Passeias-te estupidificado, só conformado num deserto de ignorância
Olhas confuso, num redor difuso que te acolhe a insignificância
Respiras mentindo, podre caindo no poço da tua essência
Soas oprimido, fraco rendido aos encantos da tua demência
Ouves surdo, falas mudo, és tudo do que não é nada
Dizes que sabes, achas que podes na tua vida mal afamada,
Esperas sentado, caindo para o lado no sofá da falsidade
Ignoras o céu, o que amavas morreu na difamação da verdade
Ousas opinar, queres tentar mas só te sai merda
Tentas viver, tentas conter essa tua mente tão lerda
Enterra-te e morre, ninguém vai sentir a perda...
Apontas do fundo, vazio o teu mundo onde procrias
Cadáver defunto, contando imundo os teus últimos dias
O nojo que metes, o fel que bebes deixa-te engasgado
Agradável sabor, que me dá a dor do teu corpo esventrado
Ornamentas desilusão, nunca terás perdão murcha e definha
Descobre na hora, imagina agora o sofrimento que se avizinha
Extrai do frúnculo, engole lânguido o pus que te alimenta
Injustamente desperdiçado, violentamente supurado na tua venta
Ontem provaste, hoje lixaste qualquer espécie de redenção
Tentaste frustrado, arranjar significado para a tua extinção
Esquece que nasceste, és a tua maior desilusão...
Pensavas que eras um, mas há mais como tu nem nisso és original
Rastejas ridículo, fedento cubículo onde te julgas especial
Os ossos que te sustentam, os desperdícios que te alentam são o pó
Que corre nas tuas veias, enquanto devaneias na tua companhia tão só
Orgulhas-te da tua vaidade, essa infantilidade que te deixa assim
Disforme em estultice, imbecil futilidade que te aproxima do fim
Ementa fora de prazo, cerebral atraso que estúpido te sugeriste
Inundado em penúria, desejas luxúria és veneno do que existe
Organismo primitivo, no vazio cativo sodomizado em massa
Tentas aprisionar, desesperadamente alcançar a tua inteligência escassa
Esmerando-te até poderias, domar a tua estupidez crassa...
Não adianta a tortura, ninguém te atura és uma alma perdida
Pensavas que os espelhos, te davam conselhos palavras vendidas
Relembra apenas, quero que sofras e temas quem pensavas ter gozado
Pois desde então, na tua falsa emancipação foste derrubado
Minguado como és, defecado de vez estou-me a foder para o que sentes
O meu prazer, vai ser ver-te morrer privado de todos os teus dentes
Rebolando em agonia, lenta afasia que te desfaz o sorriso
Rastros de sangue, a tua humanidade langue deixa-me ser conciso
Em ti vi reflectido tudo aquilo que abomino...
Só para ti!
- ORIS
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é isso mesmo, sempre a partir....
é deitar tudo cá para fora que tbm faz bem....
como sempre mt bom....
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http://www.youtube.com/user/ProjectVastness
http://neophytus.deviantart.com/
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Svandis [RIP]
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