Reflexão: A Luz e a Fotografia....
Reflexão: A Luz e a Fotografia....
E agora, para os bravos e intrépidos metalundergrounders, aqui vos deixo um texto que escrevi com grande paixão, sobre a relação entre a fotografia e a luz. Para aqueles que tiverem a paciência de o ler, aqui deixo a minha vénia, para aqueles que para além disso o comentarem, o meu PROFUNDO agradecimento....
A Luz e a Fotografia:
O texto que se segue poderia discorrer infinitamente sobre as propriedades físicas da luz e a sua interacção com a película de filme ou o sensor digital das máquina fotográficas, poderia falar de fotões incompreensíveis, equações alienígenas, processos ultracomplexos MAS…. não desmerecendo todos estes tópicos, de suma importância para um entendimento profundo desta interacção, quero, desejo, e apenas suporto confessar-me sobre a minha pessoal perspectiva sobre a importância da luz no acto mágico de procurar “a” fotografia…
Comecemos então como deve ser…
“Essa luz – evidentemente eléctrica – provinha de uma infinidade de globos, de estranhos globos de várias cores, vários desenhos, de transparências várias – mas, sobretudo, de ondas que projectores ocultos na galerias golfavam em esplendor. Ora essas torrentes luminosas, todas orientadas para o mesmo ponto quimérico do espaço, convergiam nele em um turbilhão – e, desse turbilhão meteórico, é que elas realmente, em ricochete enclavinhado, se projectavam sobre paredes e colunas, se espalhavam no ambiente da sala, apoteotizando-a.
De forma que a luz total era uma projecção da própria luz – em outra luz, seguramente, mas a verdade é que a maravilha que nos iluminava não parecia luz. Afigurava-se-nos qualquer outra coisa – um fluído novo. Não divago; descrevo apenas uma sensação real: essa luz, nós sentiamo-la mais do que a víamos. E não receio avançar muito afirmando que ela não impressionava a nossa vista mas sim o nosso tacto. Se de súbito nos arrancassem os olhos, nem por isso nós deixariamos de ver. E depois – eis o mais bizarro, o mais esplêndido – nós respirávamos o estranho fluído. Era certo, juntamente com o ar, com o perfume roxo do ar, sorvíamos essa luz que, num êxtase iriado, numa vertigem de ascensão – se nos engolfava pelos pulmões, nos invadia o sangue, nos volvia todo o corpo sonoro. Sim, essa luz mágica ressoava em nós, ampliando-nos os sentidos, alastrando-nos em vibratilidade, dimanando-nos, aturdindo-nos… Debaixo dela, toda a nossa carne era sensível aos espasmos, aos aromas, às melodias!...”
in A Confissão de Lúcio de Mário Sá-Carneiro
Este excerto brilhante demonstra-nos de um modo intenso como é possível “viver” a luz que nos rodeia, especialmente se esta se manifestar perante nós de um modo especial e único. Não querendo cair no cliché de exaltar e aprofundar que “a luz é vida”, posso no entanto afirmar que a luz confere vida, reanima o desânimo, e conforta a monotonia, emprestando-lhe um brilho e um dinamismo inigualáveis. Ignorada por muitos, e vista por outros como um mero fenómeno da natureza que “está sempre lá, e por isso não chateia nem extasia”, é de facto a magia da iluminação que confere encanto ao objecto admirado…
E onde entra a fotografia no meio de tudo isto? Por demais óbvio não é? A luz é importante na fotografia…. Mas não só! Eu arriscar-me-ia a dizer que a luz é quase tudo numa fotografia… Experimentem fotografar num dia de céu absolutamente limpo, com um sol quase vertical e abrasador, que empresta um típico tom de descoloração aos objectos, ou num dia de nuvens em que o sol nem consegue dar um ar de sua graça ao nosso planeta… aí vos garanto, por mais fantástico que seja o ângulo e motivo escolhido, este vai surgir sem vida, estático, aborrecido…
Mas porquê aborrecido? Não sei, talvez estejamos genéticamente predispostos a amar a luz e a querer provar o seu calor. Talvez todos tenhamos medo do escuro sem o admitir. Talvez porque sim… ou… Talvez não seja necessário haver explicação, para algo que é tão inerentemente coerente e desprovido de necessidade de explicação, como o é o prazer estético despertado pela arte e seus componentes… O que sim é certo é que em todas os movimentos artísticos, em todas as épocas de evolução do homem, em todos os subgéneros de artes visuais, mesmo os mais obscuros e pouco amigos do excesso de luz, viam nesta veículo essencial para conferir a essencial intensidade às suas pinturas, esculturas, monumentos e, hoje, fotografias!
