" Sociedade Portuguesa do Metal "
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Imprevisivel [RIP]
" Sociedade Portuguesa do Metal "
É uma pena haver pessoal que mistura politica com metal.
No Black metal sempre houve a necessidade de Exprimir o ódio e alguns pensamentos obscuros. Isso não quer dizer que os " amantes de estremos politicos " se aproveitem disso.
Mais uma coisa. O metal sempre serviu para criticar qq forma politica.
Outra : O pessoal que se diz Fazcista, de certeza que nunca foi à berlim. Se um dia forem digam-se lá como amantes do fazcismo e verão o que é realmente p pensamento alemão para com vosco.
Ass: Rakzhodekams
No Black metal sempre houve a necessidade de Exprimir o ódio e alguns pensamentos obscuros. Isso não quer dizer que os " amantes de estremos politicos " se aproveitem disso.
Mais uma coisa. O metal sempre serviu para criticar qq forma politica.
Outra : O pessoal que se diz Fazcista, de certeza que nunca foi à berlim. Se um dia forem digam-se lá como amantes do fazcismo e verão o que é realmente p pensamento alemão para com vosco.
Ass: Rakzhodekams
Permite-me discordar. A politica é parte integrante da nossa sociedade e como tal não deve ser excluida à priori de qualquer forma de expressão. Como exemplo canónico, os Napalm Death sempre misturaram politica com metal e os resultados são admiráveis.
Quanto às influências neo-nazis e fascistas no Blackmetal, alguns pensamentos aleatórios:
a) Acho que o Blackmetal sempre primou por alguns extremismos mais ou menos coerentes.
b) Algumas dessas bandas são as primeiras a dizer que não são bandas de Blackmetal, apenas utilizam a sonoridade caracteristica deste como meio de expressão.
c) De facto, os nórdicos e alemães têm uma certa dificuldade em como é que portugueses se conseguem identificar com ideiais nazis.
d) Whatever, cada um que faça o que quer. E se por acaso fizerem figura de palhaços, nós estamos cá para nos rir-mos um pouco.
Quanto às influências neo-nazis e fascistas no Blackmetal, alguns pensamentos aleatórios:
a) Acho que o Blackmetal sempre primou por alguns extremismos mais ou menos coerentes.
b) Algumas dessas bandas são as primeiras a dizer que não são bandas de Blackmetal, apenas utilizam a sonoridade caracteristica deste como meio de expressão.
c) De facto, os nórdicos e alemães têm uma certa dificuldade em como é que portugueses se conseguem identificar com ideiais nazis.
d) Whatever, cada um que faça o que quer. E se por acaso fizerem figura de palhaços, nós estamos cá para nos rir-mos um pouco.
- Vento_Nocturno
- Metálico(a) Compulsivo(a)
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- Registado: sexta set 19, 2003 12:45 pm
- Localização: Lx
A mim pessoalmente preoucupar-me-ia mais com metal partidarisado do que com metal politico.
Os meus laivos de raiva "politica" são regra geral extremamente apartidarios.
Não conseguiria ser apolitico na sociedade, as minhas entranhas não me dariam descanso (não é que deêm muito com a situação do nosso país mas prontos...
Off topic:
Muitas vezes dá-me vontade de desatar à estalada à nossa classe politica toda de lés a lés!
On topic:
A música tem sido utilizada ao longo do tempo para expressão politica/ideológica/religiosa de forma e qualidades melhores ou piores pela esquerda e pela direita, e antagonicamente dentro delas se for o caso.
O problema mais grave que pode assitir a esta questão, para mim situa-se essencialmente na capacidade de reflexão e interpretação de cada um que as ouve sobre a "mensagem" que é transmitida.
Ou seja não é por tripar com uma qualquer malha de música que parto para a acção subjacente ao conteudo das mesmas - exemplos:
-lá por ouvir e gostar de músicas de black metal mais ou menos satânico não vou desatar a sacrificar pessoas ou a queimar igrejas;
-lá por gostar de músicas de RAM (simmm, não é metal!!!) nao vou desatar a apedrejar as instuições públicas de que não gosto ou não concordo ou a destruir p.exemplo carros de luxo.
Concretamente em termos da "nossa" música, o metal para mim é a música da revolta e do incoformismo, e a forma como eu processo essa mesma revolta e inconformidade e a reconduzo em força para a vida não é feito da forma fácil da violência seja de que forma fôr. Esta energia canalizo-a para para a minha "stamina" e enduro para lidar com as coisas que me desgostam para tentar pelo menos melhorá-las e não desistir.
