanto possível, de modo a que o reforço do bem-estar dos animais permita obter ganhos de saúde. Os deputados instam a Comissão Europeia a ter mais em conta, no controlo das doenças dos animais, os aspectos de bem-estar, lamentando que a redução dos fundos consagrados à Política de Desenvolvimento Rural venha, na prática, criar obstáculos ao financiamento de ajudas para a adaptação dos produtores de gado à legislação comunitária sobre o bem-estar dos animais (§ 17, 18, 19). Os deputados lamentam também que os criadores de aves de capoeira e os suinicultores não recebam compensações por respeitarem a legislação comunitária em matéria de bem-estar dos animais no quadro das disposições em matéria de ecocondicionalidade.

Numa das alterações aprovadas em plenário, apresentada, entre outros, pelo deputado português Paulo CASACA (PSE), o Parlamento Europeu refere que a lista de prioridades para os próximos anos deveria abranger as seguintes raças de animais: vacas leiteiras, gado bovino adulto, animais de aquicultura, suínos de engorda e perus adultos (alteração 11). Noutra alteração ao relatório, os deputados exortam a Comissão Europeia a melhorar as disposições com vista a partilhar os dados de ensaios em animais vertebrados e a "evitar a duplicação de ensaios em animais". Essas disposições devem ser aplicadas a todos os domínios da experimentação em animais e a toda a legislação que exige a experimentação em animais, incluindo a partilha de dados provenientes de estudos não publicados e negativos (alteração 12).

"Rótulo UE": produzido segundo as normas de protecção dos animais

O Parlamento considera que um "rótulo UE" – por exemplo, "Produzido segundo as normas UE de protecção dos animais" ou, no caso de produtos que não as cumpram, "Não produzido segundo as normas UE de protecção dos animais" – (alteração 2) pressuporia já uma garantia de observância dos padrões de protecção dos animais, de forma simples e obrigatória para todos os produtos distribuídos na Europa.

No caso de uma protecção que supere a estabelecida nas normas mínimas, uma menção especial no rótulo tornaria mais visíveis para o consumidor os esforços suplementares realizados pelo produtor, aumentaria a pressão sobre os parceiros comerciais no sentido de adoptarem as normas de bem-estar europeias e permitiria à Europa exportar as suas normas de bem-estar dos animais para todo o mundo.

Quanto à possibilidade de um sistema de rotulagem obrigatório para carne de aves e produtos de carne de aves, este deve centrar-se sobretudo no respeito pelas normas de protecção que se situem acima dos requisitos mínimos. "Um programa de rotulagem baseado em normas superiores aos requisitos jurídicos mínimos viria solucionar o problema reconhecido dos consumidores que pretendem adquirir um produto obtido em observância das normas de protecção dos animais, mas que não podem identificar tal preceito na comercialização dos produtos", explica o PE (§ 39).

Normas mais elevadas de bem-estar dos animais implicam, em muitos casos, custos acrescidos. No entanto, os eurodeputados referem que, "no comércio mundial, as questões de protecção dos animais têm até agora desempenhado um papel secundário, o que pode originar, tanto na Europa como em mercados de países terceiros, dumping de protecção dos animais e desvantagens para os produtores europeus". O Parlamento propõe um instrumento de acesso qualificado ao mercado que impeça as normas comunitárias de bem-estar dos animais de serem minadas, através da aplicação de taxas aos produtos que não cumprem essas normas (§ 54).

Leitões, mamíferos marinhos, aves

Os eurodeputados exortam a Comissão a envidar esforços, à escala europeia, com vista a impor a castração de leitões com anestesia a partir do 7º dia de vida (alteração 5) e a propor uma proibição total da importação, a partir de países terceiros, de produtos de pinípedes (mamíferos marinhos) e outros obtidos por práticas cruéis, como as peles de animais esfolados em vida ou as peles provenientes de explorações agrícolas de criação animal sem controlo veterinário, de produtos farmacêuticos cuja preparação se baseia na utilização de espécies ameaçadas, e sempre que normas de produção insuficientes representem um perigo para o ambiente e a biodiversidade (§ 68 ).

Por fim, o PE insta a Comissão a apresentar propostas que visem conferir carácter permanente à proibição temporária da importação para a UE de aves capturadas no estado selvagem por razões relacionadas com a ética, a saúde e o bem-estar (§ 69).



Elisabeth JEGGLE (PPE/DE, DE)
Relatora



Relatório sobre a protecção e o bem-estar dos animais durante o período 2006-2010
Processo: relatório de iniciativa
Doc.: A6-0290/2006
Debate: 11/10/2006
Votação: 12/10/2006



Bronze [RIP]

Mensagempor Bronze [RIP] » terça out 17, 2006 5:05 pm

Só não percebo porque se votou contra a inclusão da palavra "touros" no relatório!!!

Vá lá, os cães e os galos lá se safaram...

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Mensagempor raxx7 » terça out 17, 2006 6:15 pm

Lux-A Escreveu:Actualmente e segundo o Official Journal of the European Union, o leite é subsidiado por cada 100kg e o preço actual é 18,61¤, vindo a cair para 18,15¤ em 2007.


*oops* :oops:
Ok, isso dá então uns 0,1815 EUR por litro.

Será que vai aumentar assim tanto?

(devidamente ajustado aos teus dados)
Talvez sim, talvez não. Também sou da opinião que o sistema de cotas subverte o principio da competição e a agricultura subsidida não é tão eficaz quanto poderia ser. Mas o risco torna as coisas interessantes.

Ao terminarem as cotas e a obrigatoriedade de importações, pode-se passar a uma política auto-suficiente nesse campo.Ou seja, produzindo para nós e para nosso consumo.


Assumo que te estejas a referir a "nós" Portugal:
Se acabar o sistema de cotas, é a competição livre. Dependendo de quão competitiva a nossa agricultura se revelar, pode ser benéfico.. ou pode ir ao fundo de vez. Honestamente, suspeito que alguns ramos vão ao fundo de vez.

Se importarmos só o estrictamente necessário (que não deve ser assim tanta coisa como isso), vamos invariavelmente poupar na taxa e "forçar-nos" a produzir para nós mesmo.


Assumindo que te estás a referir a "nós" Europa:
A unica forma de importarmos o estritamente necessário é, exactamente, colocando taxas para que seja mais barato comprar produtos agricolas produzidos na UE do que importar do exterior.
Ou então, por a UE a regulamentar as importações conforme as necessidades. (não, isto não é uma proposta séria).

O Administrador acaba de reparar onde já vai o off-topic. :oops:
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Mensagempor otnemeM » terça out 17, 2006 6:53 pm

Depende se os Touros dão leite nas touradas ou não...

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Mensagempor Nattassha » terça out 17, 2006 10:03 pm

tendo em conta o relatorio e a tematica que originou este topico, esta relacionado com a Agricultura, nem me parece muito descabido, falar-se das quotas do leite ou da PAC. Não me parece assim tão off-topic.

Lux-A [RIP]

Mensagempor Lux-A [RIP] » terça out 17, 2006 10:07 pm

Concordo contigo...Ao fim ao cabo estão interligadas as coisas. E o aparte da PAC é um modo de esclarecer algumas dúvidas, que por acaso até eu as tinha.


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