AVISO: este texto contém rimas fáceis...
- Einherjer
- Ultra-Metálico(a)
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AVISO: este texto contém rimas fáceis...
etéreo... diáfano...
diluído... percorro o mundo
a transparência da minha alma
e a apatia do meu ser...
e o pensamento profundo
de existir, sem viver...
imóvel no meio dos outros...
diluído na existência...
serei homem, serei bicho?
perde a mente o meu pensar
e perde o meu peito a cadência
já sem rir, já sem chorar...
nem a dor nem o prazer...
diluído, já não sinto
já não me sinto, não sinto...
e já não me reconheço
vivo num seco torpor..
tal como o vinho mais tinto
sem paladar e sem cor...
vazio....
vazio...
olhaste-me...
tocaste-me...
e senti o teu cheiro em mim...
e sobe o rubor à face... o sangue que explode na veia...
olho o sol, a lua cheia... que juntos os torno a ver...
e os meus pulmões cheios de ar
voltam assim a arder...
sem existir, a viver...
torno-me visivel ao mundo... tão vivo me sinto... que dor...
doem os sons e as cores...
os paladares, os odores...
e a visão do teu ser, o toque da tua alma...
insustentável amor...
tornas-me um homem, assim...
mais do que um homem, um Homem
cheio de sangue, de vida...
por ti minha alma, despida...
sem o véu daquele torpor, que ao mundo me arrancara
que meu ser então raptara
para aquele lugar sem cor
que pensava eu em mim...
vivo...
do teu ar respiro...
e a ti para sempre me dou...
ofereço-te o meu leito
e mais que isso, do meu peito
o amor que posso dar...
e ao rencontrar minha vida...
a dádiva de ti, querida
tendo os céus por testemunha
com todo o meu ser vou gritar...
amo-te...
vivo...
e amo-te...
diluído... percorro o mundo
a transparência da minha alma
e a apatia do meu ser...
e o pensamento profundo
de existir, sem viver...
imóvel no meio dos outros...
diluído na existência...
serei homem, serei bicho?
perde a mente o meu pensar
e perde o meu peito a cadência
já sem rir, já sem chorar...
nem a dor nem o prazer...
diluído, já não sinto
já não me sinto, não sinto...
e já não me reconheço
vivo num seco torpor..
tal como o vinho mais tinto
sem paladar e sem cor...
vazio....
vazio...
olhaste-me...
tocaste-me...
e senti o teu cheiro em mim...
e sobe o rubor à face... o sangue que explode na veia...
olho o sol, a lua cheia... que juntos os torno a ver...
e os meus pulmões cheios de ar
voltam assim a arder...
sem existir, a viver...
torno-me visivel ao mundo... tão vivo me sinto... que dor...
doem os sons e as cores...
os paladares, os odores...
e a visão do teu ser, o toque da tua alma...
insustentável amor...
tornas-me um homem, assim...
mais do que um homem, um Homem
cheio de sangue, de vida...
por ti minha alma, despida...
sem o véu daquele torpor, que ao mundo me arrancara
que meu ser então raptara
para aquele lugar sem cor
que pensava eu em mim...
vivo...
do teu ar respiro...
e a ti para sempre me dou...
ofereço-te o meu leito
e mais que isso, do meu peito
o amor que posso dar...
e ao rencontrar minha vida...
a dádiva de ti, querida
tendo os céus por testemunha
com todo o meu ser vou gritar...
amo-te...
vivo...
e amo-te...
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