David Irving condenado a três anos de prisão.

Intifada
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Mensagempor Intifada » terça fev 21, 2006 5:08 pm

Isto porque segundo dizem é impossivel matar 6 milhões de pessoas naqueles fornos durante o tempo da guerra, e além do mais os fornos não podem trabalhar 24 horas por dia.
Se morreram milhões? Morreram sim senhora, mas não foram só judeus.


Caso não saibas, os 6 milhões de judeus não foram todos mortos nos fornos! Aliás, só uma pequena parte morreram dessa forma! Os restantes foram mortos em massacres e genocidios meticulosamente preparados, em trabalhos forçados, deportados/refugiados que morreram com fome e frio e de diversas outras formas!
E sim, o total de mortos é um número imensamente superior aos 6 milhões! Só ucranianos são muitos mais!

Thormentor [RIP]

Mensagempor Thormentor [RIP] » terça fev 21, 2006 5:15 pm

Com tanta sabedoria vais de certo conseguir explicar porque é que a população judaica cresceu na altura da segunda guerra mundial.

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Einherjer
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Mensagempor Einherjer » terça fev 21, 2006 5:20 pm

antes de mais, dos fracos não reza a história... 8)

acho que a palavra "facto" é usada com algum descuido...
de acordo com os "factos", lee harvey oswald assassinou kennedy sozinho.

e se eu achar que os números de birkenau são largamente exagerados, e que houve muitas obras em aushwitz posteriores à rendição alemã é revelador de quê? que tenho artrite no braço direito? que sou um facho, nazi mauzão e violento? por favor.........

o que eu aqui questiono é a fantochada que é a liberdade de expressão... não passa de arma de arremesso para ser invocada quando convém ou reprimida noutras ocasiões... somos todos livres de exprimir a nossa opinião, desde que concordemos com a maioria... ou com a minoria com o poder... enfim...

e quando falo em staline é porque todos os anos surgem individuos a tentar reabilitar esse outro monstro mas a esses tudo é permitido... aliás, o tio antónio até uma personagem querida do comité central do nosso pcp...
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Thormentor [RIP]

Mensagempor Thormentor [RIP] » terça fev 21, 2006 5:24 pm

AUSCHWITZ: MITOS E FACTOS
por Mark Weber
Fonte: Institute for Historical Review

Quase toda a gente já ouviu falar de Auschwitz, o campo de concentração alemão onde muitos prisioneiros – a maioria judeus – foram supostamente exterminados, especialmente em câmaras de gás. Auschwitz é considerado o mais terrível dos centros de extermínio. A horrífica história do campo, não se coaduna, no entanto, com os factos.
Estudiosos desafiam a história do Holocausto
Por mais surpreendente que possa parecer, cada vez mais historiadores e engenheiros têm desafiado a amplamente aceite história de Auschwitz. Estes historiadores “revisionistas” não contestam o facto de que grandes quantidades de judeus foram deportados para este campo, ou que muitos morreram ali, principalmente de tifo e outras doenças. Mas as convincentes provas que eles apresentam demonstram que Auschwitz não era um centro de extermínio e que a história de mortes em massa em “câmaras de gás” é um mito.

Os campos de Auschwitz

O campo de Auschwitz foi criado em 1940 no que agora é a região Sul-Central da Polónia. Muitos judeus foram deportados para aí entre 1942 e meados de 1944.

O campo principal era conhecido como Auschwitz I. Birkenau, or Auschwitz II era, supostamente, o principal centro de extermínio, e Monowitz, ou Auschwitz III, era um grande centro industrial onde gasolina era produzida a partir de carvão. Para além destes havia ainda muitos campos satélite mais pequenos dedicados à economia de guerra.

Quatros milhões de vitimas?

