Este foi escrito há pc tempo...:
Cai o pano de nevoeiro espesso...
Cinzas baixam vindas do nada,
Pousando na beira branca da estrada...
Majestosos teclados choram incessantemente,
Uma e uma só nota gelada
De apatia e pura dor incrustada...
A Alma grita e ruge constantemente
Num apelo à beleza terrena evidente...
Exige devolução da sua pena:
Auto-comiseração exigente...
Ela é um Castelo imponente...
Ninho do nada e falso alento...
De um de cinzento magoado por fora...
De um vermelho lava por dentro...
Sem coração em seu centro...
Alma carente, fria demora...
Pó envolvente, manto de agora...
Alma distante, glaciar projectado,
Tiras de sangue em sólido estado...
Impossível inconstante...
Alma triste...possante...
Revoltante...

20ª Edição