É preciso que saibamos acima de tudo saber pensar pela nossa própria cabeça e não acabar como mais uma ovelha cega atrás do rebanho, cujo conceito é algo contraria à própria essência do metal.
Até porque as ideologias são sempre lindas até serem aplicadas por uma qualquer cabecinha que inevitavelmente as corromperá.
Relativamente ao que foi afirmado no post inicial, é preciso saber distinguir as diferentes vertentes ideológicas. Neste caso a extrema direita de nazismo (neo ou nacional socialismo) não teem exactamente os mesmos fundamentos e designios ideológicos do fascismo, apesar de se terem, na história, chegado a sobrepor.
No caso nomeadamente da Alemanha, que foi referido, as referencias ideológicas são muito mais as nazis nem que seja pelo enfoque na raça mais até do que na nação. Em Portugal (e obviamente por razões históricas na Itália) as referencias são de índole fascista cujo termo deriva do "il facho" (desculpem-me o italiano que é nulo) ou seja o "facho de luz da razão" (desculpem-me mais uma vez a liberdade artistica da frase).
Prefiro não me alongar muito até porque não sou assim tão literado nestes assuntos ideológicos.
Espero não ter dito nenhuma barbaridade caso contrário por favor corrigam-me.
\00/
Os meus laivos de raiva "politica" são regra geral extremamente apartidarios.
Não conseguiria ser apolitico na sociedade, as minhas entranhas não me dariam descanso (não é que deêm muito com a situação do nosso país mas prontos...
Off topic:
Muitas vezes dá-me vontade de desatar à estalada à nossa classe politica toda de lés a lés!
On topic:
A música tem sido utilizada ao longo do tempo para expressão politica/ideológica/religiosa de forma e qualidades melhores ou piores pela esquerda e pela direita, e antagonicamente dentro delas se for o caso.
O problema mais grave que pode assitir a esta questão, para mim situa-se essencialmente na capacidade de reflexão e interpretação de cada um que as ouve sobre a "mensagem" que é transmitida.
Ou seja não é por tripar com uma qualquer malha de música que parto para a acção subjacente ao conteudo das mesmas - exemplos:
-lá por ouvir e gostar de músicas de black metal mais ou menos satânico não vou desatar a sacrificar pessoas ou a queimar igrejas;
-lá por gostar de músicas de RAM (simmm, não é metal!!!) nao vou desatar a apedrejar as instuições públicas de que não gosto ou não concordo ou a destruir p.exemplo carros de luxo.
Concretamente em termos da "nossa" música, o metal para mim é a música da revolta e do incoformismo, e a forma como eu processo essa mesma revolta e inconformidade e a reconduzo em força para a vida não é feito da forma fácil da violência seja de que forma fôr. Esta energia canalizo-a para para a minha "stamina" e enduro para lidar com as coisas que me desgostam para tentar pelo menos melhorá-las e não desistir.
É preciso que saibamos acima de tudo saber pensar pela nossa própria cabeça e não acabar como mais uma ovelha cega atrás do rebanho, cujo conceito é algo contraria à própria essência do metal.
Até porque as ideologias são sempre lindas até serem aplicadas por uma qualquer cabecinha que inevitavelmente as corromperá.
Relativamente ao que foi afirmado no post inicial, é preciso saber distinguir as diferentes vertentes ideológicas. Neste caso a extrema direita de nazismo (neo ou nacional socialismo) não teem exactamente os mesmos fundamentos e designios ideológicos do fascismo, apesar de se terem, na história, chegado a sobrepor.
No caso nomeadamente da Alemanha, que foi referido, as referencias ideológicas são muito mais as nazis nem que seja pelo enfoque na raça mais até do que na nação. Em Portugal (e obviamente por razões históricas na Itália) as referencias são de índole fascista cujo termo deriva do "il facho" (desculpem-me o italiano que é nulo) ou seja o "facho de luz da razão" (desculpem-me mais uma vez a liberdade artistica da frase).
Prefiro não me alongar muito até porque não sou assim tão literado nestes assuntos ideológicos.
Espero não ter dito nenhuma barbaridade caso contrário por favor corrigam-me.
