Literatura
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- Sir Sardine
- Ultra-Metálico(a)
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Re: Literatura
Frei Luís de Sousa interessante

Re: Literatura
Comecei a ler um livro em inglês que já tinha para aqui há algum tempo.
É um livro de uma historia de Magic The Gathering, o livro é o Future Sight- Time Spiral Cycle - Book III. Infelizmente não encontrei os outros porque é raro encontrar, e este veio num pack que custou 30€ que tinha carteirinhas e um dado com 20 faces que já comprei a meio do ano passado acho eu.
É um livro de uma historia de Magic The Gathering, o livro é o Future Sight- Time Spiral Cycle - Book III. Infelizmente não encontrei os outros porque é raro encontrar, e este veio num pack que custou 30€ que tinha carteirinhas e um dado com 20 faces que já comprei a meio do ano passado acho eu.
- vanser
- Metálico(a)
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Re: Literatura
Sir Sardine Escreveu:Frei Luís de Sousa interessante![]()
hmm...até agora o que li achei interessante, mas claro, á gostos que divergem
"The Blackening"
-
LuiSlayer [RIP 2009/03/27]
Re: Literatura
O Frei Luís de Sousa é uma peça de teatro. É um texto dramático...
Re: Literatura
Acabei de comprar o 1984, nao podia deixar de o fazer de depois de tao boas criticas... O preço foi escandaloso como sempre lol 14,90 na fnac de sta catarina... mas deve compensar... obrigada 
- Sir Sardine
- Ultra-Metálico(a)
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Re: Literatura
LuiSlayer Escreveu:O Frei Luís de Sousa é uma peça de teatro. É um texto dramático...
Que não tem nexo nenhum que seja leccionado como um livro qualquer, é ridículo.
- Grind-zé
- Ultra-Metálico(a)
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Re: Literatura
pinkmetal Escreveu:Acabei de comprar o 1984, nao podia deixar de o fazer de depois de tao boas criticas... O preço foi escandaloso como sempre lol 14,90 na fnac de sta catarina... mas deve compensar... obrigada
Conheci a face mais politizada de Orwell enquanto frequentava o 9º ano de escolaridade, graças a um trabalho sobre a II Guerra Mundial. Devo dizer, que foi a melhor coisa que me ocorreu no ensino obrigatório, em conjunto com a descoberta de Mario-Henrique Leiria pela voz do Mário Viegas.
I have come here to chew bubble gum and kick ass, and I'm all out of bubble gum!
Occupy Metal.
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- Old_Skull
- Ultra-Metálico(a)
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Re: Literatura
Grind-zé Escreveu:...em conjunto com a descoberta de Mario-Henrique Leiria pela voz do Mário Viegas.
Contos do Gin Tónico FTW

-
Karamazov [RIP 2012/07/27]
Re: Literatura
Estou agora a ler o Van Gogh, da colecção de livros de arte da Taschen. Não sei porquê, tem me custado bastante a acabá-lo, ao contrário dos anterior que li de Monet, Dalí, Courbet e etc. Na verdade, Van Gogh é dos poucos artistas que me faltam que contenham ainda alguns traços impressionistas visíveis nas suas obras, o que transformou o livro numa espécie estranha de guilty pleasure invertido.
Todavia foi interessante ver derrubado o mito da "orelha cortada e dada ao seu amor", como costuma povoar a mente do público em geral. Aparentemente, Gauguin, mais conhecido pelas suas pinturas efectuadas numa utópica ilha perdida no Pacífico penso eu, foi convidado por Van Gogh para viverem juntos na sua casa, visto que Van Gogh tinha em mente contruir uma espécie de círculo de grandes pintores, em que juntos todos se entreajudassem de modo a criar um grupo perfeito, com os mesmos ideiais artísticos, as mesmas técnicas, and so on. Gauguin insistiu, ainda que relutantemente, devido à sabida inconsistente situação mental de Van Gogh, que teve conhecimento através do irmão deste visto serem amigos.