No pós-guerra, no tribunal de Nuremberga, os Aliados acusaram os Alemães de terem exterminado quatro milhões de pessoas em Auschwitz. Este número, que foi inventado pelos Soviéticos, foi aceite por muitos anos. Apareceu muitas vezes em grandes jornais Americanos e revistas, por exemplo. (nota 1)

Hoje em dia, nenhum historiador de reputação, nem mesmo os que aceitam a história do extermínio, acreditam neste número. O historiador israelita do Holocausto, Yehuda Bauer, disse em 1989 que é tempo de finalmente reconhecer que o número de quatro milhões é um mito. Em Julho de 1990 o Auschwitz State Museum na Polónia, juntamente com Yad Vashem Holocaust Center israelita, subitamente anunciaram que no total, talvez, um milhão de pessoas (judeus e não-judeus) morreram aqui. Nenhuma das instituições disse quantas destas pessoas foram mortas, nem apresentaram quaisquer estimativas sobre o número de pessoas supostamente gaseadas. (nota 2) Um proeminente historiador do Holocausto, Gerald Reitlinger, estimou que talvez 700,000 Judeus morreram em Auschwitz. Mais recentemente, o historiador do Holocausto, Jean-Claude Pressac estimou que cerca de 800,000 pessoas – das quais 630,000 eram Judeus – morreram em Auschwitz. Mesmo sendo estes números mais baixos incorrectos, eles mostram como a história de Auschwitz mudou drasticamente ao longo dos anos. (nota 3)

Contos bizarros

Em certa altura foi seriamente afirmado que os Judeus eram sistematicamente electrocutados em Auschwitz. Jornais Americanos, citando uma testemunha ocular soviética a partir do campo libertado de Auschwitz, disseram aos leitores em Fevereiro de 1945 que os metódicos alemães haviam matado Judeus usando um “electric conveyor belt [a tradução mais correcta será: um cinto condutor de electricidade] no qual centenas de pessoas podiam ser electrocutadas simultaneamente [e] depois levadas para fornaças. Eram queimadas quase instantaneamente, produzindo fertilizantes para os campos de couves circundantes.” (nota 4)

E no Tribunal de Nuremberga, o Procurador Americano, Robert Jackson acusou os Alemães de terem usado um dispositivo “recentemente inventado” para “vaporizar” 20,000 Judeus perto de Auschwitz, “de tal maneira que não havia rasto deles.” (nota 5) Nenhum historiador respeitado aceita nenhuma destas histórias fantasiosas.

A ‘confissão’ de Höss

Um documento fundamental do Holocausto é a “confissão” do antigo comandante de Auschwitz – Rudolf Höss, de 5 de Abril de 1946, a qual foi entregue pelo procurador americano no tribunal de Nuremberga. (nota 6)
Apesar de ainda ser amplamente aceite como uma prova sólida da história de extermínio em Auschwitz, é na verdade uma falsa declaração obtida por tortura.

Muitos anos após a guerra, o sargento Bernard Clarke dos serviços de informação militar Britânicos, descreveu o modo como ele e outros cinco soldados Britânicos haviam torturado o antigo comandante para obter a sua “confissão”. O próprio Höss explicou o seu sofrimento nestas palavras: “É claro, eu assinei um declaração a dizer que matei dois milhões e meio de Judeus. Podia muito bem ter dito que eram cinco milhões. Existem certos métodos pelos quais qualquer confissão pode ser obtida, quer seja verdadeira ou falsa.” (nota 7)

Até mesmo historiadores que aceitam a história de extermínio do Holocausto, agora reconhecem que muitas das declarações feitas no “testemunho” de Höss simplesmente não são verdade. Nenhum estudioso sério alega que dois milhões e meio, ou três milhões de pessoas morreram em Auschwitz.

O “depoimento ajuramentado” de Höss alega que os Judeus eram já exterminados com gás no Verão de 1941 em outros três campos: Belzec, Treblinka e Wolzek. O campo de “Wolzek” mencionado por Höss é uma invenção total. Tal campo nunca existiu, e o nome já nem é mencionado em literatura do Holocausto. Aliás, a história hoje em dia, por aqueles que acreditam na lenda do Holocausto, é que os gazeamentos só começaram em Auschwitz, Treblinka, ou Belzec em 1942.

