Manifestação dos estudantes de Coimbra....
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Ego Liberare [RIP]
A questão é que há uma certa polémica entre universidades e politécnicos que levará a que esses 3 anos se chamem mesmo licenciatura. Não deixa de ser absurdo que eu precise de 5 anos para tirar a minha licenciatura e os novos estudantes precisem de apenas 3 e ambos fiquemos com o mesmo grau. Se bem que uma licenciatura de 5 anos é obviamente mais qualificada, em termos de conteúdo. è esta discrepância que me faz confusão.
E de qualquer forma é uma estratégia muito conveniente para reduzir os custos do ensino superior. Não lhe chamar privatização é apenas um preciosismo de linguagem porque no fundo é disso mesmo que se trata. Veremos como serão geridas as universidades daqui a uns anos.
E de qualquer forma é uma estratégia muito conveniente para reduzir os custos do ensino superior. Não lhe chamar privatização é apenas um preciosismo de linguagem porque no fundo é disso mesmo que se trata. Veremos como serão geridas as universidades daqui a uns anos.
Ego: Há polémica, mas a questão também ainda não está assente. Acho pouco provável que essa formação de 3 anos venha a conferir o grau de licenciatura.
Sond: Não é comprimir o curso a 3 anos. É uma questão de separar os cursos que hoje em dia são um bloco de 4-6 anos de formação subsidiada pelo estado em duas partes: uma formação inicial de 3 anos subsidiada como agora, ao fim da qual tens um grau académico ainda a definir, seguido de mais alguns anos de formação complementar que tens de pagar se quiseres. E, como disse, para muitos cursos não vai ser aplicável.
Sond: Não é comprimir o curso a 3 anos. É uma questão de separar os cursos que hoje em dia são um bloco de 4-6 anos de formação subsidiada pelo estado em duas partes: uma formação inicial de 3 anos subsidiada como agora, ao fim da qual tens um grau académico ainda a definir, seguido de mais alguns anos de formação complementar que tens de pagar se quiseres. E, como disse, para muitos cursos não vai ser aplicável.
Shrödinger's cat has left the building.
When in doubt, ban!
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Só pra destabilizar
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-Não acredito que não tenha havido por parte dos estudantes excessos e comportamentos menos proprios durante a manifestação
-Muitos dos manifestantes provalvelmente gastam mais dinheiro em copos e saídas nocturnas do que aquilo que pagam de propinas
-Se andassem a estudar em universidades privadas como eu fiz já se deixariam de andar desocupados e teriam que andar a trabalhar pra pagar o cursinho
-700 € de propina por ano???Já se podem dar por muito felizes pk eu pagava esse montante de 2 em 2 meses
-Não acredito que não tenha havido por parte dos estudantes excessos e comportamentos menos proprios durante a manifestação
-Muitos dos manifestantes provalvelmente gastam mais dinheiro em copos e saídas nocturnas do que aquilo que pagam de propinas
-Se andassem a estudar em universidades privadas como eu fiz já se deixariam de andar desocupados e teriam que andar a trabalhar pra pagar o cursinho
-700 € de propina por ano???Já se podem dar por muito felizes pk eu pagava esse montante de 2 em 2 meses
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Svandis [RIP]
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Bronze [RIP]
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Isso é deveras um ponto interessante Bronze eu pergunto isso a mim mesmo varias vezes, e recentemente cada vez mais...
Sobre este assunto o meu comentário é feito em 4 vectores:
1ºA meu ver os dois principais pilares de desenvolvimento e futuro de qualquer povo são a educação e a saúde. Este último por razoes obvias e o primeiro porque associado ao nível de educação de um povo está a capacidade do mesmo em enfrentar com maior ou menor sucesso as adversidades e os problemas que se lhes possam apresentar traduzindo-se isso na capacidade de ter maior ou menor nivel e/ou qualidade de vida para toda a sociedade.
