2008.06.01 - Queensryche - Teatro Sá da Bandeira, Porto
- José Sousa
- Ultra-Metálico(a)
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Com a saida de Chris de Garmo, os Queensryche acabaram.
Ainda por cima lançam um album com o titulo Operation Mindcrime II só para aproveitar o balanço do 1º, porque musicalmente nem têm nada a ver um com o outro.
Geoff Tate e Michael Wilton quiseram mudar de sonoridades, coisa que Chris de Garmo se opunha, daí a sua saída. Agora ao tocarem só practicamente os grandes sucessos do Op. Mind. e do Empire dão razão ao Chris.
Bem arrependidos devem estar.
Ainda por cima lançam um album com o titulo Operation Mindcrime II só para aproveitar o balanço do 1º, porque musicalmente nem têm nada a ver um com o outro.
Geoff Tate e Michael Wilton quiseram mudar de sonoridades, coisa que Chris de Garmo se opunha, daí a sua saída. Agora ao tocarem só practicamente os grandes sucessos do Op. Mind. e do Empire dão razão ao Chris.
Bem arrependidos devem estar.
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The_Mirror_Black
- Metálico(a) Inspirado(a)
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atenção que o Chris DeGarmo também esteve envolvido em todos os trabalhos menos inspirados dos Queensryche, e a sua saída não terá sido certamente pelas diferenças musicais, senão ele não teria embarcado em alguns projectos que teve nos últimos anos.
acontece é que os Queensryche estão muito diferentes desde a época de 83 a 92, onde até aí se notou uma grande diferença (evolução) desde os primórdios até ao Empire.
para comprovar isto, aconselho o visionamento do Operation LiveCrime original, e depois vejam o Mindcrime at the Moore. parecem duas bandas completamente diferentes, até em termos de presença de palco o Eddie Jackson passa o concerto estático, de resto o restante trio original é igual a si próprio (com a diferença dos anos que passaram), e o novo guitarrista não tem nem metade do feeling do DeGarmo. é um exercício interessante mas que deixa alguma tristeza pelo que eram e o que são agora.
quanto ao album, talvez a abordagem do tema não seja descabida nos tempos de hoje, porque já o primeiro O:Mindcrime era um album intemporal, mas a musicalidade é que deixa muito a desejar.
enfim, eu estou lá nem que seja para acrescentar mais esta mítica banda ao meu "curriculum", e o passado destes senhores fala por si. que não tragam bandas de abertura, dêem um concerto de 3 horas com o Operation Mindcrime tocado na integra, e que façam um encore com os clássicos todos. se eu mandasse tocavam a Queen Of The Reich, a Lady Wore Black, Take Hold Of The Flame, Empire, etc...
acontece é que os Queensryche estão muito diferentes desde a época de 83 a 92, onde até aí se notou uma grande diferença (evolução) desde os primórdios até ao Empire.
para comprovar isto, aconselho o visionamento do Operation LiveCrime original, e depois vejam o Mindcrime at the Moore. parecem duas bandas completamente diferentes, até em termos de presença de palco o Eddie Jackson passa o concerto estático, de resto o restante trio original é igual a si próprio (com a diferença dos anos que passaram), e o novo guitarrista não tem nem metade do feeling do DeGarmo. é um exercício interessante mas que deixa alguma tristeza pelo que eram e o que são agora.
quanto ao album, talvez a abordagem do tema não seja descabida nos tempos de hoje, porque já o primeiro O:Mindcrime era um album intemporal, mas a musicalidade é que deixa muito a desejar.
enfim, eu estou lá nem que seja para acrescentar mais esta mítica banda ao meu "curriculum", e o passado destes senhores fala por si. que não tragam bandas de abertura, dêem um concerto de 3 horas com o Operation Mindcrime tocado na integra, e que façam um encore com os clássicos todos. se eu mandasse tocavam a Queen Of The Reich, a Lady Wore Black, Take Hold Of The Flame, Empire, etc...