Sem provas documentais

Muitos milhares de documentos secretos Alemães relacionados com Auschwitz foram confiscados após o fim da guerra pelos Aliados. Nem um único se refere a uma política ou programa de extermínio. De facto, a história do extermínio não se coaduna com as provas documentais.

Muitos prisioneiros Judeus incapazes de trabalhar

Por exemplo, é muitas vezes dito que em Auschwitz, os Judeus que fossem incapazes de trabalhar eram imediatamente mortos. Judeus que eram muito velhos, jovens, doentes ou fracos, eram supostamente gaseados quando chegavam ao campo, e só aqueles capazes de trabalhar até à morte eram mantidos vivos temporariamente.

Mas as provas mostram que, de facto, uma alta percentagem de prisioneiros judeus não eram capazes de trabalhar e não eram mortos. Por exemplo, um telex interno Alemão datado de 4 de Setembro de 1943, do Labor Allocation department of the SS Economic and Administrative Main Office (WVHA), refere que de 25,000 prisioneiros judeus em Auschwitz, apenas 3,581 eram aptos para o trabalho, e que os restantes – cerca de 21,500, 86% - eram incapazes de trabalhar. (nota 8 )

Isto é também confirmado num relatório secreto datado de 5 de Abril de 1944, sobre “medidas de segurança em Auschwitz”, de Oswald Pohl, chefe do Sistema de Campos de Concentração das SS, para o chefe das SS Heinrich Himmler. Pohl relatou que havia um total de 67,000 prisioneiros em todo o complexo de Auschwitz, dos quais 18,000 estavam hospitalizados ou incapacitados. No campo de Auschwitz II (Birkenau), supostamente o principal campo de extermínio, havia 36,000 presos, maioritariamente mulheres, das quais “aproximadamente 15,000 eram incapazes de trabalhar.” (nota 9)

Estes dois documentos nao podem ser conciliados com a história de extermínio em Auschwitz.

As provas mostram que Auschwitz-Birkenau foi estabelecido principalmente como um campo para Judeus incapazes de trabalhar, incluindo doentes e velhos, bem como para aqueles que esperavam ser transferidos para outros campos. Essa é a opinião do Dr. Arthur Butz da Northwestern University, que também diz que essa é a razão para a invulgar alta taxa de mortalidade nesse campo. (nota 10)

O professor de história da Princeton University, Arno Mayer, que é Judeu, reconhece num livro recente sobre a “solução final” que morreram mais judeus em Auschwitz como consequência de tifo ou outras causas “naturais” do que os que foram executados. (nota 11)

Anne Frank

Talvez a mais conhecida prisioneira de Auschwitz seja Anne Frank, que é conhecida por todo o mundo pelo seu famoso diário. Mas poucas pessoas sabem que milhares de Judeus, incluindo Anne e o seu pai, Otto Frank, “sobreviveram” a Auschwitz.

A rapariguinha de 15 anos e o seu pai foram deportados da Holanda para Auschwitz em Setembro de 1944. Várias semanas mais tarde, em face do avanço do exército soviético, Anne foi evacuada juntamente com muitos outros Judeus para o campo de Bergen-Belsen, onde morreu de tifo em Março de 1945.

O seu pai adoeceu com tifo em Auschwitz e foi enviado para o hospital do campo para recuperar. Ele era um dos milhares de doentes e fracos Judeus que foram deixados para trás quando os Alemães abandonaram o campo em Janeiro de 1945, pouco antes deste ter sido ocupado pelos Soviéticos. Ele morreu na Suiça em 1980.

