Se estiver na secção errada, peço desculpa pareceu-me a melhor já que aqui pode-se dar trabalhos a conhecer e outros comenta-lo.
Aqui vai o meu Poema
O Libertino
É ele que percorre as ruas estreitas e diversas
Os antros de ópio , e mulheres perversas
Sempre com vontades inversas
"Faço-o ou não ? Ela é jovem, ela é Feia
Esta é bonita e aquela uma freira
Esta paga-me tuta-e-meia.
Não vejo diferença, basta apagar a candeia...
Pois no escuro não vejo o que fodo,
Apenas sinto o que a cartilagem mastreia
Apenas imagino tratar-se de uma sereia..."
Experimenta o ócio vezes sem conta
E é com a vontade sempre pronta,
Que as mulheres ele monta..
é ele que aparenta inocência
Onde só existe demência...
Único que paga às prostitutas com favores sexuais
Quer sejam eles orais ou anais...
O fígado está tão putrefacto que compensa
Em medida, o compasso da morte, com vida intensa
As senhoras sentem-se húmidas e os homens invejosos
Pois ele sente a liberdade, e a emoção por onde vagueia....
(claro que o álcool e a morfina contribuem muito ao correrem-lhe na veia)
"calma escritor do meu fado, posso ser putanheiro
posso comer,beber e foder sem ter dinheiro
Mas por deus, muitos querem a minha vida, poucas querem as minhas maleitas
...De qualquer maneira, és o único que as aproveita
Se a vida tem algo para lhe oferecer
Ele dela apenas retira o prazer.
P.S - Peço desculpa pelo palavreado forte