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Acho que, quando há contestação à sociedade ou ao sistema em que vivemos, há sempre política. Nas diferentes críticas que muitas bandas de Metal fazem, nota-se isso mesmo. Não há é uma orientação política definida, quer à esquerda, quer à direita.
No caso do Metal, que considero um género que defende a liberdade de expressão e o direito de cada um a ser o que muito bem entender, acho bastante incoerente haver uma ligação com ideiais que não respeitam, eles próprios, essa liberdade e esse direito. Já vi algumas pessoas a ficarem indignadas e a abandonarem a sala, num concerto em que uma banda afirmou que "Metal não é Fascismo". Essa indignação foi sustentada com declarações como "a música e a política não têm nada a ver" ou "não misturem política com música". Até aqui, tudo bem! O grande problema é que, quando se trata de bandas que associam ideais de extrema-direita com a sua música, ou há indivíduos que fazem a saudação fascista durante um concerto, essas mesmas pessoas não têm a mesma indignação, nem abandonam a sala, sob o pretexto de que a música e a política não devem ser misturadas...
Um membro de uma banda que já teve algumas críticas, por causa de os acusarem desse tipo de misturas, teve uma vez uma conversa comigo, num dia 25 de Abril. Contou-me que um amigo dele tinha sido proíbido de entrar na escola onde estudava, com uma camisola da banda, que penso que só tinha motivos satânicos e nem tinha nada que pudesse ser confundido com ideologias políticas. Lançou ao ar a pergunta: "É para isto que serviu o 25 da merda?". A mim faz-me uma certa confusão este tipo de coisas, porque só me ocorre que ele ache que antes do 25 de Abril de 1974, se poderia andar livremente pela rua com camisolas com motivos satânicos ou que se diria livremente aquilo que lhe apetecia, ou que se andasse ao pontapé a caixotes de lixo ou se tivesse muitas outras atitudes "rebeldes" que alguns apreciadores de Black Metal têm...
A respeito dessa tendência que surgiu, de se misturarem ideais algo intolerantes com Metal, sugiro que visitem, a título de curiosidade, o seguinte site:
http://www.metalheadsagainstracism.org
Se há quem defenda esse tipo de ideais, também há quem se pronuncie contra esse facto. A organização do Wacken Open Air também partilha a posição defendida neste site e, este ano, a 15ª edição do festival, terá esta posição como tema do festival e promove o "Metalheadz against racism". Aqui a palavra terminada com a letra Z, refere-se ao nome do clube de fãs e apoiantes do Wacken: os Metalheadz.
No caso do Metal, que considero um género que defende a liberdade de expressão e o direito de cada um a ser o que muito bem entender, acho bastante incoerente haver uma ligação com ideiais que não respeitam, eles próprios, essa liberdade e esse direito. Já vi algumas pessoas a ficarem indignadas e a abandonarem a sala, num concerto em que uma banda afirmou que "Metal não é Fascismo". Essa indignação foi sustentada com declarações como "a música e a política não têm nada a ver" ou "não misturem política com música". Até aqui, tudo bem! O grande problema é que, quando se trata de bandas que associam ideais de extrema-direita com a sua música, ou há indivíduos que fazem a saudação fascista durante um concerto, essas mesmas pessoas não têm a mesma indignação, nem abandonam a sala, sob o pretexto de que a música e a política não devem ser misturadas...
Um membro de uma banda que já teve algumas críticas, por causa de os acusarem desse tipo de misturas, teve uma vez uma conversa comigo, num dia 25 de Abril. Contou-me que um amigo dele tinha sido proíbido de entrar na escola onde estudava, com uma camisola da banda, que penso que só tinha motivos satânicos e nem tinha nada que pudesse ser confundido com ideologias políticas. Lançou ao ar a pergunta: "É para isto que serviu o 25 da merda?". A mim faz-me uma certa confusão este tipo de coisas, porque só me ocorre que ele ache que antes do 25 de Abril de 1974, se poderia andar livremente pela rua com camisolas com motivos satânicos ou que se diria livremente aquilo que lhe apetecia, ou que se andasse ao pontapé a caixotes de lixo ou se tivesse muitas outras atitudes "rebeldes" que alguns apreciadores de Black Metal têm...