2º O nosso sistema fiscal (IRS) baseia-se num principio de angariação diferenciada de receitas para permitir uma redistribuição social dos fundos públicos. Ou seja qto mais ganhas mais pagas em TERMOS ABSOLUTOS E RELATIVOS ou não fossem as taxas de imposto progressivas.Assim sendo e para os serviços providenciados pelo Estado o conceito do utilizador pagador é um contrasenso ridiculo. Exemplo:
-Portagens: "quem nao tem carro nao tem que pagar as estradas ou as pessoas da zona X nao tem que pagar as da zona y" ... e o imposto automovel? e o imposto de circulação? e os impostos sobre os combustiveis?... acho que perceberam... Mais as infraestruturas de comunicação em qualquer das sua vertentes tem (ou deverá ter) um retorno em termos de enriquecimento do país, de dinamização economica, social e de geração de emprego para além de per si contribuir para amenizar as acentuadas assimetrias de desenvolvimento que temos;
-Educação é um investimento com retorno relativamente assegurado pois potencia a receita de irs futura ao longo de cerca de 40 anos se eu ou por exemplo nao tivesse estudado provavelmente não me sacavam mais de um terço do ordenado ...
Problemas:
- Determinação do serviço e investimentos que devem de facto ser fornecidos/efectuados pelo Estado.
- Estrutura de custos e funcionamento do aparelho de Estado
- Incompetencia (para nao lhe chamar algo pior) do Estado e dos objectivos fiscais de alargar o ambito de incidencia de IRS sobre os coitadinhos que fogem à bruta (muitos dos quais estao sentados no parlamento)
3º Perfeita desorientação do sistema educativo português.
Os politecnicos e as universidades perderam a sua orientação por um lado os docentes dos politecnicos com problemas de auto estima querem transformar todos os cursos de bacharelato em licenciaturas. As universidades para arranjarem mais tachos/cadeiras/departamentos reduzem os anos dos cursos e "fecham-nos" do ponto de vista academico e cientifico mas continuam a ser licenciaturas no caso da minha faculdade eles proliferaram que nem pó e com qualidades e enquadramentos no minimo duvidosos. A este movimento alia-se obviamente o Estado na forma de aprovação dos mesmos. É tão inadmissivel a existencia de propinas como de cursos que nao tem alunos ou tem-los com médias negativas de aproveitamento. É tão inadmissivel a existencia de propinas como de cursos sem prescrições. É tão inadmissivel a existencia de propinas como de cursos (ou multiplos cursos) com vagas excessivas para o nosso mercado (não confundir com a eliminação de per si dos cursos a nivel nacional)
4º Universidades, propinas, cursos e alunos. EU acho que o ensino superior público tem todo o sentido de existir e de existir gratuito nao confundindo essa situação com a bandalheira que o termo de direito adquirido tem no nosso pais. Não só o direito à educação deve ser percebido por qualquer jovem ou papa de, que termina o 12º ano. É necessário também que entendam que o poderem aceder a ele é também um privilégio e um prémio que deve ser merecido. Neste ponto considero que embora o Estado deva providenciar o ensino superior adequado às necessidades deve também exigir qualidade aos alunos que o vao disfrutar e neste ponto acho muito bem que as notas de entrada nao devam ser pelo minimo possivel mas antes devem ter limites abaixo dos quais alunos que nao os consigam atingir. No fundo se "todos nos os contribuintes" vamos investir em pessoas que elas ou menos se esforcem por isso e que usem correctamente essa possibilidade. Problemas:
- Garantir igualdade de oportunidades nos alunos ao longo de toda a escola;
- Garantir que os miudos e as miudas começa a perceber cedo que se nao trabalham e estudam nao esperem ter universidade a preço zero;
- Extensao de algum apoio social criterioso a universidades privadas
- Garantir a contribuição do Estado no custo de cursos privados cuja areas "cientificas" não esteja disponiveis no ensino público.
Conheci exemplos em que se punham qualquer uma destas questões.
Estes 4 vectores embora não pareçam directamente ligados estão.
A orientação /função estado, o enquadramento de finaciamento (as receitas do estado são fiscais), a organização/orientação do sistema educativo e o publico alvo.
