Ressacas de Escritório
Enviado: quarta ago 24, 2005 9:16 am
Pah, se não se importarem, aqui vai um poema decadente ao máximo! hehe...
"Ressacas de Escritório"
Não consigo estar comigo próprio,
'Tou a entrar em nóia...
Sinto-me em conflito com o ódio,
Sinto mais uma página a avançar na minha história.
É a história decadente,
Aquela que me faz escrever,
A que me tráz estupidez permanente,
A que não me canso de viver!
Mais uma batalha,
Mais um dia a lutar.
Continuo em nóia,
Só a mim consigo enfrentar...
Já não tenho neurónios,
Fugiram com medo do meu ser.
Azar!, já pareciam demónios
E algum dia tinham de desaparecer.
Escritos da queimadura...
Escritos do cérebro vazio...
Escritos dum dia de secura...
Escritos de alguém pouco sóbrio...
Aquele que diziam ser eu,
Já há uns tempos atrás morreu!
Mas não sei porquê, um dia renasceu,
E agora cá estou eu, eu, eu e eu!
Estou a alucinar...
Estou no ponto máximo da parvidade!!
Pensem o que quiserem pensar,
Pensem e pensem que é verdade!
Pensem e tenham cuidado com o que estão a pensar,
Pensem e repensem que às vezes nos podemos enganar...
Pensem que nem só em nós podemos acreditar,
Pensem que tal como eu também podem alucinar.
Arranquei três cabelos,
Precisarei dum implante capilar??!!
Estou a atrofiar, a gozar e a brincar
Mas posso vir um dia a precisar!!
E a que próposito veio esta última quadra?
Nem vou comentar!
E agora que não tenho palavra para rimar com quadra, a não ser abra, ladra, palavra, magra...
Vou parár de alucinar!!
"Ressacas de Escritório"
Não consigo estar comigo próprio,
'Tou a entrar em nóia...
Sinto-me em conflito com o ódio,
Sinto mais uma página a avançar na minha história.
É a história decadente,
Aquela que me faz escrever,
A que me tráz estupidez permanente,
A que não me canso de viver!
Mais uma batalha,
Mais um dia a lutar.
Continuo em nóia,
Só a mim consigo enfrentar...
Já não tenho neurónios,
Fugiram com medo do meu ser.
Azar!, já pareciam demónios
E algum dia tinham de desaparecer.
Escritos da queimadura...
Escritos do cérebro vazio...
Escritos dum dia de secura...
Escritos de alguém pouco sóbrio...
Aquele que diziam ser eu,
Já há uns tempos atrás morreu!
Mas não sei porquê, um dia renasceu,
E agora cá estou eu, eu, eu e eu!
Estou a alucinar...
Estou no ponto máximo da parvidade!!
Pensem o que quiserem pensar,
Pensem e pensem que é verdade!
Pensem e tenham cuidado com o que estão a pensar,
Pensem e repensem que às vezes nos podemos enganar...
Pensem que nem só em nós podemos acreditar,
Pensem que tal como eu também podem alucinar.
Arranquei três cabelos,
Precisarei dum implante capilar??!!
Estou a atrofiar, a gozar e a brincar
Mas posso vir um dia a precisar!!
E a que próposito veio esta última quadra?
Nem vou comentar!
E agora que não tenho palavra para rimar com quadra, a não ser abra, ladra, palavra, magra...
Vou parár de alucinar!!