Se a política alemã tivesse sido a de matar Anne Frank e o seu pai, eles nao teriam sobrevivido a Auschwitz. O seu destino, apesar de trágico, não se enquadra com a história do extermínio.

Propaganda Aliada

A história dos gazeamentos em Auschwitz é baseada em grande parte em boatos de antigos prisioneiros Judeus que não viram pessoalmente qualquer prova do extermínio. As suas crenças são compreensíveis, porque os rumores sobre os gazeamentos em Auschwitz eram generalizados.

Aviões Aliados largaram grande número de panfletos, escritos em Polaco e Alemão, em Auschwitz e nas áreas circundantes que diziam que pessoas estavam a ser gaseadas no campo. A história dos gazeamentos em Auschwitz, que foi uma parte importante da propaganda Aliada durante a guerra, era também transmitida para a Europa por estações de rádio. (nota 12)

Testemunho de sobreviventes

Antigos detidos confirmaram que não viram qualquer prova do extermínio em Auschwitz.

Uma mulher austríaca, Maria Vanherwaarden, testemunhou sobre as suas experiências no campo num Tribunal Distrital de Toronto (Toronto District Court) em Março de 1998. Ela foi presa em Auschwitz-Birkenau em 1942 por ter relações sexuais com um trabalhador forçado (forced laborer) polaco. Na viagem de comboio para o campo, uma mulher cigana disse-lhe a ela e aos outros que eles seriam gaseados em Auschwitz.

À chegada, foi ordenado a Maria e às outras mulheres que se despissem e fossem para dentro de uma grande sala de betão sem janelas, para tomar um duche. As mulheres aterrorizadas estavam certas de que estavam prestes a morrer. Mas, em vez de gás, saiu água dos chuveiros.
Auschwitz não era nenhum centro de férias, confirmou Maria. Ela assistiu à morte de muitos colegas prisioneiros por doença, particularmente tifo, e alguns cometeram suicídio. Mas ela não viu qualquer prova de assassínios em massa, gazeamentos ou qualquer outro programa de extermínio. (nota 13)

Uma mulher judia chamada Marika Frank chegou a Auschwitz-Birkenau vinda da Hungria em Julho 1944, quando 25,000 Judeus eram, alegadamente, gaseados e cremados diariamente. Ela igualmente testemunhou a seguir à guerra que não ouviu ou viu nenhuma “câmara de gás” durante o tempo em que lá esteve. Ela ouviu as histórias dos gazeamentos apenas mais tarde. (nota 14)

Prisioneiros libertados

Os detidos em Auschwitz que tinham cumprido as suas sentenças eram libertados para os seus países de origem. Se Auschwitz fosse realmente um campo ultra secreto (top secret) de extermínio, os Alemães não teriam certamente libertado esses detidos que “sabiam” o que se passava no campo. (nota 15)

Himmler ordena diminuição na taxa de mortalidade

Em resposta às mortes de muitos prisioneiros devido a doença, especialmente tifo, as autoridades Alemãs responsáveis pelos campos ordenaram firmes contra-medidas.

O chefe do escritório SS para administração dos campos (SS camp administration office) mandou uma directriz datada de 28 de Dezembro de 1942 para Auschwitz e outros campos de concentração. Criticava duramente (sharply) as altas taxas de mortalidade dos prisioneiros devido a doenças, e ordenada que “os médicos dos campos têm de usar todos os meios à sua disposição para reduzirem significativamente a taxa de mortalidade nos vários campos.” Ordenava ainda:

Os médicos têm de supervisionar mais frequentemente do que no passado a nutrição dos prisioneiros e, em cooperação com a administração, submeter recomendações de melhorias aos comandantes dos campos … Os médicos devem fazer por que as condições dos vários locais de trabalho sejam melhoradas tanto quanto possível.