Eu por principio sou contra a existencia de propinas nem que seja pela segregação social que isso já provocou no passado do nosso paíse não pk é x ou y. Mas não vale a pena falar-se que nao se quer propinas. Os alunos tem de assegurar também uma contrapartida pelo que recebem e acima de tudo isso tera de ser pelo aproveitamento e pelo sucesso escolar e pelo seu comportamento social.
No meu tempo e na minha experiencia de manifs sempre que a policia bateu foi pk houve uns qtos que se armaram em espertos. Nunca vi levarem sem o terem merecido. Pode nao ter sido este o caso...
\00/
Sobre este assunto o meu comentário é feito em 4 vectores:
1ºA meu ver os dois principais pilares de desenvolvimento e futuro de qualquer povo são a educação e a saúde. Este último por razoes obvias e o primeiro porque associado ao nível de educação de um povo está a capacidade do mesmo em enfrentar com maior ou menor sucesso as adversidades e os problemas que se lhes possam apresentar traduzindo-se isso na capacidade de ter maior ou menor nivel e/ou qualidade de vida para toda a sociedade.
2º O nosso sistema fiscal (IRS) baseia-se num principio de angariação diferenciada de receitas para permitir uma redistribuição social dos fundos públicos. Ou seja qto mais ganhas mais pagas em TERMOS ABSOLUTOS E RELATIVOS ou não fossem as taxas de imposto progressivas.Assim sendo e para os serviços providenciados pelo Estado o conceito do utilizador pagador é um contrasenso ridiculo. Exemplo:
-Portagens: "quem nao tem carro nao tem que pagar as estradas ou as pessoas da zona X nao tem que pagar as da zona y" ... e o imposto automovel? e o imposto de circulação? e os impostos sobre os combustiveis?... acho que perceberam... Mais as infraestruturas de comunicação em qualquer das sua vertentes tem (ou deverá ter) um retorno em termos de enriquecimento do país, de dinamização economica, social e de geração de emprego para além de per si contribuir para amenizar as acentuadas assimetrias de desenvolvimento que temos;
-Educação é um investimento com retorno relativamente assegurado pois potencia a receita de irs futura ao longo de cerca de 40 anos se eu ou por exemplo nao tivesse estudado provavelmente não me sacavam mais de um terço do ordenado ...
Problemas:
- Determinação do serviço e investimentos que devem de facto ser fornecidos/efectuados pelo Estado.
- Estrutura de custos e funcionamento do aparelho de Estado
- Incompetencia (para nao lhe chamar algo pior) do Estado e dos objectivos fiscais de alargar o ambito de incidencia de IRS sobre os coitadinhos que fogem à bruta (muitos dos quais estao sentados no parlamento)
3º Perfeita desorientação do sistema educativo português.
Os politecnicos e as universidades perderam a sua orientação por um lado os docentes dos politecnicos com problemas de auto estima querem transformar todos os cursos de bacharelato em licenciaturas. As universidades para arranjarem mais tachos/cadeiras/departamentos reduzem os anos dos cursos e "fecham-nos" do ponto de vista academico e cientifico mas continuam a ser licenciaturas no caso da minha faculdade eles proliferaram que nem pó e com qualidades e enquadramentos no minimo duvidosos. A este movimento alia-se obviamente o Estado na forma de aprovação dos mesmos. É tão inadmissivel a existencia de propinas como de cursos que nao tem alunos ou tem-los com médias negativas de aproveitamento. É tão inadmissivel a existencia de propinas como de cursos sem prescrições. É tão inadmissivel a existencia de propinas como de cursos (ou multiplos cursos) com vagas excessivas para o nosso mercado (não confundir com a eliminação de per si dos cursos a nivel nacional)
4º Universidades, propinas, cursos e alunos. EU acho que o ensino superior público tem todo o sentido de existir e de existir gratuito nao confundindo essa situação com a bandalheira que o termo de direito adquirido tem no nosso pais. Não só o direito à educação deve ser percebido por qualquer jovem ou papa de, que termina o 12º ano. É necessário também que entendam que o poderem aceder a ele é também um privilégio e um prémio que deve ser merecido. Neste ponto considero que embora o Estado deva providenciar o ensino superior adequado às necessidades deve também exigir qualidade aos alunos que o vao disfrutar e neste ponto acho muito bem que as notas de entrada nao devam ser pelo minimo possivel mas antes devem ter limites abaixo dos quais alunos que nao os consigam atingir. No fundo se "todos nos os contribuintes" vamos investir em pessoas que elas ou menos se esforcem por isso e que usem correctamente essa possibilidade. Problemas:
- Garantir igualdade de oportunidades nos alunos ao longo de toda a escola;
- Garantir que os miudos e as miudas começa a perceber cedo que se nao trabalham e estudam nao esperem ter universidade a preço zero;
- Extensao de algum apoio social criterioso a universidades privadas
- Garantir a contribuição do Estado no custo de cursos privados cuja areas "cientificas" não esteja disponiveis no ensino público.