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senzafine
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Olá outra vez. Recebi um e-mail da prime artists (http://www.prime-artists.com/), organizadores do concerto de queenryche em Portugal, com algumas informações. Decidi partilhar aqui convosco, já que achei que a informação está muito boa e pode ser util.. é cultura geral, e por aí além!
19 de Novembro - TEATRO SÁ DA BANDEIRA
Abertura de Portas: 21h00 – Início do espectáculo: 21h30
1ª parte: TBC
Actualmente em digressão pela América Norte com a mais recente colectânea «Sign Of The Times», os QUEENSRYCHE chegam a Portugal a 19 de Novembro para um concerto único no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, antes de seguirem para Inglaterra, onde vão ficar até meados de Dezembro. Naquele que é o primeiro concerto do quinteto norte-americano em Portugal, a banda vai estrear o álbum de versões «Take Cover» que será lançado para o mercado seis dias antes do concerto no nosso país. Geoff Tate (voz), Scott Rockenfield (bateria), Michael Wilton e Mike Stone (guitarras) e Eddie Jackson (baixo) pegaram em clássicos como «Welcome To The Machine», dos Pink Floyd; «Bullet The Blue Sky», dos U2; «Red Rain», de Peter Gabriel; «Heaven In Their Minds», dos Jesus Christ Superstar; «For Love Of The Money», dos O'Jays; e «For What It's Worth», de Buffalo Springfield, e deram-lhes uma nova abordagem.
Rock progressivo, heavy metal e hard rock são algumas das influências dos QUEENSRYCHE que apresentam um espectáculo teatral e poderoso. Ao longo de mais de 25 anos de carreira, a banda já vendeu mais de 20 milhões de álbuns e actuou em 22 países diferentes em todo o mundo. Quatro vezes nomeados para os Grammy, os QUEENSRYCHE foram convidados a emprestar músicas para a banda-sonora de filmes como «O Último Grande Herói», com Arnold Schwarzenegger, e «The Adventures of Ford Fairlane», com Andrew Dice Clay.
Uma oportunidade única de ver ao vivo uma das bandas mais distintas da cena metal dos EUA nos anos 80 e que, ainda hoje, se mantém fiel ao estilo e sonoridade.
Os bilhetes para o concerto custam 25,-Euros, à venda (brevemente) nos seguintes locais: CTT, Fnacs, http://www.plateia.iol.pt, Piranha, Lost Underground (Porto e Braga), Breakpoint e no local.
Co-Produção: Clapbox
BIOGRAFIA
Formação:
- Geoff Tate - Voz
- Scott Rockenfield - Bateria
- Michael Wilton - Guitarra
- Eddie Jackson - Baixo
- Mike Stone - Guitarra
Seguidores do legado dos Van Halen, Kiss e Aerosmith, os QUEENSRYCHE construíram uma sonoridade progressiva de heavy metal onde reconhecemos influências do metal pós-Van Halen e do art rock dos anos 70, praticado pelos Pink Floyd e Queen.
Assíduos no airplay das rádios em meados da década de 80, os QUEENSRYCHE apresentavam música poderosa, dramática, progressiva e electrificante.
Oriundos de Bellevue, Washington, Chris DeGarmo e Michael Wilton juntaram-se a Scott Rockenfield e Eddie Jackson em 1981 para formar a banda The Mob. Para o lugar de vocalista convidaram Geoff Tate e inspirados pelo próprio tema «Queen of the Reich» passaram a chamar-se QUEENSRYCHE. Já em 1982 gravaram o EP «Queensryche» que arrecadou excelentes críticas da conceituada revista Kerrang! e lhes valeu um contracto com a multinacional EMI para edição do álbum de estreia, «The Warning», em 1984. Um disco heavy metal, perto de sonoridades mais tradicionais, ainda hoje considerado um clássico do rock. Depois de digressões pelos EUA, Europa e Japão a banda entrou em estúdio, dois anos mais tarde, para gravar «Rage for Order» que ocupou o 47.º lugar na tabela de vendas norte-americanas. Seguiram-se tournées com os AC/DC e Ozzy Osbourne.