O homem é e sempre foi, sem dúvida, um ser de atracções e repulsões incessantes que o atormentam e puxam para a loucura. O seu equílibrio, estabilidade e, porventura, felicidade, advêm da capacidade de gerir estas duas forças. Todo o seu aparelho sensorial, quando conectado às emoções, é comandado pela distinção entre o agradável e desagradável, o bom e o mau, o quente e frio e…. muito importante: a luz e a sombra, não esquecendo as infinitas gradações entre estes. Estes dois componentes, que desde sempre caminharam como irmãos, de mãos juntas e inseparáveis, tornaram-se parte da toda a nossa experiência configuradora da realidade. Assim sendo, nada mais prazeroso e inebriante do que captar, para mais tarde recordar, um momento único em que os irmãos brincam entre si de modo belo, dando origem a magníficos contrastes, criando mistério em zonas semi-ocultas, e semeando curiosidade nos recantos de beleza que destacam com empenho…
Assim, do mesmo modo que o movimento empresta nexo e beleza à realidade, a luz consegue fazer mover uma fotografia, agitando delicadamente o seu conteúdo petrificado, e tornando-o quase palpável, eterno e especial. Poderá ser uma fresta de luz que se escapa por entre a imperfeição de uma porta de madeira antiga e desgastada, que subitamente ilumina de modo obscuro os recantos de um sotão esquecido; poderá ser aquela luz mágica, tilintante e frágil, que se escapa por entre rasgos de nuvens chuvosas, e que empresta à natureza um brilho luxuoso; ou até mesmo uma simples vela, assente numa secretária dolorosamente talhada com mil e um detalhes românticos, que com a sua dança hipnotizante de fogo, ordena às sombras do local que se componham e se mostrem belas e cativantes.
São estes pequenos grandes momentos que, quando captados para sempre numa foto, adquirem uma transcendência da sua condição de brevidade e se tornam autênticos Deuses, eternos, de imortal beleza e sedução infinita…
E assim te sinto luz…….
A Luz e a Fotografia:
O texto que se segue poderia discorrer infinitamente sobre as propriedades físicas da luz e a sua interacção com a película de filme ou o sensor digital das máquina fotográficas, poderia falar de fotões incompreensíveis, equações alienígenas, processos ultracomplexos MAS…. não desmerecendo todos estes tópicos, de suma importância para um entendimento profundo desta interacção, quero, desejo, e apenas suporto confessar-me sobre a minha pessoal perspectiva sobre a importância da luz no acto mágico de procurar “a” fotografia…
Comecemos então como deve ser…
“Essa luz – evidentemente eléctrica – provinha de uma infinidade de globos, de estranhos globos de várias cores, vários desenhos, de transparências várias – mas, sobretudo, de ondas que projectores ocultos na galerias golfavam em esplendor. Ora essas torrentes luminosas, todas orientadas para o mesmo ponto quimérico do espaço, convergiam nele em um turbilhão – e, desse turbilhão meteórico, é que elas realmente, em ricochete enclavinhado, se projectavam sobre paredes e colunas, se espalhavam no ambiente da sala, apoteotizando-a.