A respeito dessa tendência que surgiu, de se misturarem ideais algo intolerantes com Metal, sugiro que visitem, a título de curiosidade, o seguinte site:
http://www.metalheadsagainstracism.org
Se há quem defenda esse tipo de ideais, também há quem se pronuncie contra esse facto. A organização do Wacken Open Air também partilha a posição defendida neste site e, este ano, a 15ª edição do festival, terá esta posição como tema do festival e promove o "Metalheadz against racism". Aqui a palavra terminada com a letra Z, refere-se ao nome do clube de fãs e apoiantes do Wacken: os Metalheadz.
Jó (Theriomorphic)
http://metalhead.pt : http://theriomorphic.org : http://thedeadstore.com : http://loomdesign.net
http://metalhead.pt : http://theriomorphic.org : http://thedeadstore.com : http://loomdesign.net
Política por poucas palavras pode ser definida por programa(s) de acção. A sua relação com a música penso ser bastante positiva apesar de nem toda a gente se importar com o que muitas bandas opinam. Duvido que a maior parte dos fãs de Brutal Truth se importem por exemplo com o conteúdo do "Extreme conditions demands extreme responses" que apesar de já ter sido lançado faz uns anitos, retrata profundamente as assimetrias do mundo de hoje. Falo de Brutal Truth como podia falar de outra banda qualquer que retrata nas suas letras o assunto debatido neste tópico. No entanto, fundamental para mim e que dou mais prioridade é sem dúvida o fundamento e lógica das letras.
Sobre o fascismo nem vale a pena falar sobre isso, pois só tenho duas palavras para descrever - pura palhaçada - onde até os nacionais Corpus Christii gostavam ou gostam de ideologias que sinceramente não consigo compreender. Alguém estave presente naquele concerto que deu que falar ?
Como dizia Jello Biafra : " Nazi Punks Fuck Off "
Sobre o fascismo nem vale a pena falar sobre isso, pois só tenho duas palavras para descrever - pura palhaçada - onde até os nacionais Corpus Christii gostavam ou gostam de ideologias que sinceramente não consigo compreender. Alguém estave presente naquele concerto que deu que falar ?
Como dizia Jello Biafra : " Nazi Punks Fuck Off "
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Phobos [RIP]
- Quetzalcoatl
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Esse tipo de bandas "NS blck metal" ,pelo menos as Portuguesas,sao ridiculas. No sentido de : A população portuguesa é composta de varias misturas de raças...sempre foi!! É tudo menos pura!Entao quando me vem falar de raça ariana!!! :shock: Que tem a haver connosco??
Se calhar até tem sangue judeu....alguns desses personagens!!
A questao politica em relaçao aos estrangeiros acho má...isso é um assunto diferente..
Se calhar até tem sangue judeu....alguns desses personagens!!
A questao politica em relaçao aos estrangeiros acho má...isso é um assunto diferente..
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Phobos [RIP]
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Metalian [RIP]
Penso eu que há aqui algumas confusões.
1.º Ser fascista não significa necessáriamente ser racista.
2.º O Nazismo, é que pugnava pela superioridade da raça Ariana, não o fascismo, mais associado a Itália e Portugal, e em parte a Espanha.
3.º Ser Fascsita não implica ser Neo-Nazi, uma vez que os Partidos "fascistas" sempre se colocaram no espectro politico da Direita, enquanto que o Partido Nazi era de esquerda, embora com a componente da raça, o que implicava a conotação com a Direita.
4.º O fascismo de Direita assenta na "descriminação" nacionalista, xenófoba, independentemente da raça. O Nazismo assentava numa descriminação racial, daí a Alemanha Nazi entender que os povos Arianos se deviam unir, e logo eles terem partido para uma "conquista" a leste, com esse fundamento.
Quanto ao ideais políticos na música, só incomodam quando abordam as teorias mais de Direita, já que ninguém ataca os cantores de intervenção, de cariz esquerdista. Em Portugal claro...
Eu acho que tudo isso é normal, cada um fala do que quer nas músicas, e tenta transmitir a sua mensagem. Assim como existe o Padre Marcelo, ou o Padre Borga, que venham as bandas Sâtanicas. Há espaço para todos, desde que não haja estremismos, e haja respeito pelos outros. Vivemos numa sociedade liberal, cada vez mais Libertina que Liberal, e se começamos a por entraves à forma de expressão e às ideias de cada um, matamos a base da Democracia e caminharemos para uma sociedade castradora dos direitos individuais, quer seja uma sociedade Fascista ou Comunista, ou baseada numa qualquer Religião limitativas dos direitos de cada um.