Conheci exemplos em que se punham qualquer uma destas questões.
Estes 4 vectores embora não pareçam directamente ligados estão.
A orientação /função estado, o enquadramento de finaciamento (as receitas do estado são fiscais), a organização/orientação do sistema educativo e o publico alvo.
Eu por principio sou contra a existencia de propinas nem que seja pela segregação social que isso já provocou no passado do nosso paíse não pk é x ou y. Mas não vale a pena falar-se que nao se quer propinas. Os alunos tem de assegurar também uma contrapartida pelo que recebem e acima de tudo isso tera de ser pelo aproveitamento e pelo sucesso escolar e pelo seu comportamento social.
No meu tempo e na minha experiencia de manifs sempre que a policia bateu foi pk houve uns qtos que se armaram em espertos. Nunca vi levarem sem o terem merecido. Pode nao ter sido este o caso...
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AK47 [RIP]
Com a nova proposta para uniformizar os graus de ensino superior a nivel europeu a injustiça social vai aumentar, reparem:
Eu estudei 5 anos (estágio incluido) para ter uma Licenciatura em ensino de Filosofia, a partir da "nova reforma", depois de se estudar 3 anos do curso é conferido o grau de licenciatura aos alunos, mas este não é equiparado ao meu curso, pois terá a formação base apenas e terá que estudar mais 2 anos, pago totalmente pelo aluno para se "especializar" (cadeiras pedágógicas e didácticas) para poder dar aulas!
Ou seja: Até agora, podias estudar 5 anos (financiado pelo estado) e ter uma licenciatura para exerceres profissionalmente, a partir de agora, estudas 3 anos (com participação do estado) tens uma licenciatura, mas não podes exercer, pois tens que que te "especializar" (pago por ti) para te equiparares a licenciaturas anteriores e poderes trabalhar!
Resumindo: O estado "balda-se" de te financiar 2 anos, dizendo-te que irás ter uma licenciatura em 3 anos, o que é verdade... Mas engana-te, pois não são equiparadas as licenciaturas anteriores, para estares em pé de igualdade terás q desembolsar durante mais 2 anos numa pós-graduação!!! È triste, mas verdade...
Eu estudei 5 anos (estágio incluido) para ter uma Licenciatura em ensino de Filosofia, a partir da "nova reforma", depois de se estudar 3 anos do curso é conferido o grau de licenciatura aos alunos, mas este não é equiparado ao meu curso, pois terá a formação base apenas e terá que estudar mais 2 anos, pago totalmente pelo aluno para se "especializar" (cadeiras pedágógicas e didácticas) para poder dar aulas!
Ou seja: Até agora, podias estudar 5 anos (financiado pelo estado) e ter uma licenciatura para exerceres profissionalmente, a partir de agora, estudas 3 anos (com participação do estado) tens uma licenciatura, mas não podes exercer, pois tens que que te "especializar" (pago por ti) para te equiparares a licenciaturas anteriores e poderes trabalhar!
Resumindo: O estado "balda-se" de te financiar 2 anos, dizendo-te que irás ter uma licenciatura em 3 anos, o que é verdade... Mas engana-te, pois não são equiparadas as licenciaturas anteriores, para estares em pé de igualdade terás q desembolsar durante mais 2 anos numa pós-graduação!!! È triste, mas verdade...