De forma que a luz total era uma projecção da própria luz – em outra luz, seguramente, mas a verdade é que a maravilha que nos iluminava não parecia luz. Afigurava-se-nos qualquer outra coisa – um fluído novo. Não divago; descrevo apenas uma sensação real: essa luz, nós sentiamo-la mais do que a víamos. E não receio avançar muito afirmando que ela não impressionava a nossa vista mas sim o nosso tacto. Se de súbito nos arrancassem os olhos, nem por isso nós deixariamos de ver. E depois – eis o mais bizarro, o mais esplêndido – nós respirávamos o estranho fluído. Era certo, juntamente com o ar, com o perfume roxo do ar, sorvíamos essa luz que, num êxtase iriado, numa vertigem de ascensão – se nos engolfava pelos pulmões, nos invadia o sangue, nos volvia todo o corpo sonoro. Sim, essa luz mágica ressoava em nós, ampliando-nos os sentidos, alastrando-nos em vibratilidade, dimanando-nos, aturdindo-nos… Debaixo dela, toda a nossa carne era sensível aos espasmos, aos aromas, às melodias!...”
in A Confissão de Lúcio de Mário Sá-Carneiro
Este excerto brilhante demonstra-nos de um modo intenso como é possível “viver” a luz que nos rodeia, especialmente se esta se manifestar perante nós de um modo especial e único. Não querendo cair no cliché de exaltar e aprofundar que “a luz é vida”, posso no entanto afirmar que a luz confere vida, reanima o desânimo, e conforta a monotonia, emprestando-lhe um brilho e um dinamismo inigualáveis. Ignorada por muitos, e vista por outros como um mero fenómeno da natureza que “está sempre lá, e por isso não chateia nem extasia”, é de facto a magia da iluminação que confere encanto ao objecto admirado…
E onde entra a fotografia no meio de tudo isto? Por demais óbvio não é? A luz é importante na fotografia…. Mas não só! Eu arriscar-me-ia a dizer que a luz é quase tudo numa fotografia… Experimentem fotografar num dia de céu absolutamente limpo, com um sol quase vertical e abrasador, que empresta um típico tom de descoloração aos objectos, ou num dia de nuvens em que o sol nem consegue dar um ar de sua graça ao nosso planeta… aí vos garanto, por mais fantástico que seja o ângulo e motivo escolhido, este vai surgir sem vida, estático, aborrecido…
Mas porquê aborrecido? Não sei, talvez estejamos genéticamente predispostos a amar a luz e a querer provar o seu calor. Talvez todos tenhamos medo do escuro sem o admitir. Talvez porque sim… ou… Talvez não seja necessário haver explicação, para algo que é tão inerentemente coerente e desprovido de necessidade de explicação, como o é o prazer estético despertado pela arte e seus componentes… O que sim é certo é que em todas os movimentos artísticos, em todas as épocas de evolução do homem, em todos os subgéneros de artes visuais, mesmo os mais obscuros e pouco amigos do excesso de luz, viam nesta veículo essencial para conferir a essencial intensidade às suas pinturas, esculturas, monumentos e, hoje, fotografias!
O homem é e sempre foi, sem dúvida, um ser de atracções e repulsões incessantes que o atormentam e puxam para a loucura. O seu equílibrio, estabilidade e, porventura, felicidade, advêm da capacidade de gerir estas duas forças. Todo o seu aparelho sensorial, quando conectado às emoções, é comandado pela distinção entre o agradável e desagradável, o bom e o mau, o quente e frio e…. muito importante: a luz e a sombra, não esquecendo as infinitas gradações entre estes. Estes dois componentes, que desde sempre caminharam como irmãos, de mãos juntas e inseparáveis, tornaram-se parte da toda a nossa experiência configuradora da realidade. Assim sendo, nada mais prazeroso e inebriante do que captar, para mais tarde recordar, um momento único em que os irmãos brincam entre si de modo belo, dando origem a magníficos contrastes, criando mistério em zonas semi-ocultas, e semeando curiosidade nos recantos de beleza que destacam com empenho…
Assim, do mesmo modo que o movimento empresta nexo e beleza à realidade, a luz consegue fazer mover uma fotografia, agitando delicadamente o seu conteúdo petrificado, e tornando-o quase palpável, eterno e especial. Poderá ser uma fresta de luz que se escapa por entre a imperfeição de uma porta de madeira antiga e desgastada, que subitamente ilumina de modo obscuro os recantos de um sotão esquecido; poderá ser aquela luz mágica, tilintante e frágil, que se escapa por entre rasgos de nuvens chuvosas, e que empresta à natureza um brilho luxuoso; ou até mesmo uma simples vela, assente numa secretária dolorosamente talhada com mil e um detalhes românticos, que com a sua dança hipnotizante de fogo, ordena às sombras do local que se componham e se mostrem belas e cativantes.