Finalmente a directriz reforçava que “o Reichsfhrer SS [Heinrich Himmler] ordenou que a taxa de mortalidade tem absolutamente de ser reduzida.” (nota 16)

Regras dos campos Alemães

Os regulamentos oficiais dos campos Alemães tornam claro que Auschwitz não era um centro de extermínio. Eles ordenavam: (nota 17)

- Às novas chegadas ao campo deveria ser feito um minucioso exame médico, e se houvesse qualquer dúvida [sobre a sua saúde], eles têm de ser mandados para quarentena para observação.

- Prisioneiros que informem estar doentes têm de ser examinados no mesmo dia pelo médico do campo. Se necessário, o médico tem de transferi-los para um hospital para tratamento profissional.

- O médico do campo tem de regularmente inspeccionar a cozinha tendo em conta a preparação da comida e a qualidade do fornecimento de comida. Quaisquer deficiências que possam surgir têm de ser relatadas ao comandante do campo.

- Deve ser dada atenção especial no tratamento de acidentes, de modo a não prejudicar a produtividade dos prisioneiros.

- Os prisioneiros antes de serem soltos ou transferidos têm primeiro de passar no médico do campo para exame médico.


Fotos aéreas

Fotos de reconhecimento aéreo detalhadas tiradas de Auschwitz-Birkenau em vários dias ao acaso em 1944 (durante o pico do alegado período de extermínio) foram tornadas públicas em 1979 pela CIA. Estas fotos não mostram qualquer vestígio de pilhas de cadáveres, chaminés fumegantes de fornos crematórios ou Judeus esperando a morte, coisas que têm sido repetidamente alegadas, e que teriam sido claramente visíveis se Auschwitz tivesse sido o centro de extermínio que tem sido dito que foi. (nota 18 )

Cremações absurdas

Especialistas em cremação confirmaram que milhares de cadáveres não poderiam ter sido cremados todos os dias durante a Primavera e Verão de 1944 em Auschwitz, como é comummente alegado.

Por exemplo, Mr. Ivan Lagace, director (manager) de um grande crematório em Calgary, Canadá, testemunhou em tribunal em Abril de 1988 que a história das cremações em Auschwitz é tecnicamente impossível. A acusação de que 10,000 ou mesmo 20,000 cadáveres eram queimados diariamente em Auschwitz no Verão de 1944 em crematórios e em valas abertas é simplesmente “absurda” e “para além do domínio da realidade” declarou ele sob juramento. (nota 19)

Peritos em gazeamentos refutam a história de extermínio

O mais proeminente perito Americano em câmaras de gás, o engenheiro de Bóston Fred A. Leuchter, examinou cuidadosamente as supostas “câmaras de gás” na Polónia e concluiu que as histórias de gazeamentos em Auschwitz eram absurdas e tecnicamente impossíveis.
Leuchter é o maior especialista no design e instalação de câmaras de gás usadas nos EUA para executar criminosos condenados. Por exemplo, ele projectou uma câmara para a Missouri state penitentiary.

Em Fevereiro de 1988 ele levou a cabo um detalhado exame, no local, às “câmaras de gás” em Auschwitz, Birkenau e Majdanek na Polónia, que ainda estão em pé ou apenas parcialmente em ruínas. Em testemunho ajuramentado num tribunal de Toronto e num relatório técnico, Leuchter descreveu todos os aspectos da sua investigação.

Ele concluiu que as alegadas instalações para gazeamento não poderiam ter sido utilizadas para matar pessoas. Entre outras coisas, ele sublinhou que as alegadas “câmaras de gás” não eram devidamente seladas ou ventiladas para matar ser humanos sem matarem também os funcionários Alemães do campo. (nota 20)

O Dr. William B. Lindsey, um pesquisador químico empregado durante 33 anos pela Dupont Corportation, testemunhou igualmente em tribunal, em 1985, que a história dos gazeamentos em Auschwitz é tecnicamente impossível. Baseado num cuidadoso exame ao local das “câmara de gás” em Auschwitz, Birkenau e Majdanek, e nos seus anos de experiência, ele declarou: “Cheguei à conclusão de que ninguém foi propositadamente morto com Zyklon B [hydrocyanic acid gas] dessa maneira. Considero-o absolutamente impossível.” (nota 21)