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Ego Liberare [RIP]
Vento_Nocturno, concordo absolutamente com o teu 3º e 4º pontos. Também concordo que o ensino superior público deve ser encarado como um privilégio, mas pelo que vejo, com estas novas reformas e com o aumento anual das propinas para o dobro do ano anterior (caso das minhas) torna-se deveras insustentável.
Se o ensino superior público começar a ser pago ao nível de um privado, quem o frequenta deixa de o fazer apenas por mérito mas porque tem pais dispostos a isso. Deixa de ser o conhecimento e o mérito os factores de selecção dos alunos mas o dinheiro que têm ou que estão dispostos a desembolsar por um ensino de qualidade cada vez mais duvidosa. É vergonhoso.
Se o ensino superior público começar a ser pago ao nível de um privado, quem o frequenta deixa de o fazer apenas por mérito mas porque tem pais dispostos a isso. Deixa de ser o conhecimento e o mérito os factores de selecção dos alunos mas o dinheiro que têm ou que estão dispostos a desembolsar por um ensino de qualidade cada vez mais duvidosa. É vergonhoso.
metalking Escreveu:Só pra destabilizar:
-700 € de propina por ano???Já se podem dar por muito felizes pk eu pagava esse montante de 2 em 2 meses
Não, não me devo dar por feliz por pagar "apenas" 880 euros por ano quando outros pagam muito mais, pois a esses 880 euros somam-se os muitos milhares que os meus pais já pagaram em impostos ao longo da sua vida. Considero sim que se deve dar por infeliz quem se vê obrigado a ir para uma privada por falta de esforço ou "preguicite" aguda durante o secundário e, em consequência de tal, gasta rios de dinheiro em universidades privadas (e não estou a dizer que são todos.... a quem a carapuça servir, problema seu).
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
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Svandis [RIP]
1994/1995 cursos superiores (licenciaturas) de ublicidade em Portugal: 2 universidades privadas,uma delas no Porto e a outra em Lisboa.
N fui a melhor das alunas no secundario (Média final de 14,3) mas tb n fui a pior.Teria entrado para Linguas e Literaturas, mas n para Comunicação Social. Entrei no curso em q entrei pq n me quiseram pagar o curso q eu queria. Estupidamente durante quase 4 anos acreditei q Publicidade era a arte da Escrita e do Desenho.Sim,nunca fui muito inteligente... felizmente pra quem quer fazer esse curso agora já há no publico e já só vai p a privada quem andou a preguiçar no secundario... é q ás x a gente vai pro privado pq n há o curso que queremos no publico...
ps:Amphion,tu já sabias q eu me ia enxofrar,n já??? Eheheheh.
N fui a melhor das alunas no secundario (Média final de 14,3) mas tb n fui a pior.Teria entrado para Linguas e Literaturas, mas n para Comunicação Social. Entrei no curso em q entrei pq n me quiseram pagar o curso q eu queria. Estupidamente durante quase 4 anos acreditei q Publicidade era a arte da Escrita e do Desenho.Sim,nunca fui muito inteligente... felizmente pra quem quer fazer esse curso agora já há no publico e já só vai p a privada quem andou a preguiçar no secundario... é q ás x a gente vai pro privado pq n há o curso que queremos no publico...
ps:Amphion,tu já sabias q eu me ia enxofrar,n já??? Eheheheh.
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AK47 [RIP]
Considero sim que se deve dar por infeliz quem se vê obrigado a ir para uma privada por falta de esforço ou "preguicite" aguda durante o secundário e, em consequência de tal, gasta rios de dinheiro em universidades privadas
Não podes generalizar assim, eu entrei numa pública, mas longe de casa, optei pela privada ao pé de casa pois os gastos seriam inferiores... Na publica iria gastar em transportes, quarto, alimentação, borgas e propinas, quase o dobro dos 40 contos mensais na privada!!!
Os alunos das privadas sempre foram olhados de lado pelos da pública, como sendo preguiçosos, meninos ricos, etc... È triste, mas verdade!
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Ego Liberare [RIP]
Se vocês lessem atentamente o que coloquei no fim da minha mensagem não estavam com essa conversa. Eu disse que "não são todos...". São muitos, mas não são todos porque há sempre muitas excepções!
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
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