São estes pequenos grandes momentos que, quando captados para sempre numa foto, adquirem uma transcendência da sua condição de brevidade e se tornam autênticos Deuses, eternos, de imortal beleza e sedução infinita…
E assim te sinto luz…….
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
Nattassha Escreveu:eu se não fosse fotofóbica...gostaria mais da dita luz.
prefiro a percepção e o momento
Não mal interpretes este texto como uma homenagem à luz em si, mas sim ao facto de esta ser o motor que gera tanto a luminosidade comum, como também a sombra que permite a escuridão bela.
Quanto à percepção e momento, na minha opinião, todas dependem da luz...
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
Svandis Escreveu::shock:
QUIÉ?! Tá chocada porquê?!
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
-
Abracadaver [RIP]
Belo trabalho. Acho que através das muitas metáforas e escrita quase poética realças ainda mais a importância da luz.
No entanto, "geneticamente" não leva acento
Lembro-me que quando comecei a "fazer fotografia" - à quatro anos atrás - detestava que me acontecesse isto. Ou seja, ter uma boa ideia ou conceito e não a conseguir realizar como o havia imaginado. Obviamente, a máquina era má e só o photoshop ajudava.
No entanto, certo dia cheguei à conclusão que não me queria viciado em Photoshop, peguei numa analógica, gastei uma fortuna em rolos e muitas horas a ler sobre as "partes ténicas" da fotografia. Desta forma, já consegui controlar a luz, jogar com as sombras e fazer coisas deste género.
Mas raios, gostava demasiado de Caravaggio e queria uma luz como aquela. E como tal, apoiado pelos conhecimentos mais técnicos, tentei sentir a luz e fazer dela - ainda na minha cabeça - factor determinante da obra. E ver a luz desse modo criou coisas como isto ou isto.
Em suma, acredito piamente que são necessários alguns conhecimentos da parte técnica (não é ligar a máquina digital, meter tudo em automático e esperar que a virgem santissima da inspiração caia sobre nós) mas ainda mais do que isso, é sentir a luz como verdadeira poesia.
No entanto, "geneticamente" não leva acento
Lembro-me que quando comecei a "fazer fotografia" - à quatro anos atrás - detestava que me acontecesse isto. Ou seja, ter uma boa ideia ou conceito e não a conseguir realizar como o havia imaginado. Obviamente, a máquina era má e só o photoshop ajudava.
No entanto, certo dia cheguei à conclusão que não me queria viciado em Photoshop, peguei numa analógica, gastei uma fortuna em rolos e muitas horas a ler sobre as "partes ténicas" da fotografia. Desta forma, já consegui controlar a luz, jogar com as sombras e fazer coisas deste género.
Mas raios, gostava demasiado de Caravaggio e queria uma luz como aquela. E como tal, apoiado pelos conhecimentos mais técnicos, tentei sentir a luz e fazer dela - ainda na minha cabeça - factor determinante da obra. E ver a luz desse modo criou coisas como isto ou isto.
Em suma, acredito piamente que são necessários alguns conhecimentos da parte técnica (não é ligar a máquina digital, meter tudo em automático e esperar que a virgem santissima da inspiração caia sobre nós) mas ainda mais do que isso, é sentir a luz como verdadeira poesia.
Última edição por Abracadaver [RIP] em segunda set 05, 2005 2:40 pm, editado 1 vez no total.
-
Abracadaver [RIP]
Abracadaver Escreveu:Belo trabalho. Acho que através das muitas metáforas e escrita quase poética realças ainda mais a importância da luz.
No entanto, "geneticamente" não leva acento
Lembro-me que quando comecei a "fazer fotografia" - à quatro anos atrás - detestava que me acontecesse isto. Ou seja, ter uma boa ideia ou conceito e não a conseguir realizar como o havia imaginado. Obviamente, a máquina era má e só o photoshop ajudava.
No entanto, certo dia cheguei à conclusão que não me queria viciado em Photoshop, peguei numa analógica, gastei uma fortuna em rolos e muitas horas a ler sobre as "partes ténicas" da fotografia. Desta forma, já consegui controlar a luz, jogar com as sombras e fazer coisas deste género.