Sobre o autor:
Mark Weber é editor do The Journal of Historical Review publicado seis vezes anualmente pelo Institute for Historical Review. Ele estudou História na University of Illinois (Chicago), na University of Munich, na Portland State University, e Indiana University (M.A., 1977). Durante cinco dias ele testemunhou como reconhecido perito que é, sobre a “solução final” e a questão do Holocausto num Tribunal distrital de Toronto (Toronto District Court). Ele é o autor de muitos artigos publicados, revisões e ensaios sobre variados aspectos da história moderna europeia. Weber apareceu como convidado em numerosos talk-show’s de rádio, e no programa de televisão “Montel Williams”.

Notas

1-Nuremberg document 008-USSR. IMT blue series, Vol. 39, pp. 241, 261.; NC and A red series, vol. 1, p. 35.; C.L. Sulzberger, "Oswiecim Killings Placed at 4,000,000," New York Times, May 8, 1945, and, New York Times, Jan. 31, 1986, p. A4.

2-Y. Bauer, "Fighting the Distortions," Jerusalem Post (Israel), Sept. 22, 1989; "Auschwitz Deaths Reduced to a Million," Daily Telegraph (London), July 17, 1990; "Poland Reduces Auschwitz Death Toll Estimate to 1 Million," The Washington Times, July 17, 1990.

3-G. Reitlinger, The Final Solution (1971); J.-C. Pressac, Le Crématoires d'Auschwitz: La Machinerie du meurtre de mass (Paris: CNRS, 1993). On Pressac's estimates, see: L'Express (France), Sept. 30, 1993, p. 33.

4-Washington (DC) Daily News, Feb. 2, 1945, pp. 2, 35. (United Press dispatch from Moscow).

5-IMT blue series, Vol. 16, p. 529-530. (June 21, 1946).

6-Nuremberg document 3868-PS (USA-819). IMT blue series, Vol. 33, pp. 275-279.

7-Rupert Butler, Legions of Death (England: 1983), pp. 235; R. Faurisson, The Journal of Historical Review, Winter 1986-87, pp. 389-403.

8-Archives of the Jewish Historical Institute of Warsaw, German document No. 128, in: H. Eschwege, ed., Kennzeichen J (East Berlin: 1966), p. 264.

9-Nuremberg document NO-021. NMT green series, Vol. 5. pp. 384-385.

10-Arthur Butz, The Hoax of the Twentieth Century (Costa Mesa, Calif.), p. 124.

11-Arno Mayer, Why Did the Heavens Not Darken?: The 'Final Solution' in History (Pantheon, 1989), p. 365.

12-Nuremberg document NI-11696. NMT green series, Vol. 8, p. 606.

13-Testimony in Toronto District Court, March 28, 1988. Toronto Star, March 29, 1988, p. A2.

14-Sylvia Rothchild, ed., Voices from the Holocaust (New York: 1981), pp. 188-191.

15-Walter Laqueur, The Terrible Secret (Boston: 1981), p. 169.

16-Nuremberg document PS-2171, Annex 2. NC&A red series, Vol. 4, pp. 833-834.

17-"Rules and Regulations for the Concentration Camps." Anthology, Inhuman Medicine, Vol. 1, Part 1 (Warsaw: International Auschwitz Committee, 1970), pp. 149-151.; S. Paskuly, ed., Death Dealer: the Memoirs of the SS Kommandant at Auschwitz (Buffalo: 1992), pp. 216-217.

18-Dino A. Brugioni and Robert C. Poirier, The Holocaust Revisited (Washington, DC: Central Intelligence Agency, 1979).

19-Canadian Jewish News (Toronto), April 14, 1988, p. 6.