Em 1988 os QUEENSRYCHE lançaram aquele que é, unanimemente, considerado o álbum mais simbólico e ambicioso do quinteto: «Operation: Mindcrime». Uma mistura densa de géneros, onde o rock clássico ganhou terreno ao heavy, que vendeu um milhão de cópias, só nos Estados Unidos.
No final de 1990 continuaram a surpreender com «Empire» que ocupou o 7.º lugar no top de vendas e arrecadou a dupla platina nos EUA. Graças à balada art rock «Silent Lucidity», os QUEENSRYCHE marcaram presença massiva na MTV e nas rádios americanas. Seguiu-se «Operation: LIVEcrime», gravado durante a digressão de «Operation: Mindcrime», que regista o espectáculo ópera-rock que marcou a viragem na carreira do quinteto norte-americano.
«Hear In The New Frontier», de 1997, marcou uma nova etapa no conteúdo musical dos americanos, registando um regresso às origens pesados da banda. Após a saída de Chris DeGarmo, em 1988, os QUEENSRYCHE lançam «Q2K» com o guitarrista Kelly Grey, antes do «Greatest Hits», editado em 2000.
Empenhados em combater as gravações piratas feitas ao longo das digressões, os músicos gravam dois concertos em Seattle e lançam, em 2001, o duplo CD e DVD «Live Evolution», onde reuniram todos os êxitos da banda desde a década de 80.
Dois anos depois Chris DeGarmo regressou à banda para gravar «Tribe», uma encomenda de estúdio que não implicava a digressão. Ao vivo, os QUEENSRYCHE contaram com o guitarrista Mike Stone (que compôs e gravou o tema «Losing Myself» em «Tribe») para dar continuidade à tournée ao lado dos Dream Theater e Fates Warning. Esta resultou na edição do CD/DVD «Art of Live» onde podemos recordar o momento em que os Dream Theater entram na actuação dos QUEENSRYCHE e, juntos, fazem covers de «Confortably Numb», dos Pink Floyd, e «Won't Get Fooled Again», dos The Who.
Em 2006 voltaram ao estúdio para gravar a sequela do bem sucedido «Operation: Mindcrime». De «Operation: Mindcrime II» destacam-se «I'm American», «The Hands», «The Chase», «All The Promises» e «Murderer?». Depois da extensa digressão lançaram, já este ano, o duplo CD/DVD «Mindcrime at the Moore» e, em Agosto, a colectânea «Sign Of The Times: The Best of Queensryche», composta por todos os hits da banda e um tema inédito, «Justified».
Para 13 de Novembro está marcado o lançamento de um álbum de covers, «Take Cover», do qual fazem parte «Welcome To The Machine», dos Pink Floyd; «Bullet The Blue Sky», dos U2; «Red Rain», de Peter Gabriel; «Heaven In Their Minds», dos Jesus Christ Superstar; «For Love Of The Money», dos O'Jays; e uma versão acústica de «For What It's Worth», de Buffalo Springfield.
Website: http://www.queensryche.com
DISCOGRAFIA
Queensryche EP (1983)
The Warning (1984)
Rage for Order (1986)
Operation: Mindcrime (1988)
Empire (1990)
Promised Land (1994)
Hear In the Now Frontier (1997)
Greatest Hits (2000)
Q2k (1999)
Operation: Livecrime (1991)
Live Evolution (2001)
Classic Masters (2003)
Tribe (2003)
The Art of Live (2004)
Operation: Mindcrime II (2006)
Mindcrime at The Moore (2007)
Sign of The Times: The Best of Queensryche (2007)
PRONTO! É ISTO!