Após ter chegado e durante algum tempo terem convivido numa considerável harmonia, foi sol de pouca dura, visto que não tardou até ambos os artistas chocarem. Van Gogh que ao início via Gauguin como um mestre que seguia religiosamente, começou a confrontar Gauguin quanto aos seus devaneios expressionistas. "Esse tipo de pintura é muito interessante, mas depressa nos vemos perante uma parede enorme sem fim", terá dito Van Gogh ao seu mentor numa determinada discussão. A fantasia de Van Gogh começou a caír por terra e obviamente o interesse e motivação de Gauguin deu lugar a impaciência e perturbação. Raramente havia altura em que os artistas não discutam, às vezes por pormenores diminutos, até que Gauguin finalmente deu a entender a sua vontade de partir. Van Gogh, destroçado por ver o seu sonho desmoronar-se começou a ficar facilmente irascível e de certo modo deprimido, mas nem por isso deixou de tentar convencer Gauguin de partir. Por várias vezes Van Gogh iria ao quarto de Gauguin à noite verificar se ele de facto se encontrava lá e que não tinha fugido...
Uma noite, Gauguin informou Van Gogh de que iria dar um passeio, ao que Van Gogh respondeu com uma certa indiferença. Mas à medida que Gauguin caminhava, apercebeu-se que estava a ser seguido e não tardou até voltar costas confrontando-se com Van Gogh, que apresentava uma lâmina de barbear nas suas mãos. Estava calmo e ambos falaram normalmente, assegurando Gauguin que voltaria a casa em breve e que precisava apenas de um bocadinho de ar puro. Van Gogh regressando a casa, instável e perto da loucura cortou uma das suas orelhas, indo à cidade oferecê-la a uma prostituta que nunca teria visto antes. Pacificamente voltou para casa e deitou-se como nada se tivesse passado. Obviamente que no dia a seguir, acordou com a polícia em casa que o prendeu e após algumas semanas, em que houve um certo tumulto na pequena aldeia visto que os habitantes fizeram um abaixo assinado para colocarem Van Gogh num hospício psiquiátrico, Van Gogh foi de facto enviado para uma espécie de manicómio sem qualquer tipo de controlo profissional.
Achei curioso o facto destes dois artistas terem convivido e trocado ideias e da estranha relação entre os dois, penso que é desta que vou acabar o livro...
Todavia foi interessante ver derrubado o mito da "orelha cortada e dada ao seu amor", como costuma povoar a mente do público em geral. Aparentemente, Gauguin, mais conhecido pelas suas pinturas efectuadas numa utópica ilha perdida no Pacífico penso eu, foi convidado por Van Gogh para viverem juntos na sua casa, visto que Van Gogh tinha em mente contruir uma espécie de círculo de grandes pintores, em que juntos todos se entreajudassem de modo a criar um grupo perfeito, com os mesmos ideiais artísticos, as mesmas técnicas, and so on. Gauguin insistiu, ainda que relutantemente, devido à sabida inconsistente situação mental de Van Gogh, que teve conhecimento através do irmão deste visto serem amigos.
Após ter chegado e durante algum tempo terem convivido numa considerável harmonia, foi sol de pouca dura, visto que não tardou até ambos os artistas chocarem. Van Gogh que ao início via Gauguin como um mestre que seguia religiosamente, começou a confrontar Gauguin quanto aos seus devaneios expressionistas. "Esse tipo de pintura é muito interessante, mas depressa nos vemos perante uma parede enorme sem fim", terá dito Van Gogh ao seu mentor numa determinada discussão. A fantasia de Van Gogh começou a caír por terra e obviamente o interesse e motivação de Gauguin deu lugar a impaciência e perturbação. Raramente havia altura em que os artistas não discutam, às vezes por pormenores diminutos, até que Gauguin finalmente deu a entender a sua vontade de partir. Van Gogh, destroçado por ver o seu sonho desmoronar-se começou a ficar facilmente irascível e de certo modo deprimido, mas nem por isso deixou de tentar convencer Gauguin de partir. Por várias vezes Van Gogh iria ao quarto de Gauguin à noite verificar se ele de facto se encontrava lá e que não tinha fugido...