20-The Leuchter Report: An Engineering Report on the Alleged Execution Gas Chambers at Auschwitz, Birkenau and Majdanek (Toronto: 1988). Available for $17.00, postpaid, from the IHR.

21-The Globe and Mail (Toronto), Feb. 12, 1985, p. M3

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Mensagempor raxx7 » terça fev 21, 2006 5:24 pm

Thormentor Escreveu:Com tanta sabedoria vais de certo conseguir explicar porque é que a população judaica cresceu na altura da segunda guerra mundial.


Define "na altura". Antes, depois ou durante? E já agora, referências. :)
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Thormentor [RIP]

Mensagempor Thormentor [RIP] » terça fev 21, 2006 5:26 pm

http://vho.org/aaargh/fran/livres2/Seis.pdf está ai a resposta aos seis milhões

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Mensagempor Intifada » terça fev 21, 2006 5:32 pm

está ai a resposta aos seis milhões


Encontras um artigo com meia dúzia de referências e é prova da não existência de um genocidio de 6 milhões?

Artigos a provarem os 6 milhões e alguns um número ainda maior... há centenas de milhar!


Mas ok, ficamos todos a saber que não morreram 6 milhões!

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Mensagempor Gornoth » terça fev 21, 2006 5:32 pm

Thormentor Escreveu:Com tanta sabedoria vais de certo conseguir explicar porque é que a população judaica cresceu na altura da segunda guerra mundial.


Que raio de argumento...

Vê só quantos países são mencionados aqui cujo nome não é Alemanha.

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Mensagempor Phobos [RIP] » terça fev 21, 2006 5:38 pm

Eu entao é melhor ficar mesmo calado noq toca a este assunto.

Thormentor [RIP]

Mensagempor Thormentor [RIP] » terça fev 21, 2006 5:40 pm

Intifada Escreveu:[Encontras um artigo com meia dúzia de referências e é prova da não existência de um genocidio de 6 milhões?

Artigos a provarem os 6 milhões e alguns um número ainda maior... há centenas de milhar!


Ai está...
Se não se consegue provar a morte dos 6 Milhões, porque é que este tema é tabú e vão pessoas presas por dizerem que não existiu daquela forma ?

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Mensagempor otnemeM » terça fev 21, 2006 5:53 pm

Einherjer Escreveu:e quando falo em staline é porque todos os anos surgem individuos a tentar reabilitar esse outro monstro mas a esses tudo é permitido... aliás, o tio antónio até uma personagem querida do comité central do nosso pcp...

Assim de repente lembro-me que o falecido camarada Cunhal por exemplo nunca discordou das medidas que Estaline achou necessárias.

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Mensagempor Intifada » terça fev 21, 2006 5:54 pm

não existiu daquela forma ?


Mas existiu?

É que o senhor defendia que nada disso tinha existido!

Phobos [RIP]

Mensagempor Phobos [RIP] » terça fev 21, 2006 5:54 pm

O que tem de ser...tem de ser

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Mensagempor Intifada » terça fev 21, 2006 5:58 pm

Assim de repente lembro-me que o falecido camarada Cunhal por exemplo nunca discordou das medidas que Estaline achou necessárias.


Lá está... Comunistas que sonegam a verdade e tentam manipular a verdade dos factos deveriam ser de alguma forma castigados... é tão condenável como afirmar que o holocausto não existiu!

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Mensagempor vírgula » terça fev 21, 2006 6:01 pm

Porque é que quando se fala de algo condenável, a desculpa que surge é que do outro lado também se peca?


Bem, provas do Holocausto não faltam.
Procurem na obra de Simon Wiesenthal. Talvez fiquem com uma ideia bastante clara do que aconteceu. Com a documentação que fez foi só responsável pela prisão de 1100 criminosos nazis.
Última edição por vírgula em terça fev 21, 2006 6:07 pm, editado 1 vez no total.
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