Mas raios, gostava demasiado de Caravaggio e queria uma luz como aquela. E como tal, apoiado pelos conhecimentos mais técnicos, tentei sentir a luz e fazer dela - ainda na minha cabeça - factor determinante da obra. E ver a luz desse modo criou coisas como isto ou isto.
Em suma, acredito piamente que são necessários alguns conhecimentos da parte técnica (não é ligar a máquina digital, meter tudo em automático e esperar que a virgem santissima da inspiração caia sobre nós) mas ainda mais do que isso, é sentir a luz como verdadeira poesia.
Não me consigo habituar à regra de que nenhum advérbio de modo leva acento...
Antes de mais louvo o facto de teres tido paciência e coragem para entrar no mundo dos rolos...
Pelo que escreveste parece-me que já conseguiste o mais importante em fotografia, que é dominar a parte da aquisição da imagem. Nota-se que sentes que já tens o teu modo de ver e abordar as composições, e isso é sem dúvida o mais importante, porque sem uma boa foto de base não se chega a lado nenhum.
MAS... não concordo com o puritanismo que defendes de evitar usar o Photoshop, ou seja o que for. Essa linha de pensamento ganhou força com o advento das máquinas digitais, e foi perpetrada pelos fotógrafos "analógicos" que de repente viram turistas de domingo a fazer fotos quase tão boas como as fotos que eles demoravam semanas a preparar. O que realmente interessa, e que muita gente não sabe, é que NENHUM grande fotógrafo, NENHUM dos grandes nomes da praça, publica e divulga as suas fotos tal e qual como elas sairam da câmara. Existem 1001 técnicas de câmara escura que permitem fazer tudo e mais alguma coisa às fotografias. Por algum motivo chamam ao Photoshop um verdadeiro Digital Darkroom. Os brilhos, contrastes, tonalidades, dodge, burn, saturação, etc... tudo é possível fazer em câmara escura. É claro que os progamas digitais hoje em dia permitem ir ainda mais além, com as famosas manipulações fotográficas, em que se juntam várias fotos numa só imitando a realidade, mas isso já vai depender da consciência de cada um...
Onde pretendo chegar é ao facto de achar que tens óptimas fotos com muito sentimento envolvido, e que só saem prejudicadas se não forem ajustadas com um pós-processamento adequado, porque no fundo o objectivo é o de "impressionar" o observador.
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
-
Abracadaver [RIP]
Abracadaver Escreveu:Sim, tentei fazer mas é como dizes, sai muito, mas muito caro mesmo.
Bem, eu apenas acho que se deve experimentar o analógico antes de saltar para o digital, mas actualmente também só trabalho com digital e thank god pelos gajos que inventaram o photoshop que dá um jeitaço.
E já agora eu uso o termo "photoshop" em termos genéricos, porque toda a gente fala em photoshop. Eu só uso o Photoshop para redimensionar e ajustar a sharpness das fotos... prefiro muito mais o Paint Shop Pro que é mais intuitivo.
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
-
Epic [RIP]
Epic Escreveu:Estou simplesmente extasiado com tal interpretação!![]()
Genial sim senhor!
Quanto ao assunto "photoshop" concordo q é muito mais acessivel um Paint Shop Pro (é o q uso)
O Paint Shop Pro faz 95% do que o Photoshop faz, em relação a edição de fotografia, e aquilo que não consegue fazer tem a ver com controlos avançados de layers e funções que para mim são puro chinês!
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
-
Epic [RIP]
Amphion(José Ramos) Escreveu:Epic Escreveu:Estou simplesmente extasiado com tal interpretação!![]()
Genial sim senhor!
Quanto ao assunto "photoshop" concordo q é muito mais acessivel um Paint Shop Pro (é o q uso)
O Paint Shop Pro faz 95% do que o Photoshop faz, em relação a edição de fotografia, e aquilo que não consegue fazer tem a ver com controlos avançados de layers e funções que para mim são puro chinês!
Esse é outro dos motivos pq n uso o photoshop mtas vezes... Puro chinês
Voltar para “Arquivo 2004 a 2009”
Quem está ligado:
Utilizadores neste fórum: Baidu [Spider] e 69 visitantes