A música serve para expressar emoções, mas atenção.... Há determinados valores, que são protegidos, e que a sua violação pode causar um alarmismo tal que causa "Alarme Social" e daí existirem determinados crimes. Portanto, se as letras das músicas não ultrapassarem esses limites, não vejo mal nenhum. Se alguém se deixa influênciar... E os discursos políticos? E as bacoradas que os políticos dizem na TV? Isso também influência os jovens! E ninguém fala nisso.
O maior problema está no negativismo e violência sempre associados ao Heavy Metal. As conotações são o pior de tudo. Há uns tempos uns colegas meus a falar disso, diziam que quem ouvia HM era drogado, violento, satanico, etc... Eu deixei falar, e no fim perguntei: Ai é? Então olhem para mim, eu sou drogado? Eu gosto de HM e não sou nada disso! Não me visto à metaleiro, mas não deixo de o ser!
Ficaram a olhar para mim com ar de parvos.
Para concluir, deixem cada um ouvir o que quiser, e cantar sobre o que quiser.
1.º Ser fascista não significa necessáriamente ser racista.
2.º O Nazismo, é que pugnava pela superioridade da raça Ariana, não o fascismo, mais associado a Itália e Portugal, e em parte a Espanha.
3.º Ser Fascsita não implica ser Neo-Nazi, uma vez que os Partidos "fascistas" sempre se colocaram no espectro politico da Direita, enquanto que o Partido Nazi era de esquerda, embora com a componente da raça, o que implicava a conotação com a Direita.
4.º O fascismo de Direita assenta na "descriminação" nacionalista, xenófoba, independentemente da raça. O Nazismo assentava numa descriminação racial, daí a Alemanha Nazi entender que os povos Arianos se deviam unir, e logo eles terem partido para uma "conquista" a leste, com esse fundamento.
Quanto ao ideais políticos na música, só incomodam quando abordam as teorias mais de Direita, já que ninguém ataca os cantores de intervenção, de cariz esquerdista. Em Portugal claro...
Eu acho que tudo isso é normal, cada um fala do que quer nas músicas, e tenta transmitir a sua mensagem. Assim como existe o Padre Marcelo, ou o Padre Borga, que venham as bandas Sâtanicas. Há espaço para todos, desde que não haja estremismos, e haja respeito pelos outros. Vivemos numa sociedade liberal, cada vez mais Libertina que Liberal, e se começamos a por entraves à forma de expressão e às ideias de cada um, matamos a base da Democracia e caminharemos para uma sociedade castradora dos direitos individuais, quer seja uma sociedade Fascista ou Comunista, ou baseada numa qualquer Religião limitativas dos direitos de cada um.
A música serve para expressar emoções, mas atenção.... Há determinados valores, que são protegidos, e que a sua violação pode causar um alarmismo tal que causa "Alarme Social" e daí existirem determinados crimes. Portanto, se as letras das músicas não ultrapassarem esses limites, não vejo mal nenhum. Se alguém se deixa influênciar... E os discursos políticos? E as bacoradas que os políticos dizem na TV? Isso também influência os jovens! E ninguém fala nisso.
O maior problema está no negativismo e violência sempre associados ao Heavy Metal. As conotações são o pior de tudo. Há uns tempos uns colegas meus a falar disso, diziam que quem ouvia HM era drogado, violento, satanico, etc... Eu deixei falar, e no fim perguntei: Ai é? Então olhem para mim, eu sou drogado? Eu gosto de HM e não sou nada disso! Não me visto à metaleiro, mas não deixo de o ser!
Ficaram a olhar para mim com ar de parvos.
Para concluir, deixem cada um ouvir o que quiser, e cantar sobre o que quiser.
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LS [RIP]
nazis, racistas, fascistas... pá, podiam ir todos para as câmaras de gases do hitler... hmm e já agora os arabes e os judeus... hmm... e os americanos tb...
hmm... well its pointless, mais vale sinceramente n nos preocuparmos com isso... só tenho a dizer é q, apesar de axar o satanismo algo menos bom (para n usar os meus comuns adjectivos depreciativos) axo q n tem nenhum problema em ser associado com o black metal... agora nunca entendi foi essa associação do black metal com nazismo, racismo, etc... por mtas justificações culturais q me apresentem, axo q uma coisa n tem nada a ver com outra... até pk o meio musical das mensagens politicas sp foi o punk...
hmm... well its pointless, mais vale sinceramente n nos preocuparmos com isso... só tenho a dizer é q, apesar de axar o satanismo algo menos bom (para n usar os meus comuns adjectivos depreciativos) axo q n tem nenhum problema em ser associado com o black metal... agora nunca entendi foi essa associação do black metal com nazismo, racismo, etc... por mtas justificações culturais q me apresentem, axo q uma coisa n tem nada a ver com outra... até pk o meio musical das mensagens politicas sp foi o punk...