Uma noite, Gauguin informou Van Gogh de que iria dar um passeio, ao que Van Gogh respondeu com uma certa indiferença. Mas à medida que Gauguin caminhava, apercebeu-se que estava a ser seguido e não tardou até voltar costas confrontando-se com Van Gogh, que apresentava uma lâmina de barbear nas suas mãos. Estava calmo e ambos falaram normalmente, assegurando Gauguin que voltaria a casa em breve e que precisava apenas de um bocadinho de ar puro. Van Gogh regressando a casa, instável e perto da loucura cortou uma das suas orelhas, indo à cidade oferecê-la a uma prostituta que nunca teria visto antes. Pacificamente voltou para casa e deitou-se como nada se tivesse passado. Obviamente que no dia a seguir, acordou com a polícia em casa que o prendeu e após algumas semanas, em que houve um certo tumulto na pequena aldeia visto que os habitantes fizeram um abaixo assinado para colocarem Van Gogh num hospício psiquiátrico, Van Gogh foi de facto enviado para uma espécie de manicómio sem qualquer tipo de controlo profissional.
Achei curioso o facto destes dois artistas terem convivido e trocado ideias e da estranha relação entre os dois, penso que é desta que vou acabar o livro...
Re: Literatura
deram me um calendário da taschen com (algumas) pinturas do van gogh. só devo acabá-lo no final do ano!
Wine, women and song.
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Karamazov [RIP 2012/07/27]
Re: Literatura
É engraçado que no meio daquela montanha-russha de cores com traços bem definidos, podes distinguir alguns traços impressionistas. Na verdade eu até classificaria o Van Gogh como um pós-impressionista, tal como Courbet é um pré-impressionista, mas não sou nenhum perito nisso... 
Re: Literatura
Heraklyon Escreveu:Na verdade eu até classificaria o Van Gogh como um pós-impressionista, tal como Courbet é um pré-impressionista, mas não sou nenhum perito nisso...
diz o rôto ao nú! eu de pintura pouco ou nada percebo, mas sei do que gosto e gosto de van gogh
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Unexpect3D
- Metálico(a) Inspirado(a)
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- Registado: sexta nov 21, 2008 4:36 pm
Re: Literatura
Heraklyon Escreveu:É engraçado que no meio daquela montanha-russha de cores com traços bem definidos, podes distinguir alguns traços impressionistas.
Em qual/quais pinturas vês isso?
E sim, ele é pos-impressionista, mas se disseres que impressionista ou expressionista, não há mal nenhum nisso.
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Karamazov [RIP 2012/07/27]
Re: Literatura
Unexpect3D Escreveu:Heraklyon Escreveu:É engraçado que no meio daquela montanha-russha de cores com traços bem definidos, podes distinguir alguns traços impressionistas.
Em qual/quais pinturas vês isso?
E sim, ele é pos-impressionista, mas se disseres que impressionista ou expressionista, não há mal nenhum nisso.
Expressionismo é uma expressão que não posso usar porque se trata de um estilo que conheço muito pouco. Mas como exemplos de quadros que denotam linhas claramente impressionistas (visto ele ter convivido com alguns pintores desse estilo) são "Na praia de Scheveningen", "A lotaria", "Montmartre perto do moinho de cima", "La Guinguette em Montmartre", "Mulher sentada no Café du Tambourin", "A ponte Grande Jatte sobre o Sena", "Exterior de café, à niote, na Place du Forum em Arles", "O semeador (segundo Millet)" e mesmo os quadros tardios que demonstram a Natureza, que incluem o "A noite estrelada (ciprestes e aldeia)", reflectem uma certa paixão por pinturas a céu aberto que caraterizavam tão bem Monet por exemplo e que fazia parte do imaginário do Impressionismo de um modo geral.
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Karamazov [RIP 2012/07/27]
Re: Literatura
Curiosamente acabei de constatar que algumas das suas obras com aspecto impressionista (as primeiras que enunciei) são anteriores às relações que estabeleceu com essa escola através dos artistas que conheceu.
As pinturas recheadas de cores e contrastes são as tais tardias, mas tenho que fazer uma correcção visto ter dito traços em vez de contornos.
As pinturas recheadas de cores e contrastes são as tais tardias, mas tenho que fazer uma correcção visto ter dito traços em vez de contornos.
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