19 de Novembro - TEATRO SÁ DA BANDEIRA
Abertura de Portas: 21h00 – Início do espectáculo: 21h30
1ª parte: TBC
Actualmente em digressão pela América Norte com a mais recente colectânea «Sign Of The Times», os QUEENSRYCHE chegam a Portugal a 19 de Novembro para um concerto único no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, antes de seguirem para Inglaterra, onde vão ficar até meados de Dezembro. Naquele que é o primeiro concerto do quinteto norte-americano em Portugal, a banda vai estrear o álbum de versões «Take Cover» que será lançado para o mercado seis dias antes do concerto no nosso país. Geoff Tate (voz), Scott Rockenfield (bateria), Michael Wilton e Mike Stone (guitarras) e Eddie Jackson (baixo) pegaram em clássicos como «Welcome To The Machine», dos Pink Floyd; «Bullet The Blue Sky», dos U2; «Red Rain», de Peter Gabriel; «Heaven In Their Minds», dos Jesus Christ Superstar; «For Love Of The Money», dos O'Jays; e «For What It's Worth», de Buffalo Springfield, e deram-lhes uma nova abordagem.
Rock progressivo, heavy metal e hard rock são algumas das influências dos QUEENSRYCHE que apresentam um espectáculo teatral e poderoso. Ao longo de mais de 25 anos de carreira, a banda já vendeu mais de 20 milhões de álbuns e actuou em 22 países diferentes em todo o mundo. Quatro vezes nomeados para os Grammy, os QUEENSRYCHE foram convidados a emprestar músicas para a banda-sonora de filmes como «O Último Grande Herói», com Arnold Schwarzenegger, e «The Adventures of Ford Fairlane», com Andrew Dice Clay.
Uma oportunidade única de ver ao vivo uma das bandas mais distintas da cena metal dos EUA nos anos 80 e que, ainda hoje, se mantém fiel ao estilo e sonoridade.
Os bilhetes para o concerto custam 25,-Euros, à venda (brevemente) nos seguintes locais: CTT, Fnacs, http://www.plateia.iol.pt, Piranha, Lost Underground (Porto e Braga), Breakpoint e no local.
Co-Produção: Clapbox
BIOGRAFIA
Formação:
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- Eddie Jackson - Baixo
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Seguidores do legado dos Van Halen, Kiss e Aerosmith, os QUEENSRYCHE construíram uma sonoridade progressiva de heavy metal onde reconhecemos influências do metal pós-Van Halen e do art rock dos anos 70, praticado pelos Pink Floyd e Queen.
Assíduos no airplay das rádios em meados da década de 80, os QUEENSRYCHE apresentavam música poderosa, dramática, progressiva e electrificante.
Oriundos de Bellevue, Washington, Chris DeGarmo e Michael Wilton juntaram-se a Scott Rockenfield e Eddie Jackson em 1981 para formar a banda The Mob. Para o lugar de vocalista convidaram Geoff Tate e inspirados pelo próprio tema «Queen of the Reich» passaram a chamar-se QUEENSRYCHE. Já em 1982 gravaram o EP «Queensryche» que arrecadou excelentes críticas da conceituada revista Kerrang! e lhes valeu um contracto com a multinacional EMI para edição do álbum de estreia, «The Warning», em 1984. Um disco heavy metal, perto de sonoridades mais tradicionais, ainda hoje considerado um clássico do rock. Depois de digressões pelos EUA, Europa e Japão a banda entrou em estúdio, dois anos mais tarde, para gravar «Rage for Order» que ocupou o 47.º lugar na tabela de vendas norte-americanas. Seguiram-se tournées com os AC/DC e Ozzy Osbourne.
Em 1988 os QUEENSRYCHE lançaram aquele que é, unanimemente, considerado o álbum mais simbólico e ambicioso do quinteto: «Operation: Mindcrime». Uma mistura densa de géneros, onde o rock clássico ganhou terreno ao heavy, que vendeu um milhão de cópias, só nos Estados Unidos.
No final de 1990 continuaram a surpreender com «Empire» que ocupou o 7.º lugar no top de vendas e arrecadou a dupla platina nos EUA. Graças à balada art rock «Silent Lucidity», os QUEENSRYCHE marcaram presença massiva na MTV e nas rádios americanas. Seguiu-se «Operation: LIVEcrime», gravado durante a digressão de «Operation: Mindcrime», que regista o espectáculo ópera-rock que marcou a viragem na carreira do quinteto norte-americano.