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Phobos [RIP]
Grande Abnos! "Menos bom" é uma boa maneira de qualificar algo que não aprecias!
Eu defendo a atitude aqui já defendida de "façam o que quiseres porque são livres". De facto existem muitas bandas NSBM, constituindo este um verdadeiro submovimento dentro do blackmetal.
Defendo a liberdade mas defendo-a nos seguintes moldes: uma coisa é falar ou defender algo em que se acredita através da letras de uma música, outra coisa é levar à prática certas condutas. Quanto a mim, no campo da teorização tudo é permitido e livre. Assim sendo, qualquer banda será livre a dizer e pensar o que quiser. Quem quiser ouve, que não quer não ouve. Assim, não considero as bandas de NSBM nocivas pois só "bebe" dos ensinamentos quem quiser. As suas letras passam-me completamente ao lado e só lamento a conotação crescente que o metal mais extremo começa a ter com ideologias políticas extremas, agora que o satanismo já passou de moda...
Eu defendo a atitude aqui já defendida de "façam o que quiseres porque são livres". De facto existem muitas bandas NSBM, constituindo este um verdadeiro submovimento dentro do blackmetal.
Defendo a liberdade mas defendo-a nos seguintes moldes: uma coisa é falar ou defender algo em que se acredita através da letras de uma música, outra coisa é levar à prática certas condutas. Quanto a mim, no campo da teorização tudo é permitido e livre. Assim sendo, qualquer banda será livre a dizer e pensar o que quiser. Quem quiser ouve, que não quer não ouve. Assim, não considero as bandas de NSBM nocivas pois só "bebe" dos ensinamentos quem quiser. As suas letras passam-me completamente ao lado e só lamento a conotação crescente que o metal mais extremo começa a ter com ideologias políticas extremas, agora que o satanismo já passou de moda...
Fotografia - http://www.joseramos.com | http://www.facebook.com/joseramosphotography/
Amphion (blackened death metal)
Amphion (blackened death metal)
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daphra [RIP]
a música sempre serviu de forma de contestação social, algumas vezes de forma muito subtil e igualmente genial!
se Zeca Afonso lutou contra o regime fascita de salazar que vigorou até 1974, não se pode renegar o direito de simpatizantes com ideias de extrema direita expressem as suas opiniões da mesma forma!
eu não nutro qq tipo de simpatia por essas ideias extemistas de direita, no entanto nao posso impedir outras pessoas de acreditarem naquilo que bem entendem...
o importante é termos sempre em mente que a nossa liberdade acaba onde começa a dos outros... e como tal, qq forma de repressão, violencia e intolerância para com o próximo é condenável... e como alguém disse atrás: pessoas dessas, era mandá-las para as câmaras de gás....
greatings
se Zeca Afonso lutou contra o regime fascita de salazar que vigorou até 1974, não se pode renegar o direito de simpatizantes com ideias de extrema direita expressem as suas opiniões da mesma forma!
eu não nutro qq tipo de simpatia por essas ideias extemistas de direita, no entanto nao posso impedir outras pessoas de acreditarem naquilo que bem entendem...
o importante é termos sempre em mente que a nossa liberdade acaba onde começa a dos outros... e como tal, qq forma de repressão, violencia e intolerância para com o próximo é condenável... e como alguém disse atrás: pessoas dessas, era mandá-las para as câmaras de gás....
greatings
- Quetzalcoatl
- Metálico(a) Supremo(a)
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- Registado: sexta mai 16, 2003 1:36 pm
- Localização: PORTO/VALONGO
Daphra..agora confundiste me!!!! Primeiro dizes que nao tens nada contra pessoas revelarem as suas filosofias politicas atraves da musica,mesmo sendo elas as piores que a humanidade já presenciou!!
No fim da tuamissiva dizes que pessoas como essas deviam ir todas para a camara de gas!!Entao estas de que lado?
No fim da tuamissiva dizes que pessoas como essas deviam ir todas para a camara de gas!!Entao estas de que lado?
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