«Hear In The New Frontier», de 1997, marcou uma nova etapa no conteúdo musical dos americanos, registando um regresso às origens pesados da banda. Após a saída de Chris DeGarmo, em 1988, os QUEENSRYCHE lançam «Q2K» com o guitarrista Kelly Grey, antes do «Greatest Hits», editado em 2000.
Empenhados em combater as gravações piratas feitas ao longo das digressões, os músicos gravam dois concertos em Seattle e lançam, em 2001, o duplo CD e DVD «Live Evolution», onde reuniram todos os êxitos da banda desde a década de 80.
Dois anos depois Chris DeGarmo regressou à banda para gravar «Tribe», uma encomenda de estúdio que não implicava a digressão. Ao vivo, os QUEENSRYCHE contaram com o guitarrista Mike Stone (que compôs e gravou o tema «Losing Myself» em «Tribe») para dar continuidade à tournée ao lado dos Dream Theater e Fates Warning. Esta resultou na edição do CD/DVD «Art of Live» onde podemos recordar o momento em que os Dream Theater entram na actuação dos QUEENSRYCHE e, juntos, fazem covers de «Confortably Numb», dos Pink Floyd, e «Won't Get Fooled Again», dos The Who.
Em 2006 voltaram ao estúdio para gravar a sequela do bem sucedido «Operation: Mindcrime». De «Operation: Mindcrime II» destacam-se «I'm American», «The Hands», «The Chase», «All The Promises» e «Murderer?». Depois da extensa digressão lançaram, já este ano, o duplo CD/DVD «Mindcrime at the Moore» e, em Agosto, a colectânea «Sign Of The Times: The Best of Queensryche», composta por todos os hits da banda e um tema inédito, «Justified».
Para 13 de Novembro está marcado o lançamento de um álbum de covers, «Take Cover», do qual fazem parte «Welcome To The Machine», dos Pink Floyd; «Bullet The Blue Sky», dos U2; «Red Rain», de Peter Gabriel; «Heaven In Their Minds», dos Jesus Christ Superstar; «For Love Of The Money», dos O'Jays; e uma versão acústica de «For What It's Worth», de Buffalo Springfield.
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- Sassequece
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Para quem perguntou se os bilhetes estão à venda, não leram o que eu escrevi.. porque a informação está lá toda. Infelizmente até ontem à noite a FNAC ainda não tinha posto os bilhetes à venda, e informei a organização que agradeceu e disponibilizou-se a resolver logo o problema... pelo menos que eu saiba nos CTT já estão disponíveis pelos tais 25€.
Espero não ver aquilo às moscas no dia do concerto...! Bem, pelo menos por mim, para mim tocam!
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As 3 datas de Espanha irão ter um set-list especial baseado nos Operation: Mindcrime
01. Revolution Calling
02. Operation: Mindcrime
03. Spreading The Disease
04. Suite Sister Mary
05. The Needle Lies
06. I Don't Believe In Love
07. I'm American
08. One Foot In Hell
09. Hostage
10. The Hands
11. Signs Say Go
12. Murderer
13. If I Could Change It All
14. An Intentional Confrontation
15. Eyes Of A Stranger
-------------------------
16. Empire
17. Jet City Woman
18. Queen Of The Ryche
Membro Orgulhoso Grupo KEAF - keimaenrolaacendefuma
Rácio de Pinanços
Cervejas em latas de 50 cl provocam cancro!
Metal until die
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- Sir Sardine
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senzafine Escreveu:Para quem perguntou se os bilhetes estão à venda, não leram o que eu escrevi.. porque a informação está lá toda. Infelizmente até ontem à noite a FNAC ainda não tinha posto os bilhetes à venda, e informei a organização que agradeceu e disponibilizou-se a resolver logo o problema... pelo menos que eu saiba nos CTT já estão disponíveis pelos tais 25€.
Espero não ver aquilo às moscas no dia do concerto...! Bem, pelo menos por mim, para mim tocam!
E então estarão brevemente na Fnac, não é? É bom. Assim que estiver vou lá.
- Sir Sardine
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- Sir Sardine
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